28 de novembro de 2016
por esmael
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Temer cada vez mais perto da cassação no TSE; novos cheques põem ilegítimo na marca do pênalti

dilma_temer_tseA tese segunda a qual a campanha do ilegítimo Michel Temer (PMDB) seria independente da de Dilma Rousseff (PT) não tem como prosperar no TSE, que analisa a cassação da chapa eleita em 2014.

10 de novembro de 2016
por esmael
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Checão com propina de R$ 1 milhão dá dor de barriga em Temer, que pode ser cassado pelo TSE

cheque_temer_jobimUm cheque de R$ 1 milhão comprova a materialidade do recebimento de propina pelo ilegítimo Michel Temer (PMDB) da empreiteira Andrade Gutierrez, enrolada até o pescoço na Lava Jato. O dinheiro abasteceu o comitê financeiro do então candidato a vice-presidente na eleição de 2014.

9 de abril de 2016
por esmael
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Escândalo Andrade Gutierrez/PSDB: veja como a mídia golpista manipula a informação da Vaza Jato

estadao_aecio_AG_dilmaO mau-caratismo e seletividade da velha mídia golpista e de seus miquinhos amestrados da Vaza Jato podem ser explicados — e detalhados — pela própria velha mídia golpista. A manipulação é tosca e escandalosa ao mesmo tempo.

O Blog do Esmael resgatou do fundo do baú neste sábado (9) uma reportagem do Estadão, datada de 7 de outubro de 2015, sobre troca de mensagens no WhatsApp entre a cúpula da empreiteira Andrade Gutierrez.

O distinto leitor ficará chocado com os conteúdos machistas, sexistas e misóginos dos diálogos que têm como alvo a presidente Dilma Rousseff na véspera e no dia do segundo turno — 26 de outubro de 2014.

As conversas abaixo foram resgatadas pela Polícia Federal na Vaza Jato.

“É agora… O tema corrupção….A mulher está nervosa demais….Agora o homem moeu a gorda de perna aberta”, disse Anuar Caram, que foi logo respondido por Ricardo Sá: “Fora sapa com cara do satanás!!!”.

7 de abril de 2016
por esmael
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Ministro Edinho Silva fuzila a ‘Vaza Jato’: delação é ‘mentira cabeluda’

Edinho desmente delação de construtora sobre propina nas campanhas de Dilma

Paulo Victor Chagas – da Agência Brasil

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, criticou hoje (07) os vazamentos que considerou seletivos de delações premiadas em curso no âmbito da Operação Lava Jato. Ele disse que os parlamentares terão “bom senso” para a forma “estranha” como têm ocorrido os vazamentos e que agiu de forma “correta, legal e ética” durante as campanhas presidenciais do PT.

Edinho, que foi coordenador financeiro da campanha da presidenta Dilma Rousseff em 2014, fez um apelo para que se ponha fim a vazamentos, que, segundo ele, se transformam em instrumentos de luta político-partidária, em especial no momento em que se discute o processo de impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados.

Ele concedeu entrevista a jornalistas nesta quinta-feira para comentar a reportagem publicada na edição de hoje pelo jornal Folha de S.Paulo, segundo a qual a empreiteira Andrade Gutierrez fez doações legais às campanhas de Dilma em 2010 e 2014 utilizando “propina oriunda de obras superfaturadas”.

A informação estaria na delação premiada do ex-presidente da empresa, Otávio Marques de Azevedo. Segundo a reportagem, a delação aguarda a homologação por parte do ministro Zavascki. A Procuradoria-Geral da República (PGR) não se pronunciou a respeito do tema.

De acordo com o jornal, o ex-presidente da empreiteira entregou uma planilha à PGR com a informação sobre as doações. A planilha foi detalhada tanto por Marques como pelo ex-executivo da construtora, Flávio Barra, em depoimentos colhidos em fevereiro, durante a negociação da delação com a procuradoria. Azevedo disse aos procuradores que a propina tinha origem em contratos da empreiteira para a execução das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a Usina Angra 3 e a hidrelétrica de Belo Monte. Ainda segundo a reportagem, os delatores afirmaram que até 2008 os valores doados de maneira legal

29 de agosto de 2015
por esmael
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Coluna do Jorge Bernardi: “Ligações perigosas” – Governo Aécio, construtoras da Lava Jato e o Paraná

Jorge Bernardi*

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Tudo começou em Minas e é para Minas que tudo vai voltar. Foi assim com o mensalão, inventado pelo governador tucano Eduardo Azeredo (PSDB), operado pelo publicitário Marco Valério. O “Mensalão Mineiro” ainda não deu em nada. Os acusados estão livres, leves e soltos. Já pelo Mensalão do PT, Valério cumpre 37 anos, 5 meses e 6 dias de prisão.

Em 2007, segundo governo de Aécio Neves (PSDB), teve início a construção Centro Administrativo de Minas, projeto de Oscar Niemayer. A época, Aécio andava próximo de Lula e chegou a ser acusado de ter feito corpo mole na campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) de 2006.

O empreendimento foi apontado pelo governador tucano como “a maior obra de engenharia civil em execução na América Latina”. O custo previsto de R$ 900 milhões de reais no final dobrou chegando a R$ 1,7 bilhão (R$ 2,4 bilhões atualizados em 2015 pelo IGP-M).

Denominado de “Cidade Administrativa de Minas”, a obra foi dividida em três lotes, e executada por três consórcios.

LOTE 1 (Consórcio)

LOTE 2 (Consórcio)

LOTE 3 (Consórcio)

Camargo Correa

Odebrecht

Andrade Gutierrez

Santa Barbara

OAS

Via Engenharia

Mendes Júnior

Queiroz Galvão

Barbosa Mello

Das nove empreiteiras que compunham os consórcios seis (em negrito) estão sendo processadas no Lava Jato. O Ministério Público de Minas chegou a investigar a formação de cartel e fraude a licitação, sem resultado algum.

Se estas construtoras corromperam na Petrobras, será que também não houve corrupção em Minas? O sucessor de Aécio, atual senador Antônio Anastasia, está sendo acusado de ter recebido, de um operador de Youssef, R$ 1 milhão.

Estranho nesta história envolvendo empresas do Lava Jato é que a então secretária de Administração da Prefeitura de Curitiba, Dinorah Nogara (gestão Ducci), atual secretária Estadual de Administração de Beto Richa (PSDB), coordenou projeto para construir o Centro Administrativo de Curitiba, aos moldes do de Minas, projeto de Niemayer.

Dinorah foi citada na Operação Voldemort, que investiga fraudes em licitações de oficinas mecânicas tendo como pivô Luiz Abi, primo do governador do Paraná. Ela conseguiu, no Tribunal de Justiça do Paraná, anular o processo alegando foro privilegiado.

A esperança dos brasileiros é que a Policia Federal e os Procuradores da República, comandados por Delton Dallagnol, consigam encontrar o fio de Ariadne para desvendar o mistério e as ligações perigosas do Governo Aécio com as Construtoras da Lava Jato e a tentativa da construção do Centro Administrativo de Curitiba.

Se foi em Minas onde tudo começou, é aqui no Paraná que o enigma está sendo decifrado.

*Jorge Bernardi, vereador de Curitiba pelo PDT, é advogado e jornalista. Mestre e douto

25 de julho de 2015
por esmael
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Coluna do Jorge Bernardi: A prisão de Odebrecht e o silêncio da mídia nacional com a corrupção no governo Richa

bernardiJorge Bernardi*

Com as prisões dos presidentes das duas maiores construtoras brasileiras, Odebrecht e Andrade Gutierrez, que até então estavam blindadas na Operação Lava-Jato, a casa da mega corrupção brasileira que estava abalada, desmoronou de vez. Mas ainda tem muita sujeira debaixo do tapete que deve ser varrida, começando com as fraudes praticadas por bancos, montadoras de automóveis, siderúrgicas, cimenteiras e outras grandes empresas apontadas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, CARF, órgão do Ministério da Fazenda.

A corrupção na Petrobrás é apenas a ponta de um iceberg que atinge toda a sociedade brasileira, começando pelas instituições públicas. Até agora a Policia Federal e os Procuradores da República chegaram a cerca de R$ 19 bilhões de desvios na petroleira nacional.

A fraude monumental no CARF também conhecida como Operação Zelotes, inexplicavelmente, pouco ou quase nenhum espaço tem na grande mídia. Será porque além de envolver bancos, montadoras de automóveis, portanto grandes anunciantes, também são suspeitas de se beneficiarem grandes empresas na área de comunicação social? Será porque nela, por enquanto, não foram encontrados agentes políticos. O valor dos desvios na Operação Zelotes também é monumental chegou também a R$ 19 bilhões.

A prisão de Marcelo Oldebrecht é emblemática, simbólica, pois se trata do dono da maior empreiteira brasileira, multinacional, com tentáculos em vários países do mundo, fazendo obras financiadas pelo tesouro brasileiro. Erga omnes, a lei vale para todos, como foi batizada esta operação significa que o Brasil está deixando de ser uma república de uns poucos, que só pobres vão para a cadeia.