2 de Janeiro de 2018
por esmael
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PT: “Inauguração do viaduto Dona Marisa Letícia sem o Doria é até melhor”

O ex-presidente nacional do PT, Rui Falcão, deu um sentido prático à mesquinharia do prefeito de São Paulo João Doria (PSDB). “Todo o apoio à inauguração popular do viaduto Dona Marisa Letícia. Sem o Doria é até melhor”, disparou. Leia mais

30 de dezembro de 2017
por esmael
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Marisa Letícia vira nome de viaduto em SP. Aécio Neves vira “marginal” nas redes sociais

A ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta em fevereiro deste ano, foi homenageada emprestando o nome a um viaduto em construção na zona sul de São Paulo. O projeto foi sancionado pelo prefeito em exercício de São Paulo, Milton Leite (DEM). Nas redes sociais, onde se disputa a narrativa, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) virou nome de “marginal” na cidade. Leia mais

4 de julho de 2014
por esmael
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Velha mídia usa tragédia em BH para sua revanche na Copa

do Brasil 247
Até aqui, a imprensa familiar brasileira vinha sofrendo a maior goleada da história das Copas. Depois de apostar no fiasco da Copa do Mundo de 2014 e usar seus colunistas para disseminar o pânico de um vexame internacional, o pequeno oligopólio da mídia no Brasil tentou marcar nesta sexta-feira, dia em que o Brasil decide contra a Colômbia uma vaga nas semifinais, um golzinho de honra. Nem que para isso tenha sido necessário explorar uma tragédia, ocorrida ontem em Belo Horizonte, onde um viaduto desabou e matou duas pessoas.

O lamentável acidente, decorrente de uma provável falha de engenharia da empreiteira Cowan, ganhou uma embalagem peculiar nos jornais brasileiros, com sabor de vingança. Na Folha, o fato se transformou na manchete “Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH”. No Globo, “Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH”. No Estado, “Viaduto planejado para Copa cai e mata 2”. Ou seja: depois da constatação de que os aeroportos funcionaram a contento e de que os estádios (que para determinado grupo de mídia ficariam prontos apenas em 2038) encantaram o mundo, caiu um viaduto. Era o que bastava para a execução da revanche.

Nos três três jornais, a ênfase foi dada ao fato de se tratar de uma obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da execução de estados e municípios. No caso concreto, embora a obra tenha recebido financiamento de R$ 171,7 milhões do governo federal, a responsabilidade pela execução era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB e aliado do PSDB na política mineira.

Na Folha, que foi o jornal que produziu a manchete mais milimétrica contra a Copa após o incidente, houve ainda espaço para um editorial, chamado “Humor de Copa”, sobre o impacto do sucesso do Mundial na mais recente pesquisa Datafolha, onde a presidente Dilma foi de 34% a 38% das intenções de voto. Num dos trechos, comentou-se o incidente de ontem em Belo Horizonte. “Verdade que, até quarta-feira, registravam-se somente incidentes operacionais de menor impacto; o mais grave deles havia sido a invasão de chilenos no Maracanã, fruto de uma falha de segurança. Nada comparável à  queda de um viaduto em Belo Horizonte. O acidente, ocorrido ontem, resultou na morte de ao menos uma pessoa e deixou 22 feridos. A obra faz parte do pacote de melhorias de mobilidade urbana e não ficou pronta no prazo prometido. Não foi, felizmente, tragédia de maiores proporções. Serve para lembrar, ainda assim, o quanto houve de irresponsabilidade e improviso, para nada dizer de corrupção, na organização do Mundial. O primeiro jogo da Arena das Dunas, em Natal, deu-se sem a liberação dos bo