14 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em AO VIVO: Lula afirma que elite brasileira tem complexo vira-lata em relação aos EUA

AO VIVO: Lula afirma que elite brasileira tem complexo vira-lata em relação aos EUA

O ex-presidente Lula, em entrevista à TV 247, afirmou nesta quarta (14) que os problemas do Brasil, em comparação aos dos EUA, é porque a elite brasileira sofre do complexo de vira-lata. ... 

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13 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Julgamento de Lula deve ser suspenso já pelo TRF-4

O jornalista Paulo Moreira Leite, do 247, defende que o TRF-4 suspenda já o julgamento de Lula acerca do tríplex de Guarujá (SP). Segundo ele, a demanda não tem consistência jurídica porque surgiram provas irrefutáveis de que o imóvel é propriedade da empreiteira OAS. ... 

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26 de abril de 2017
por Esmael Morais
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Paulo Moreira Leite puxa “Fora Moro” hoje à noite em Curitiba

O jornalista Paulo Moreira Leite, diretor do portal Brasil 247, desembarca em Curitiba para debater nesta quarta-feira (26), às 19h, na sede estadual do PT, o partidarismo do juiz Sérgio Moro e a seletividade da Lava Jato. Leia mais

4 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Inclusão de Lula na Lava Jato visa enfraquecer resistência ao golpe

lava“Para além de qualquer base jurídica, a inclusão de Lula na Lava Jato, dias antes de o Senado decidir pela abertura do impeachment, representa uma tentativa de calar a principal voz na resistência ao golpe contra Dilma”, escreve o jornalista e escritor Paulo Moreira Leite, em artigo publicado no Brasil 247. Leia a seguir. Leia mais

13 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Pré-sal: Renan Calheiros e oposição tentam covardia contra Petrobras

por Paulo Moreira Leite, via Brasil 247
renan_petrobras_serraVez por outra, descobre-se que uma pessoa paranóica pode ter razão — e enxergar inimigos de verdade.

Constata-se, hoje, que nem o mais fanático adepto das teorias conspiratórias seria capaz de imaginar um roteiro tão óbvio para prejudicar o Brasil e os brasileiros.

Depois que a Lava Jato já completou um ano e meio, levando empresários, fornecedores e executivos para a prisão, deixando o governo Dilma Rousseff com uma perna quebrada, tenta-se retomar de qualquer maneira o mais antigo sonho das grandes multinacionais do petróleo e seus aliados internos, que trabalham há 62 anos contra a Petrobras.

A partir de um cálculo elementar, cuja base é a covardia, tenta-se aproveitar a hora de fraqueza do Planalto, para se tentar avançar de qualquer maneira no projeto 131, do senador José Serra, que propõe retirar a obrigatoriedade da presença da Petrobras na exploração do pré-sal — descoberta que alterou a posição do país no mercado mundial de combustíveis e abriu uma perspectiva duradoura de desenvolvimento sustentável para o país. Leia mais

17 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Paulo Moreira Leite: ‘Lula deveria ser aplaudido, não criticado’

Por Paulo Moreira Leite, via Brasil 247

Respondendo a um processo administrativo pela acusação de ter sido “negligente” no andamento de “245 feitos que estavam sob sua responsabilidade,” o procurador Valtan Timbó Martins Mendes Furtado é o mais novo candidato ao panteão de personagens desses tempos inglórios em que a justiça tornou-se acima de tudo um grande espetáculo.

No dia 8 de julho, Valtan Timbó pediu a abertura de um inquérito para investigar as suspeitas de “tráfico de influência” de Luiz Inácio Lula da Silva para favorecer a Odebrecht em viagens internacionais.

É bom saber que as bases reais para essa apuração dividem-se em nulas e ridículas, como vamos explicar mais adiante. Em situação de normalidade política, quando os direitos e garantias fundamentais são respeitados, e toda pessoa é tratada como inocente até que se prove o contrário, esse pedido de abertura de inquérito seria um episódio folclórico, condenado automaticamente ao esquecimento.

Mas vivemos outros tempos, anormais, como explicou o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello, onde prende-se primeiro para apurar depois.

Um dos presos da carceragem de Curitiba, hoje, é o executivo Alexandrino Alencar, que estava presente num jatinho alugado pela Odebrecht para uma viagem de Lula em 2013. Foi essa viagem que deu origem a uma reportagem em tom de escândalo da Época sobre um “voo sigiloso” à República Dominicana.

O pedido de abertura de inquérito, criminal, que pode levar à perda de liberdade em caso de condenação, é preocupante exatamente por isso.

Mostra que a vontade política de perseguir o ex-presidente atravessou a fronteira do razoável e deixou de ser uma questão individual ou do futuro do Partido dos Trabalhadores nas eleições de 2018.

Gostem ou não seus inimigos, Lula confunde-se com a democratização e as conquistas de direitos da população pobre do país, a inclusão e o progresso social.

O esforço para atingir o ex-presidente, sem uma base jurídica consistente, representa um risco para as conquistas democráticas da sociedade. Trinta e cinco anos depois de ter sido preso por 40 dias durante a ditadura militar, acusado de desrespeitar a Lei de Segurança Nacional que proibia greves, a perseguição a Lula é uma tentativa óbvia de retrocesso político.

Começando pela má qualidade da denúncia. As bases reais para essa investigação já tinham sido descartadas há dois meses pela procuradora original do caso, Mirella Aguiar.

Foi ela que acabou escalada para examinar um pacote de recortes de jornais e revistas sobre as viagens de Lula, entregue ao Ministério Público do Distrito Federal com o título oficial de Notícia de Fato. Claro que era possível ler insinuações cabeludíssimas naquele papelório. Segundo a Época, citando procuradores mantidos em conveniente anonimato, “as relações de Lula com a construtora, o banco e os chefes de Estado podem ser enquadradas, ‘a princípio’, em artigos do Código Penal. ‘Considerando que as obras são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES, caso se comprove que […] Lula também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o t Leia mais

3 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Escuta ilegal contra Youssef pode gerar nulidade na Lava Jato de Sérgio Moro

por Paulo Moreira Leite, via Brasil 247

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Denuncia de agente da Polícia Federal de Curitiba atinge pedra fundamental das investigações da Lava Jato: depoimentos iniciais de doleiro e Paulo Roberto Costa podem ter sido obtidos com auxílio de escuta ilegal

A CPI que apura a Operação Lava Jato ouviu um depoimento estarrecedor na tarde desta quinta-feira. Falando para os parlamentares reunidos numa sessão fechada, o agente da Polícia Federal Dalmey Fernando Werlang contou que: Leia mais

25 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma Rousseff terá coragem para regular a mídia no segundo mandato?

do Brasil 247
berzoiniA indicação de Ricardo Berzoini para o ministério das Comunicações, dada como certa em Brasília, é vista como o principal rosto do PT na Esplanada e confirma a importância da democratização da mídia no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, escreve Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, em seu blog.

“Hoje ministro de Relações Institucionais, Berzoni é um partidário assumido da democratização dos meios de comunicação. Bandeira histórica do Partido, a democratização ganhou corpo nas fileiras do PT e junto a camadas muito mais amplas da sociedade depois da campanha de 2014, quando vários indicadores demonstraram que os principais grupos de mídia atuaram abertamente para favorecer os adversários de Dilma”, diz trecho do artigo do jornalista. Leia mais

8 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Mesmo com MPE sugerindo aprovar contas, Dilma enfrenta seu maior obstáculo: Gilmar Mendes

do Brasil 247
dilma_gilmarO País entra numa semana decisiva. Nos próximos dias, o ministro Gilmar Mendes, do Superior Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, apresentará seu relatório sobre as contas de campanha da presidente Dilma Rousseff. Segundo informa Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, não haverá surpresa alguma: ele votará pela rejeição das contas, embora o Ministério Público Eleitoral tenha finalizado, neste fim de semana, relatório que sugere sua aprovação (leia aqui).

“Embora um dito popular afirme que ninguém sabe o que pode sair de bumbum de nenê, de barriga de mulher grávida e de cabeça de juiz, a maioria dos observadores acredita que Gilmar não irá surpreender ninguém e deve apresentar um voto pela rejeição das contas de Dilma. A dúvida, pelo que o 247 apurou, junto a profissionais de Direito envolvidos no caso, é saber a reação dos demais ministros”, informa PML. “Na pura matemática política do tribunal, pode-se prever uma divisão assim: 3 votos a favor de Gilmar, 3 votos contrários !” cabendo ao ministro Luiz Fux a posição de desempate. Mas Gilmar também pode ficar isolado, arrebanhando votos em número menor.” Leia mais

28 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Com apoio de Lula, Dilma quer governo mais conciliador em 2015

do Brasil 247
dilma_lula_levyApós vencer as eleições “mais apertadas ocorridas depois da democratização do país” e diante de manifestações de cunho fascista a favor de um golpe militar, a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta construir um novo pacto político, mais amplo do que o governo de 2010-2014. Convencida de que os problemas econômicos têm uma raiz política, quer ampliar a base do governo. Em sintonia com Lula, seus movimentos têm como objetivo aproximar-se dos mercados, que em vários momentos do primeiro mandato mostraram disposição de sabotar as medidas do governo. Leia mais

25 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Teori cobra explicações de Moro sobre deputados na Operação Lava Jato

do Brasil 247

teori

Os rumos da Operação Lava Jato nos meandros jurídicos podem mudar rapidamente. O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, acaba de mandar um questionamento oficial ao juiz Sergio Moro, que julga a Operação Lava Jato, com uma dúvida do advogado Fabio Tofic Simantob. O defensor do empreiteiro Gerson Almada, vice-presidente da Engevis, sensibilizou Teori com sua indagação a respeito da presença de deputados entre os envolvidos na Operação Lava Jato.

Dada a presença de parlamentares, que têm foro judicial privilegiado, o caso teria de sair da Vara Federal de Curitiba, comandada por Moro, para ‘subir’ diretamente ao STF, onde ganharia nova dinâmica processual. Os deputados envolvidos até agora na denúncia de recebimento de propinas são André Vargas (sem partido-PR) e Luiz Argôlo (SSD-BA).

O jornalista Paulo Moreira Leite, em seu blog no 247, noticiou no mês passado que a situação poderia provocar uma transferência do processo da Lava Jato, de resto, como manda a lei. Com o objetivo de evitar perder o controle sobre o processo, o juiz Sergio Moro tem orientado delatores premiados como o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Yousseff a não citar personagens como ministros, governadores e parlamentares em seus depoimentos, exatamente porque eles têm foro privilegiado e causaria, com isso, o mesmo movimento de fuga do processo das mãos de Moro. Leia mais

21 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Gênese da corrupção: Gilmar Mendes isentou Petrobras de licitações no governo FHC

do Brasil 247
gilmar_petrobras_fhcHá oito anos, quando pôde alterar as regras de concorrência na Petrobras e, assim, tornar mais forte o controle de contratações na maior estatal brasileira, o ministro do STF Gilmar Mendes “assinou decisão liminar que autorizava a empresa a usufruir das imensas liberalidades do regime especial de licitações”, resgata Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília. Ontem, reportagem do 247 apontou que a lei do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afrouxou controles na Petrobras (leia aqui).

O regime especial, ressalta o jornalista, é conhecido pela frouxidão, “vista como uma porta aberta para o impressionante conjunto de práticas escandalosas que têm sido denunciadas pela Operação Lava Jato”. “Vista em retrospecto, pode-se dizer que com a decisão Gilmar perdeu uma excelente oportunidade para dificultar o trabalho dos empreiteiros e executivos acusados de manipular cofres da Petrobras”, avalia PML. Leia mais

17 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Oposição tenta “golpe pós-moderno” contra Dilma, diz PML

do Brasil 247
dilma_golpe_pos_modernoConsumando a quarta vitória eleitoral consecutiva de um bloco de poder historicamente excluído do comando do Estado, a eleição impôs uma derrota sem precedentes aos sistemas de poder que governaram o país ao longo da maior parte de sua história. Mesmo assim, o país assiste hoje, a um esforço articulado para cercar o novo governo e tumultuar sua posse, se não for possível impedir que ela ocorra. Quem diz isto é o jornalista Paulo Moreira Leite, na mais recente postagem em seu blog no 247... 

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24 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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“Veja é fábrica de mentiras e de ódio”, afirma ex-presidente Lula

por Paulo Moreira Leite, via Brasil 247

Poucas horas depois de tomar conhecimento da reportagem de capa da VEJA, Luiz Inácio Lula da Silva reagiu de forma indignada em entrevista ao 247:

!” A Veja é a maior fábrica de mentiras do mundo. Assim como a Disney produz diversão para as crianças, a VEJA produz mentiras. Os brinquedos da Disney querem produzir sonhos. As mentiras da VEJA querem produzir ódio, disse ele, referindo-se a um elemento da química eleitoral que adquiriu uma presença importante na campanha de 2014.

Poucos políticos brasileiros foram alvo de tamanha quantidade de reportagens negativas por parte da VEJA como Luiz Inácio Lula Silva. Reportagens erradas, bem entendido, que não debatiam suas ideias políticas, nem o PT, mas questionavam seu caráter e sua formação. Os dois episódios mais conhecidos ocorreram no ano de 2006, quando Lula disputava a reeleição !” momento especialmente propício para desastres midiáticos, como se sabe.

Em maio a revista publicou a denúncia de que Lula e vários ministros possuíam contas secretas no exterior. Como aconteceu com a capa Eles sabiam de tudo!, a revista não possuía informações confiáveis para sustentar o que dizia, admitia isso perante os leitores !” mas não se furtou lançar acusações gravíssimas que, se fossem comprovadas, levariam a um impeachment do presidente. Mas era uma farsa grotesca, com dados que não combinavam, misturados num enredo mirabolante. O autor da apuração chegou a deixar claro a seus superiores que a história não batia, possuía várias contradições !” mas ela foi publicada mesmo assim.

Em outubro daquele ano, à s vésperas do pleito onde Lula disputou a reeleição, VEJA publicou O Ronaldo de Lula,! onde sugeria que Fábio Luís, filho do presidente, havia feito fortuna atuando como lobista do governo do pai. Havia dados e números sobre os negócios de Fábio Luís mas nenhum episódio que provasse o que se insinuava.

No início do ano passado, Lula e Roberto Civita, o dono da editora Abril, foram vizinhos no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Lula seguia no tratamento contra o câncer na laringe, do qual se recuperou, enquanto Civita cuidava do aneurisma no abdômen, causa de sua morte. Informado da gravidade da doença do empresário, Lula decidiu lhe fazer uma visita de cortesia. Civita reagiu com surpresa à  chegada do ex-presidente. Em determinado momento, Civita lembrou-se da matéria sobre Fábio Luíz e disse a Lula que lamentava terem feito aquela acusação sem provas. Lula tranquilizou Civita. Disse que não fora ali para discutir, mas para lhe desejar boa sorte. Poucos minutos depois, retirou-se.

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10 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Divulgação da delação põe em xeque a imparcialidade da Justiça!, afirma conselheiro do MP

via Brasil 247

Conselheiro Nacional do Ministério Público, professor Luiz Moreira considera que a publicação na mídia das denúncias feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef compromete a imparcialidade da Justiça; “Cria-se a sensação de que estamos num vale tudo e que o sistema de justiça além de imiscuir-se na disputa eleitoral também não tem compromisso com a ordem jurídica”, diz Moreira, em entrevista ao blog de Paulo Moreira Leite; ele explica que “a seletividade é óbvia”, uma vez que trechos dos depoimentos são “criteriosamente” escolhidos para serem divulgados, e ressalta que “os testemunhos só são verossímeis se acompanhados de provas. Sem provas, não têm qualquer valor jurídico”.

A divulgação na imprensa de denúncias sobre um esquema de corrupção envolvendo políticos e executivos de empreiteiras feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, por meio de acordo de delação premiada, não só interferem na disputa eleitoral como colocam em xeque a imparcialidade da Justiça. A opinião é do membro do Conselho Nacional do Ministério Público, doutor em Direito e professor Luiz Moreira.

Em entrevista ao blog do jornalista Paulo Moreira Leite, no 247, Moreira afirma, sobre a divulgação parcial dos depoimentos: “Cria-se a sensação de que estamos num vale tudo e que o sistema de justiça além de imiscuir-se na disputa eleitoral também não tem compromisso com a ordem jurídica”. Ele afirma ser “lamentável que o sistema de justiça produza essa anomalia, ou seja, que um procedimento judicial cercado de técnicas sofisticadas de colhimento dos testemunhos simplesmente se volte contra a ordem judicial que determina seu sigilo”.

O jurista acredita que “a seletividade é óbvia” quanto à  publicação de trechos dos depoimentos. “Há uma engenharia responsável pelo vazamento que seleciona criteriosamente que partes devem ser divulgadas e o momento adequado para que o vazamento chame mais atenção e cause mais impacto nos eleitores”, detalha. Moreira ressalta, por fim, algo que não vem sendo considerado pela mídia familiar: “os testemunhos só são verossímeis se acompanhados de provas. Sem provas, não têm qualquer valor jurídico”.

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3 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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‘Marina provocou 2!º, mas pode ficar fora da disputa’, analisa jornalista

do Brasil 247
A presidenciável pelo PSB, Marina Silva, corre o risco de não participar do segundo turno que ela própria criou, analisa Paulo Moreira Leite, em seu blog no 247. Na nova coluna, o jornalista critica resposta dada ontem pela candidata quando questionado sobre juros altos. “A resposta evasiva de Marina demonstra que o principal traço de sua atual personalidade política são os compromissos com o mercado financeiro”, diz.

PML lembra também que, quando foi anunciada como substituta de Eduardo Campos, que morreu em um trágico acidente, a candidata passou a ser protegida pela mídia familiar. A explicação, segundo ele: sua entrada na campanha foi boa “para a estratégia de quem pretendia vencer Dilma de qualquer maneira. Marina entrou na campanha para garantir votos que levariam a um segundo turno”.

“As semanas finais da campanha mostraram Marina como uma candidata frágil do ponto de vista político, em episódios que seria ocioso recordar aqui. A cena ontem mostrou uma candidata em busca de uma nova coerência. Capaz de lançar uma proposta-isca para os eleitores, como o 13o no Bolsa Família, ela não se atreve a cometer qualquer gesto !” nem um comentário !” que possa arranhar seus parceiros do capital financeiro”, escreve o jornalista.

Leia a íntegra em Uma surpresa final para Marina

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