6 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em TJ-RJ suspende direitos políticos de Lindbergh Farias

TJ-RJ suspende direitos políticos de Lindbergh Farias

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) referendou nesta quarta-feira (6) uma decisão inconstitucional e arbitrária de uma juíza de primeira instância que havia suspendido, em dezembro do ano passado, os direitos políticos do então senador do PT do Rio Lindbergh Farias. ... 

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18 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em CNJ dá 15 dias para desembargadora do TJ do Rio explicar posts contra políticos

CNJ dá 15 dias para desembargadora do TJ do Rio explicar posts contra políticos

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta quinta-feira (17) um procedimento preliminar de investigação e determinou que a desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), preste esclarecimentos em 15 dias sobre posts nas redes sociais com críticas ao senador Renan Calheiros (MDB-AL) e ameaça a Guilherme Boulos, que é líder do MTST e foi candidato a presidente pelo PSOL.

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17 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Boulos vai processar desembargadora do Rio por incitação ao crime

Boulos vai processar desembargadora do Rio por incitação ao crime

O líder do MTST, Guilherme Boulos (PSOL), usou o Twitter nesta quinta-feira (17) para afirmar que vai processar a desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), por incitação ao crime.

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Na última terça-feira (15), Marília Castro Neves compartilhou uma imagem de Boulos acompanhada da seguinte escrita: “Olha a cara triste de quem vai ser recebido a balas, depois do decreto de Bolsonaro”.

“Esta é a desembargadora Marília Castro Neves, do TJ do Rio de Janeiro. Já responde judicialmente por ofensas a Marielle Franco e outras postagens inadequadas. Um magistrado tem que ter equilíbrio, não pode incitar ao crime. Agora responderá mais uma ação judicial”, reagiu o líder do MTST no Twitter.

A desembargadora já havia se envolvido em inúmeras polêmicas por causa de suas postagens nas redes sociais.

Quando a vereadora Marielle Franco (PSOL) foi assassinada no Rio, Neves postou que a parlamentar estava “engajada com bandidos”.

Sobre o deputado Jean Willys (PSOL), a desembargadora afirmou em suas redes ser favorável a um paredão profilático, “embora não valha a bala que o mate e o pano que limpe a lambança, não escaparia do paredão”.

Em outra postagem, Marília Castro Neves disparou contra a Lei Maria da Penha.

“Até onde se sabe, numericamente somos maioria, o que não impede a politicamente correta Lei Maria da Penha de ser covardemente utilizada contra o homem nas relações conjugais – ou semelhante”.

Em um grupo fechado do Facebook intitulado “Juízes”, Neves debochou de uma professora com síndrome de Down.

“Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que fui ali me matar e já volto, tá?”.

Esta é a desembargadora Marília Castro Neves, do TJ do Rio de Janeiro. Já responde judicialmente por ofensas a Marielle Franco e outras postagens inadequadas. Um magistrado tem que ter equilíbrio, não pode incitar ao crime. Agora responderá mais uma ação judicial. pic.twitter.com/IZBlV4yfjI ... 

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