7 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Trabalhador perderá 8% da renda média mensal se Bolsonaro cortar abono

Trabalhador perderá 8% da renda média mensal se Bolsonaro cortar abono

A equipe econômica do governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL/RJ) prepara mais um golpe no bolso do trabalhador: o fim do abono salarial para os 21,3 milhões (52%) dos trabalhadores e trabalhadoras formais que ganham até dois salários mínimos (R$ 1.996,00). Pela proposta do governo, o abono só seria pago para os 2,6 (6%) que ganham até um salário mínimo (R$ 996,00). ... 

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5 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Pacote de maldades de Bolsonaro restringe abono salarial

Pacote de maldades de Bolsonaro restringe abono salarial

A proposta do governo Bolsonaro também pretende restringir o pagamento do abono salarial aos trabalhadores que recebem um salário mínimo por mês. Atualmente, o abono é pago a todos que recebem até dois salários mínimos. ... 

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15 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo Bolsonaro quer ‘amputar’ abono salarial dos trabalhadores

Governo Bolsonaro quer ‘amputar’ abono salarial dos trabalhadores


O governo de Jair Bolsonaro (PSL) quer cortar R$ 266 bilhões das contas públicas até 2022. Para isso, estuda medidas que atingem em cheio os trabalhadores brasileiros. Uma das propostas prevê restringir o pagamento do abono salarial. A medida atingiria os trabalhadores com remuneração de até dois salários mínimos.

O abono salarial assegura o valor de um salário mínimo anual aos trabalhadores brasileiros que recebem em média até dois salários mínimos de remuneração mensal de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor

O salário mínimo também está na mira. A intenção é fixar nova regras para o reajuste, apenas com a correção da inflação. Vale lembrar que a política de valorização criada pelo ex-presidente Lula garantiu aumento real de 76% entre 2003 e 2015 para milhões de trabalhadores.

*Com informações do Seeb-BA Leia mais

12 de junho de 2015
por Esmael Morais
22 Comentários

Artigo de Paulo Rossi: “Governo Dilma assalta direitos da classe trabalhadora”

requiao_gleisi_rossiPaulo Rossi*

O (des)ajuste fiscal promovido pela presidente petista Dilma Rousseff foi um verdadeiro assalto ao bolso e aos direitos duramente conquistados pelos trabalhadores, ao longo de décadas, através de suas entidades sindicais.

As recentes medidas provisórias aprovadas pelo congresso nacional, as famigeradas MPs 664 e 665, defendidas por parlamentares da base governista, inclusive com o voto dos senadores paranaenses Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), alegam que não prejudicariam os menos favorecidos, ou seja, a classe trabalhadora. Mas estas medidas provisórias retiram, sim, DIREITOS.

Ao aprovar a MP 664, que trata da pensão por morte, o argumento foi de que havia muitas fraudes. Ora, se existem essas fraudes, que se punam os criminosos! Mas é inadmissível que cônjuges e dependentes paguem o preço da incompetência gerencial do governo federal que, ao invés de fiscalizar e corrigir esses possíveis erros, penaliza pessoas honestas.

Já em relação a MP 665, avaliamos que essa foi uma verdadeira “facada” da presidente Dilma nos trabalhadores, pois endurece as regras para a concessão do seguro-desemprego, do seguro-defeso e do abono salarial. Leia mais

30 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
52 Comentários

Dilma põe ajuste fiscal na conta dos trabalhadores; haverá reação dos sindicatos ou está tudo dominado?

A então candidata à  reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, desfilou em carro aberto ao lado do senador Roberto Requião (PMDB-PR), durante o segundo turno, nas ruas centrais de Curitiba. Foto: Geraldo Bubniak / AGB.

A então candidata à  reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, desfilou em carro aberto ao lado do senador Roberto Requião (PMDB-PR), durante o segundo turno, nas ruas centrais de Curitiba. Foto: Geraldo Bubniak / AGB.

A presidenta Dilma Rousseff (PT), contrariando seu discurso na campanha pela reeleição, anunciou ontem (29) medidas de ajuste fiscal que sacrificam benefícios sociais dos trabalhadores brasileiros.

Sob o pretexto de economizar R$ 18 bilhões — ou 03,% do Produto Interno Bruto (PIB) — a mandatária pôs a ‘crise de caixa’ na conta de programas sociais, que ela dizia não mexer “nem que vaca tussa”.

O senador Roberto Requião (PMDB), que coordenou no Paraná a campanha da petista no segundo turno, não economizou críticas e ironias a Dilma: “Nem que a vaca tussa?”, tuitou, como se dissesse “fui enganado”.

NEM QUE A VACA TUSSA? ... 

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