10 de Abril de 2018
por esmael
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3 de Março de 2015
por esmael
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Lava Jato: Presidentes da Câmara e do Senado estão na lista de Janot

do Brasil 247
Os presidentes das duas Casas do Parlamento brasileiro estão na lista dos políticos que o procurador geral da República, Rodrigo Janot, irá pedir nesta terça-feira, 3, ao Supremo Tribunal Federal para investigar.

Renan Callheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, terão contra si pedidos de inquérito para apurar se foram beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras.

Eduardo Cunha teria doação de campanha no valor de R$ 500 mil de uma das empreiteiras investigadas na operação Lava Jato. Seu nome foi citado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, durante depoimento de delação premiada.

Como o 247 mostrou, nesse domingo, 1, Cunha recebeu sinais de que seu nome estaria na lista negra de Janot. Segundo aliados, Cunha teria reagido com cólera e disposto a se vingar do governo. Na semana passada, ele afirmou que a “a Câmara não ia parar! por causa da lista. Primeiro, que não tem processo de cassação. Para começar um processo de cassação vai demorar muito. Tem que ter representação, depois tem que ter admissibilidade, e depois de votar admissibilidade, tem que instaurar o processo. A Casa vai trabalhar normalmente”, disse.

Com os dois principais nomes do Congresso Nacional com pedidos de investigação, a crise gerada pela operação Lava Jato dá sinais de que pode estar longe de um desfecho e atingir mais pessoas do que o estimado pelos investigadores.

O 247 antecipou também com exclusividade que o único dos 27 governadores que terá pedido de investigação protocolado no Superior Tribunal de Justiça pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, é Tião Viana (PT), do Acre. Viana foi citado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, durante delação premiada nas investigações da Operação Lava Jato, como um dos beneficiários do esquema de pagamento de propinas na Petrobras. O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), cujo envolvimento chegou a ser especulado, não será investigado (leia aqui).