Explosões em Caracas elevam tensão entre EUA e Venezuela

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O episódio ocorre no contexto de uma campanha de pressão conduzida pelo presidente Donald Trump contra o presidente Nicolás Maduro, no poder desde 2013. O Departamento de Estado dos EUA acusa o governo venezuelano de vínculos com o narcotráfico, acusações negadas por Caracas.

Desde o fim de agosto, o Pentágono concentrou tropas, aeronaves e navios no Caribe. Autoridades americanas dizem ter atacado embarcações pequenas sob suspeita de contrabando de drogas. Especialistas em uso da força questionam a legalidade dessas ações, classificadas por críticos como execuções extrajudiciais. A Casa Branca sustenta que atua sob as leis da guerra, ao afirmar a existência de conflito armado com cartéis.

Versão de Caracas e alerta regional

A vice-presidência venezuelana denunciou agressão militar em Caracas e em estados como Aragua, Miranda e La Guaira, com mortes de civis, e exigiu dos EUA prova de vida imediata de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores. O Ministério da Defesa anunciou ativação de capacidades de defesa e convocou união nacional, afirmando violação da soberania.

Xadrez no mar e pressão sobre o petróleo

Em paralelo, um petroleiro ligado à chamada “frota sombra”, antes conhecido como Bella 1, passou a se apresentar com novo nome e registro russo, enquanto era acompanhado pela Guarda Costeira dos EUA. Moscou pediu formalmente que Washington interrompa a perseguição, elevando o risco diplomático em alto-mar. A movimentação integra uma estratégia de bloqueio seletivo a cargas de petróleo venezuelano, segundo autoridades americanas.

Leitura política

O cenário combina escalada militar, disputa jurídica e pressão energética. A ausência de confirmação independente sobre as explosões mantém o risco de desinformação, enquanto o uso da força sem mandato internacional amplia o custo político e humanitário. A crise venezuelana volta a ser tabuleiro de poder global, com impactos diretos na estabilidade regional.

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