21 de março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Habeas corpus para o ‘gauchão’ Lula

Habeas corpus para o ‘gauchão’ Lula

O simples fato de o STF ter pautado o julgamento do habeas corpus de Lula, para esta quinta (22), deixou a direita ensandecida. Ou melhor: desnorteada. Basta ver a quantidade de fake news (notícias falsas) nessas horas que antecedem a sessão na Corte. ... 

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31 de janeiro de 2018
por esmael
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Não vai sair nos jornais: ‘Segundo o IVC, jornais encolheram 73% em apenas três anos”

Os jornais brasileiros encolheram 73% em apenas três anos, entre 2015 e 2017, informa o Instituto Verificador de Circulações (IVC), que audita os números do leitorado de jornais impressos e digitais no país. ... 

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15 de dezembro de 2013
por esmael
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A indireta de Gleisi para Richa: “não consigo ir à  academia”

por Klécio Santos, Brasília, para o Zero HoraEm meio a assessores estressados com a recepção do presidente da França, François Hollande, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, transpira tranquilidade. Pontualmente à s 10h30min, abre a porta do florido gabinete no quarto andar do Palácio do Planalto, trajando vestido, casaquinho de tweed e escarpim de verniz.

Os cabelos presos destacam brincos de pérolas. Na mesa principal, uma pilha de pastas. Gleisi, 48 anos, prefere conversar na mesa de reuniões, com as fotos dos filhos, João Augusto e Gabriela Sofia. Em nada lembra a “dama de ferro” ou o “pitbull”, como a chamavam nos tempos de Senado por conta de sua defesa ao governo do PT.

Agora, à s vésperas de deixar o cargo, Gleisi deve concorrer ao governo do Paraná contra o atual governador Beto Richa, do PSDB. Ela esconde o jogo sobre o futuro político, mas tentará viabilizar a candidatura retornando ao Senado, para onde foi eleita por 3,1 milhões de paranaenses. Pretende dedicar mais tempo à  paróquia.

Desde 2011, quando recebeu o convite de Dilma Rousseff para ocupar o antigo posto da presidente, na esteira do escândalo que derrubou o então titular Antonio Palocci, a rotina de Gleisi mudou. Chega cedo e quase nunca deixa o Planalto antes das 22h. Nem levar os filhos no colégio, atividade que esperava manter, ela consegue.

!” Eles estão indo de van !” lamenta.

Casada com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, Gleisi se destacou na equipe de transição para o governo Lula, em 2002. Foi convidada pelo então presidente para ser diretora Financeira da Itaipu Binacional.

A Zero Hora, fez um balanço dos dois anos e meio em que comandou uma das principais pastas da Esplanada, mas falou ainda sobre mensalão e vida pessoal ao longo de cerca de 40 minutos de conversa, só interrompida pelo chamado de Dilma para recepcionar Hollande.

Confira a seguir trechos da entrevista:

Zero Hora !” A senhora vai deixar a Casa Civil para concorrer ao governo do Paraná?

Gleisi Hoffmann !” Não há definição. Isso só será feito em 2014. Existe a possibilidade de eu deixar a Casa Civil no início do ano que vem para avaliar.

ZH !” Como é a experiência de ser a Dilma da Dilma?

Gleisi !” Não sou a Dilma da Dilma. A presidenta tem outra característica. Tentei suprir uma demanda que a própria presidenta passou, de ter a atenção voltada para organização interna do governo, monitorando os programas, coordenando as ações para buscar resultados à  população. Jamais pretendi substituí-la.

ZH !” O perfil da senhora é diferente dos seus antecessores, como José Dirceu, Antonio Palocci e a própria presidente. Qual a marca que a senhora deixa na Casa Civil?

Gleisi !” Não tenho preocupação de deixar marca. Aqui é a antessala do gabinete da Presidência, quem deixa marca é a presidenta. Minha atuação é de retaguarda, para fazer as coisas andarem da melhor forma possível.

ZH !” Como a senhora vê as prisões do mensalão?

Gleisi !” à‰ um caso que pertence ao Judiciário, já foi julgado. Só espero que o rigor com que esse julgamento aconteceu seja o rigor que permeie todos os demais jul Leia mais