Soberania, organização e futuro: o PT do Paraná se prepara para vencer o atraso | COLUNA DO ANDRÉ VARGAS


Chegamos ao final de 2025 contrariando todas as previsões dos chamados profetas do apocalipse. O governo Lula encerra o ano consolidado, derrotando o pessimismo de parte do mercado e a torcida do quanto pior, melhor de uma oposição que segue sem rumo, sem unidade e sem projeto para o país.

Para entender a dimensão dessa vitória, é preciso olhar o cenário real. Lula não governa em céu de brigadeiro. Governa enfrentando um Congresso hostil e uma conjuntura internacional dura, marcada por instabilidade econômica e disputas geopolíticas cada vez mais agressivas.

Soberania diante da conspiração

O maior desafio de 2025 foi diplomático. As tarifações extorsivas impostas por Donald Trump atingiram diretamente o Brasil. Não se tratou apenas de pressão externa. Houve uma articulação interna da extrema direita bolsonarista, que chegou ao cúmulo de contar com a participação ativa de um parlamentar de Londrina, atuando contra os interesses do próprio país.

Mesmo diante desse ataque coordenado, Lula mostrou a estatura de estadista reconhecida internacionalmente. Negociou com firmeza, protegeu a economia nacional, abriu novos mercados e manteve a soberania brasileira intacta, sem se curvar a interesses estrangeiros nem ao entreguismo da extrema direita.

A colheita entre a realidade e a narrativa

Enquanto a oposição grita, o Brasil trabalha. O ano termina com obras do PAC em andamento, programas sociais funcionando, desemprego em queda, renda do trabalhador em recuperação, avanço na justiça tributária e preços sob controle.

A vida do povo melhorou. E contra fatos, não há narrativa de zap que sobreviva.

Paraná: organização para o enfrentamento

É com esse cenário nacional que o PT volta seus olhos para o Paraná. Estamos reorganizando o partido com um objetivo claro: disputar e vencer. A reativação dos diretórios municipais e o fortalecimento dos setoriais não são burocracia, são a base do exército político que vai defender nosso legado e apresentar um novo futuro ao estado.

O Paraná não pode continuar refém de dois projetos que infelicitam o seu povo.
De um lado, o governo ultraliberal de Ratinho Junior, que vende energia, água e até escolas.
De outro, o retrocesso representado por Sérgio Moro, com sua agenda punitivista, vazia e distante das reais necessidades da população.

A estratégia para 2026

Nossa tarefa é construir uma aliança ampla, capaz de garantir um palanque forte para a reeleição do presidente Lula no Paraná, com chances reais de vitória. Requião Filho surge como expressão da esperança popular.

O Paraná não é terra arrasada. É campo de disputa.

Estamos desenhando uma chapa forte para a Assembleia Legislativa, para a Câmara Federal e tratando a eleição ao Senado como prioridade absoluta. Precisamos de representantes em Brasília que defendam o Paraná e o Brasil, não de políticos que conspiram contra a nação.

Chamado à militância

Aos militantes, fica o chamado. O ano termina com o governo federal aprovado e a economia nos trilhos. A oposição está grogue. É hora de ocupar os espaços, da capital ao interior, e mostrar que temos o melhor projeto para o Brasil e para o Paraná.

A luta continua.
A vitória será fruto da nossa organização.


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