A possibilidade de uma mulher ocupar a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) mobilizou as redes do Blog do Esmael, onde leitores manifestaram amplo apoio ao nome da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
O debate acumulou cerca de 13 milhões de interações nas plataformas multicanais do portal, tornando-se um dos temas políticos mais comentados da semana.
Nos comentários, predominou a defesa da ministra como perfil técnico, político e leal ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Expressões como “representatividade de verdade”, “competência e coragem” e “voz feminina firme no Supremo” dominaram as discussões.
Entre os internautas, destacou-se a percepção de que Gleisi reúne experiência institucional e trânsito nos três Poderes.
Ex-senadora, ex-presidenta do Partido dos Trabalhadores e atual ministra, ela já foi testada em momentos críticos do governo e do partido.
O engajamento indica um movimento espontâneo de apoio à nomeação feminina para a Corte, após a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso.
Atualmente, Cármen Lúcia é a única mulher entre os 11 ministros do STF, e a pressão social por maior diversidade de gênero e raça cresce dentro e fora do Judiciário.
A sociedade brasileira se ressente da ausência de uma integrante no Supremo Tribunal Federal que represente, com legitimidade social e sensibilidade política, os interesses dos trabalhadores na defesa da Constituição Federal.
Movimentos populares e centrais sindicais expressam a expectativa de que suas causas, históricas e contemporâneas, encontrem eco na mais alta Corte do país, hoje percebida como dominada por ministros oriundos de carreiras e círculos ligados aos grandes escritórios e ao mercado financeiro.
Predomina, segundo essa leitura crítica, uma hermenêutica constitucional moldada pelos interesses da Faria Lima e dos estratos mais ricos da sociedade, distante da realidade de quem depende da Justiça para garantir direitos e garantias fundamentais.
Nos bastidores políticos, há expectativa de que Lula avalie tanto o critério técnico quanto o simbólico.
A lealdade institucional, somada à trajetória pública de Gleisi, a colocam entre os nomes mais citados caso o Planalto decida corrigir a histórica sub-representação feminina no Supremo.
Embora outras lideranças também sejam cogitadas, o levantamento digital feito nas redes do Blog do Esmael confirma que, na base popular progressista, a ministra desponta como a escolha natural.
Moral da história: se a vaga no STF for de uma mulher, os leitores já escolheram a sua.
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Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.




