Senado argentino nega a legalização do aborto

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O Senado argentino rejeitou nesta madrugada (9), por 38 votos a 31, a legalização do aborto. O projeto havia sido havia sido aprovado na Câmara dos Deputados daquele país em junho.

Continua valendo a lei de 1921 em que a interrupção da gravidez é um crime punido com até quatro anos de prisão. Apesar do fato de que a cada minuto e meio uma mulher aborta naquele país.

A lei vigente só permite o aborto em caso de violação ou risco de vida para mãe.

A recusa ao projeto foi um balde de água fria não só para o movimento feminista argentino, mas também dos países vizinhos. O avanço na lei na Argentina trazia esperanças, suscitando o debate em todo o continente.

Milhares de pessoas acompanharam a votação debaixo de chuva, cobertos de verde, a cor que identifica os que defendem a legalização do procedimento.

Com informações de El País.