Ovo de galinha vira símbolo da “prosperidade” de Bolsonaro e Paulo Guedes

Publicado em 27 novembro, 2019
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Na época de Fernando Henrique Cardoso, o FHC, o frango congelado virou símbolo do real. Com uma moeda de R$ 1 era possível comprar um quilo de carne branca.

No período do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, ambos do PT, o pleno emprego possibilitava ao do povo comprar a picanha. O corte bovino era o ícone da pujança petista, que ainda proporcionava a chance de os mais pobres viajarem de avião.

O mundo gira, a lusitana roda.

Não que é que o atual presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, transformaram o ovo de galinha como símbolo da “prosperidade” de seu governo?

Sim, o ovo de galinha.

De acordo com os produtores, cada brasileiro irá consumir até o final deste ano cerca de 230 ovos. É quase o dobro do que a gente consumia há dez anos.

Dentre os motivos do aumento do consumo do ovo está a recessão econômica e o desemprego. O alimento é uma rica fonte de proteína mais barata que a picanha dos tempos do PT ou do frango da era do PSDB.

Não estranhe o leitor que, em breve, o povo seja rebaixado para consumir pés de galinha.

Se o desemprego continuar na faixa dos 13 milhões e os precarizados na casa dos 40 milhões de trabalhadores, é bom já ir se acostumando até com sopa de pedras…

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