26 de outubro de 2016
por esmael
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Alvaro Dias quer mais recursos para pesquisa e inovação tecnológica na agricultura

alvaro_agriculturaO senador Alvaro Dias (PV-PR) relata em sua coluna, desta quarta (26), que apresentou projeto no Senado visando aumentar em pelo menos R$ 500 milhões o orçamento da pesquisa e inovação tecnológica aplicadas à agricultura. Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe o texto:

1 de junho de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O PIB e a economia do Paraná

romanelli_jornaisLuiz Claudio Romanelli*

Vivemos em tempos conflagrado de posições extremas, onde as boas notícias se perdem em função do apelo midiático do denuncismo e da espetacularização da violência sobrepondo à qualquer fato que possa levar a uma reflexão mais profunda daquilo que tenha impacto na nossa vida do ponto de vista econômico, político e social.

Neste sábado, 30, os jornais Folha de Londrina e O Diário de Maringá, nas suas manchetes principais, trazem, de forma positiva, um bom exemplo disso. O PIB, aquilo que chamamos do conjunto de riquezas produzidas no país, retraiu, entrou no negativo, ou seja, pior que a estagnação, o Brasil entrou em recessão, o que afeta a economia, o consumo e o emprego.

É um quadro grave que desencadeou a série de ajustes e cortes nas despesas e nos investimentos do governo federal e dos governos estaduais, entre eles o Paraná, que saiu na frente nas medidas que vem tomando desde o final do ano passado. Mas o que tem de bom na má notícia da economia brasileira. É o Paraná e um setor da economia que continua crescendo na contramão, como diriam alguns, daquilo que acontece no campo nacional.

11 de Março de 2015
por esmael
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MST e movimentos sociais liberam cancelas de pedágio e bloqueiam mais de 10 rodovias no Paraná

mst.jpgDesde as 9h desta terça-feira (11), cerca de 38 organizações e movimentos sociais do Paraná encabeçados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizam manifestações com fechamento de rodovias estaduais e federais. Pelo menos quatro praças de pedágio foram ocupadas e tiveram as cancelas liberadas.

A mobilização faz parte da Jornada Nacional Unitária de Lutas dos Trabalhadores do Campo e da Cidade!, e tem como objetivo cobrar dos governos municipais, estadual e federal maiores investimentos na produção, industrialização e venda de alimentos.

Eles pedem também a retomada das compras com doação simultânea do Programação Nacional de Alimentação (PAA), e Programação Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Além disso, os trabalhadores exigem maior agilidade na realização da Reforma Agrária, maiores investimentos na educação e o não fechamento de escolas; a realização de uma Reforma Política com participação popular, políticas públicas de inclusão e desenvolvimento social !“ habitação, assistência técnica, etc; garantia dos direitos dos trabalhadores atingidos por barragens, diminuição de impostos para os trabalhadores e a taxação das grandes fortunas.

23 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Educadores em greve prometem hoje novo cerco à  Assembleia Legislativa

alep_app.jpgProfessores e funcionários de escolas em greve receberão reforço de outras categorias do serviço público, também paralisadas, para ocupar novamente hoje à  tarde, a partir das 14h30, as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná.

Funcionários do Detran, das secretaria da Agricultura e da Saúde, das universidades estaduais, caminhoneiros que lutam contra o pedágio mais caro do mundo e o IPVA mais caro do país, e, amanhã, os trabalhadores Justiça engrossam o movimento paredista.

Os educadores estão acampados em barracas na Praça Nossa Senhora do Salete, no Centro Cívico, desde o último dia 9 de fevereiro, diante do impasse provocado pelo governo Beto Richa (PSDB), que insiste no parcelamento do calote e no desmonte das escolas da rede pública.

Desde o último dia 12, o governador tucano escafedeu-se das mídias sociais e do Palácio Iguaçu. Ninguém sabe sobre seu paradeiro, mas, enquanto isso, o Centro Cívico fervilha.

24 de novembro de 2014
por esmael
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Intelectuais assinam manifesto contra Joaquim Levy e Kátia Abreu no segundo mandato de Dilma

do Viomundo

katia_levy.jpgA campanha presidencial confrontou dois projetos para o país no segundo turno. à€ direita, alinhou-se o conjunto de forças favorável à  inserção subordinada do país na rede global das grandes corporações, à  expansão dos latifúndios sobre a pequena propriedade, florestas e áreas indígenas e à  resolução de nosso problema fiscal não com crescimento econômico e impostos sobre os ricos, mas com o mergulho na recessão para facilitar o corte de salários, gastos sociais e direitos adquiridos.

A proposta vitoriosa unificou partidos e movimentos sociais favoráveis à  participação popular nas decisões políticas, à  soberania nacional e ao desenvolvimento econômico com redistribuição de renda e inclusão social.

A presidenta Dilma Rousseff ganhou mais uma chance nas urnas não porque cortejou as forças do rentismo e do atraso e sim porque movimentos sociais, sindicatos e milhares de militantes voluntários foram capazes de mostrar, corretamente, a ameaça de regressão com a vitória da oposição de direita.

27 de setembro de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: Agricultura, mais comida e mais renda

Ricardo Gomyde*

A Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) prevê que o Brasil logo será o maior país agrícola do mundo. O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos deixa claro que a virada está prestes a ocorrer; a receita com as exportações do setor foi de US$ 101,5 bilhões em 2013, valor 4% superior ao do ano anterior e novo recorde !” em termos nominais !”, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Os pesquisadores da entidade dizem que nos últimos 14 anos (de 2000 a 2013) a agricultura brasileira tem contribuído fortemente para a geração de divisas para o país. No período, o volume exportado cresceu quase 230% e os preços externos, 101%. O saldo comercial (receitas das exportações menos gastos com importações) mais que quintuplicou, com crescimento de 468%.

Em 2000, o país ocupava o sexto lugar no ranking e hoje já é o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e União Europeia. Os dados merecem ser comemorados, mas é preciso fazer uma profunda reflexão sobre esse fenômeno. Nesse período, sem descuidar da necessidade de aumentar a distribuição da produção brasileira internamente, combatendo a fome com vigor, os produtos que saíram do país levaram consigo mais valor agregado.

Até então, o Brasil era um exportador medíocre, um perna-de-pau que vendia lá fora muito menos do que podia. Não dávamos a devida importância para o setor, a ponto de promover, nos anos 1990, um verdadeiro desmonte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um dos principais institutos de produção de conhecimento do país. O empenho para recuperar a capacidade da empresa desde os anos 2000 foi um dos grandes responsáveis por essa posição de destaque que o Brasil conquistou no mercado agrícola mundial.

Também não construímos uma competência brasileira no comércio exterior. Era fácil para uns poucos de sempre produzir qualquer coisa e vender de qualquer jeito para qualquer um. Hoje damos mostra de que temos condições de encarar gente que sempre causou medo no competitivo mercado mun

9 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: Pedágio, um peso abusivo nas costas dos paranaenses; até quando?

Quem vai para Santa Catarina por uma rodovia federal, por exemplo, paga um preço justo; já quem vai à s praias paranaenses, ou ao Porto de Paranaguá, deixa no pedágio um valor exorbitante. Portanto, o problema não é o pedágio, mas o pedágio praticado no Paraná!. A afirmação é de Ricardo Gomyde em sua coluna deste sábado, que denuncia a tarifa de R$ 15,40 cobrada no trecho da BR 277, administrado pela Ecovia, por sagrar o bolso do paranaense e encarecendo o custo da produção. O Paraná não aguenta mais esse peso em suas costas. à‰ preciso agir!!, cobra o colunista. Leia o texto e compartilhe.

Quem vai para Santa Catarina por uma rodovia federal, por exemplo, paga um preço justo; já quem vai à s praias paranaenses, ou ao Porto de Paranaguá, deixa no pedágio um valor exorbitante. Portanto, o problema não é o pedágio, mas o pedágio praticado no Paraná!. A afirmação é de Ricardo Gomyde em sua coluna deste sábado, que denuncia a tarifa de R$ 15,40 cobrada no trecho da BR 277, administrado pela Ecovia, por sagrar o bolso do paranaense e encarecendo o custo da produção. O Paraná não aguenta mais esse peso em suas costas. à‰ preciso agir!!, cobra o colunista. Leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde*

Um sonoro não!. Essa foi a resposta da presidenta Dilma Rousseff ao pedido do governo do Paraná para que a União prorrogasse os contratos de pedágios rodoviários no Estado. Leia mais