Robôs de Bolsonaro desenterram Celso Daniel mais uma vez

Vire e mexe, os robôs bolsonaristas “desenterram” o caso Celso Daniel para atacar o Partido dos Trabalhadores. Desta vez, o motivo foi a passagem dos 900 dias desde a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL).

Durante o domingo, muitos internautas e lideranças políticas lembraram de Marielle e protestaram pela falta de solução no crime.

Foi o que bastou para o gabinete do ódio de Bolsonaro tomar as dores, vestir a carapuça, e e perguntar: E o Celso Daniel?

Celso Daniel era prefeito de Santo André (SP) quando foi sequestrado e morto. Apesar das especulações, ficou provado que não foi um crime político e sim um sequestro para pedido de resgate.

Mas, para quem inventou a “mamadeira de piroca”, não custa nada acusar o PT de matar um de seus líderes…

Lola Aronovich faz um raciocínio interessante no Twitter:

“Imagine se o assassino de Celso Daniel fosse vizinho de Lula e se no dia da sua execução outro cúmplice se reunisse no msm condomínio do Lula pra acertar os últimos detalhes. Imagine se o porteiro anotasse o número da casa de Lula como destino do cúmplice. Seria um escândalo!

Ressuscitar Celso Daniel é pura falta de argumentos…

O caso foi investigado pela Polícia Civil de São Paulo e pela Polícia Federal, na época dos governos do PSDB:

O Clã Bolsonarista sempre fica melindrado no caso Marielle. Isso demostra que alguma ligação existe entre o caso e a família do presidente. Ou, por que eles sempre vestem essa carapuça e tentam desviar o assunto?

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