Tic-tac: falta uma semana para o fim do ódio e de 100 anos de sigilo

Falta apenas uma semana para o fim do ódio e de 100 anos de sigilo no governo. Tic-tac.

Também faltam apenas sete dias para o Brasil resolver problemas agravados como fome, desemprego, salários baixos, preço do gás de cozinha, carestia e inflação alta.

Compare o que está em jogo nas eleições 2022, na disputa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente cessante Jair Bolsonaro (PL).

Fim da fome no Brasil

Com Lula, crescia o número de brasileiros que comiam e diminuía os que tinham falta de comida. Tanto que, quatro anos depois de Lula deixar a Presidência, a ONU declarou que o Brasil estava fora do Mapa da Fome. Com Bolsonaro, a situação se inverteu. O preço da comida não para de subir, e, pela primeira vez, quase 60% dos brasileiros estão em insegurança alimentar.

Volta do pleno emprego

Lula diz e sempre repete: “Gerar emprego para mim é uma obsessão”. Já Bolsonaro diz: “Gerar emprego não é função minha”. O resultado não podia ser outro que não o mostrado no gráfico abaixo. 

Economia

Valorização do salário mínimo

Com Lula, o salário mínimo teve aumento real, ou seja, subiu acima da inflação, todos os anos. Dilma fez o mesmo. Em 13 anos, foram mais de 74% de valorização. Com isso, os trabalhadores e os aposentados tinham sempre mais dinheiro para fazer as compras do supermercado.

Temer acabou com a política de valorização. E Bolsonaro não deu aumento real do mínimo um ano sequer. E no orçamento de 2023 que mandou para o Congresso, previu um aumento de apenas 6,76%, abaixo da previsão mais atual de inflação final de 2022 divulgada pelo Banco Central com base em análises de bancos: 7,11%.

Preço do gás de cozinha

Lula era presidente de verdade. Conversava com a direção da Petrobras e mantinha o preço do gás de cozinha e dos combustíveis sob controle. Nos oito anos que governou, o preço do botijão de gás não aumentou nem R$ 10.

Bolsonaro é covarde. Em vez de exercer sua autoridade de presidente, prefere dizer que não pode fazer nada. Resultado: pela primeira vez, os brasileiros pagaram mais de R$ 100 pelo gás de cozinha.

Inflação come o dinheiro

E por falar em preços… Quando Lula assumiu o governo, ele herdou uma inflação de mais de 12% de Fernando Henrique Cardoso. Quando ele deixou a Presidência, em 2010, a inflação estava menos que a metade.

Já Bolsonaro herdou de Temer uma inflação de 3,75%. E só fez aumentá-la, até que os preços explodissem em 2021, com a inflação passando de 10%. Hoje, o acumulado nos últimos 12 meses está em 8,73%. Sem falar que, em 2022, a inflação dos alimentos está o dobro da inflação geral. É muita incompetência do ex-capitão.

Bolsonaro lula contra o tempo, tic-tac.

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