20 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Garganta Profunda: Beto, o retorno

Se o governador imagina que foi uma dor de cabeça a repetição da viagem para o roteiro China-Rússia, agora com direito a macaron e cafezinho na Laduré em Paris, mal ele sabe o que o espera na sua chegada.

Dois assuntos dominam a pauta no Palácio e serão apresentados a Beto assim que ele puser novamente os pés no gabinete do terceiro andar.

As intrigas e fofocas entre o terceiro e quarto andar, na passagem do cargo de Traiano para Cida Borghetti, estiveram em ebulição máxima.

Isso porque teriam descoberto quem forneceu material para a imprensa com os dados secretos da viagem, derramando leite azedo no périplo oficial.

Os marechais de campo agora vão propor a Beto que declare guerra, com todos os seus horrores, contra os infiéis.

A segunda pauta é até mais grave.

A reportagem da Carta Capital nesta semana botou em situação difícil o Secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita.

É que o diretor de combate ao crime organizado na PF do Paraná, responsável pela parte operacional e o número dois da corporação no Estado, Delegado Igor Romário, escreveu de próprio punho um organograma criminoso onde coloca em lugar de destaque, por duas vezes, o secretário Mesquita, na chamada “aranha” criminosa que estaria trabalhando contra a Lava Jato.

Como a PF passou a investigar este assunto pela sua área de “assuntos internos” em Brasília, segundo diz a matéria, já há pessoas no quarto andar do Palácio que acham que Beto deve se desfazer do Delegado Mesquita, antes que seja tarde demais.

O quarto andar também tem preocupação com respingos em Mesquita, por conta da reabertura do tema de cargos comissionados na ALEP, pela Gazeta do Povo, que pode levar a uma reedição dos Diários Secretos.

O secretário Mesquita foi o autor da “tese dos black blocks infiltrados” na manifestação dos professores de 29 de abril, quando apresentou fotos e vídeos em coletiva para a imprensa.

A tese foi lançada para salvar o pescoço de Francischini, o Batman, mas foi soterrada horas depois pelo depoimento de professores e alunos de enfermagem da UEL que comprovaram que apenas estavam produzindo remédios caseiros contra bombas de gás e pimenta.

Alguns assessores acham, no entanto, que vale a pena correr o risco, pois Mesquita é muito disciplinado e não incomoda em nada no governo.

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16 de fevereiro de 2015
por Esmael Morais
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Velha mídia esconde “Fora Beto” e maior escândalo da história financeira mundial, diz colunista da Folha

folha_hsbc_richa.jpgNão é o Blog do Esmael, crítico atroz do laissez-faire, quem registra a “desatenção” da velha mídia nacional com o caso HSBC na Suíça, banco que ajudou milionários a ocultar bilhões de dólares, inclusive muitos brasileiros, e esconder! uma “revolução” em curso que sacode o governo Beto Richa (PSDB) no Paraná. à‰ o jornalista Ricardo Melo, colunista do jornal Folha de S. Paulo, quem alerta para essas lacunas! no artigo “HSBC e Beto Richa”.

Cerca de 9 mil brasileiros estão entre os 100 mil correntistas do mundo todo envolvidos na maracutaia do HSBC, que movimentam US$ 100 bilhões ou R$ 300 bilhões em moeda nacional.

A velha mídia nacional que se diz “investigativa” não quer enfiar a mão na cumbuca do HSBC porque, certamente, ela própria ou seus sócios estejam mergulhados na lama. “Esquisito”, registra o colunista da Folha, ao comentar o sumiço do assunto da pauta.

Ricardo Melo também anota na Folha, edição deste domingo (16), que houve uma “revolução” no Paraná capitaneada por servidores públicos, trabalhadores e estudantes que obrigaram o governador reeleito Beto Richa, do PSDB, a recuar no chamado “pacote de maldades” enviado à  Assembleia Legislativa.

“Entre outros disparates, o tucano propunha confiscar a previdência dos servidores para tapar rombos da antiga administração –dirigida por ele mesmo!”, ironizou o colunista, que estranha o fato de deputados chegarem de camburão na sessão que não conseguiu votar o pacote. “Notícia daquelas, de repercussão nacional, exceto na mídia de fora da região.”

“Foi na capital do Paraná. Mesmo Estado onde fica a Londrina do juiz Sérgio Moro, sede do antigo Bamerindus vendido a preço simbólico ao HSBC e do Banestado (Banco do Estado do Paraná), pivô da CPI que durante os anos 90 catapultou o doleiro Alberto Yousseff para manchetes. Mera coincidência, talvez”, finaliza o atento colunista da Folha.

A seguir, leia a íntegra do artigo publicado na Folha de S. Paulo: Leia mais

10 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: “Enquanto estouram escândalos no país, MP faz farra com diárias”

 Requião Filho, em sua coluna desta quinta, abre fogo contra procuradores do Ministério Público Federal, que, segundo ele, promovem farra com diárias no órgão que deveria dar o exemplo; Onde estava o MP nas negociações bilionárias da Petrobras? Onde estava o MP quando a Rede Globo tornou-se a maior devedora da Receita? Onde fica o MP quando a imprensa não faz a denúncia? Em qual gaveta descansam em berço esplêndido as inúmeras denúncias encaminhadas ao MP?!; ora, viajando com diárias pagas pelo contribuinte; a grave denúncia do colunista aponta que apenas um procurador recebeu R$ 100 mil reais em diárias; Quem fiscaliza os fiscais? Os paladinos da Justiça se beneficiam do fato de eles mesmos se fiscalizarem e da certeza do silêncio da imprensa e da classe política por medo de represálias!, indigna-se o especialista em políticas públicas, que também estranha o volume de denúncias contra políticos em ano eleitoral; leia o texto.


Requião Filho, em sua coluna desta quinta, abre fogo contra procuradores do Ministério Público Federal, que, segundo ele, promovem farra com diárias no órgão que deveria dar o exemplo; Onde estava o MP nas negociações bilionárias da Petrobras? Onde estava o MP quando a Rede Globo tornou-se a maior devedora da Receita? Onde fica o MP quando a imprensa não faz a denúncia? Em qual gaveta descansam em berço esplêndido as inúmeras denúncias encaminhadas ao MP?!; ora, viajando com diárias pagas pelo contribuinte; a grave denúncia do colunista aponta que apenas um procurador recebeu R$ 100 mil reais em diárias; Quem fiscaliza os fiscais? Os paladinos da Justiça se beneficiam do fato de eles mesmos se fiscalizarem e da certeza do silêncio da imprensa e da classe política por medo de represálias!, indigna-se o especialista em políticas públicas, que também estranha o volume de denúncias contra políticos em ano eleitoral; leia o texto.

Requião Filho* ... 

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