Caso Queiroz completa um ano e assombra clã Bolsonaro


O caso Queiroz completa um ano e assombra o clã Bolsonaro, principalmente o senador Flávio Bolsonaro envolvido em repasses ilegais de funcionários de seu então gabinete de deputado estadual na Assembleia Lagislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no episódio que ficou conhecido como “rachadinha’. Além disso, há índicios de relações com grupos de milicianos do Rio de Janeiro.

Um ano após a revelação de que o ex-policial militar Fabrício Queiroz, assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, realizou movimentações suspeitas em uma conta bancária pelo então Coaf deixam um rastro de interrogantes e o clã Bolsonaro atua com toda força para torpedear as investigações.

A decisão tomada na última quinta-feira (28) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) cria as condições para o avanço das investigações. As suspeitas em torno de Queiroz incluem a prática da “rachadinha” e relações com grupos de milicianos no Rio de Janeiro.

As circunstâncias e os fatos revelados sobre a presença de milicianos e de seus parentes empregados no gabinete de Flávio Bolsonaro, com homenagens públicas e as ligações suspeitas de Queiroz com áreas próximas da milícia assombram o governo Bolsonaro.

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Além disso, os desdobramentos das investigações do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSol) indicam o envolvimento de pessoas próximas ao clã Bolsonaro.

Os rumos das investigações implicam no destino político imediato de Flávio Bolsonaro e quem sabe revelar os reais alcances da rede criminosa do clã Bolsonaro, que hoje ocupa o comando do governo federal.