13 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em URGENTE: Explosões são ouvidas em Damasco

URGENTE: Explosões são ouvidas em Damasco

Segundo relatos, explosões foram ouvidas na região de Damasco, na Síria, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira que estava ordenando “lançar ataques aéreos de precisão contra a Síria”. ... 

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13 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em EUA anunciam ataque à Síria

EUA anunciam ataque à Síria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que atacará a Síria. A ofensiva militar contará com o apoio da França e da Inglaterra. ... 

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22 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Golpes, levantes no mundo árabe e terrorismo como show pirotécnico no Brasil

golpe_primavera_brunoBruno Meirinho (PSOL), em sua coluna desta sexta (22), faz um paralelo entre a recente crise na Turquia com o golpe no Brasil. “A crise que o ‘ocidente’ esperava que ficasse apenas no oriente médio já começa a criar fraturas do lado de cá”. Leia mais

16 de novembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: As tragédias de cada dia, as dores de todos nós

Gleisi Hoffmann*

Momentos difíceis mostram o nível de evolução da humanidade. A empatia, possibilidade de nos colocarmos no lugar do outro, é o que nos faz sentir dor, repulsa, indignação pelas injustiças, covardias e tragédias. Recentemente nos afetaram o acidente irresponsável de Mariana, Minas Gerais, e os atentados em Paris.

Mariana chocou o Brasil. Como pode uma empresa nacional que aufere lucros tão altos pela exploração de minérios, tratar com tanto desdém a vida da população e a segurança do Meio Ambiente?! Ter um mar de lama varrendo vidas e comprometendo o futuro?!

O terrorismo em Paris chocou o mundo. Por que pessoas inocentes têm de morrer pela luta insana de ideias, crenças e territórios?!

Também foi impactante a foto do garoto sírio morto numa praia da Europa, e a migração de refugiados da guerra na Síria que tentam salvar suas vidas, arriscando tudo para chegar a um lugar de paz. Também causa repulsa a falta de solidariedade de países, que por medo, limitações ou xenofobia, repelem a entrada de seres humanos em seu território.

A guerra na Ucrânia, no Líbano, os conflitos na África, igualmente nos atingem. Assim como as chacinas e violência em nosso país. Toda empatia tem seu grau regulado pela proximidade do acontecimento, do grupo ou população envolvida, pelas responsabilidades elencadas e intensidade de divulgação nas mídias. De qualquer forma todas, em maior ou menor grau, causam-nos dor.

Não tenho dúvidas de que os momentos de tragédias que vivemos também são consequências da passividade que temos com o preconceito, indiferença, intolerância, vontade de vingança. Se somos condescendentes com as pequenas injustiças e transgressões, estamos contribuindo para que as grandes aconteçam. Nenhuma violência se justifica. Ela é, e sempre será, uma demonstração de fracasso.

O que mais me amedronta é que ações pós-tragédias, principalmente as terroristas  como a de Paris, costumam recair sobre o lado mais fraco de partes envolvidas.

Os noticiários já dão conta da maior ênfase dos dirigentes europeus em propostas radicais para combater o terrorismo, o que certamente aumentará a xenofobia, e vai agravar a situação da população que procura abrigo em território europeu.

Que tudo isso, além de nos indignar e causar dor à maioria das pessoas, faça com que vivamos em nosso cotidiano o ensinamento de Gandhi – devemos ser a mudança que queremos ver no mundo!

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

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7 de setembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: “Deixem passar as pessoas!”

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Gleisi Hoffmann*

Nessa semana, o mundo assistiu a cenas tristes, cuja origem está no preconceito e na intolerância. Porque é muito triste que uma criança tenha morrido para que o mundo acorde para o problema da migração.

Vivemos tempos contraditórios. As ideias de livre comércio são amplamente vitoriosas no mundo todo. As fronteiras se abrem cada vez mais para que passem os produtos e mercadorias que são trocados em escala mundial.

Ao mesmo tempo, cada vez mais barreiras se erguem para dificultar ou impedir a passagem das pessoas, mesmo em situações extremas, como agora, para fugir de guerras, da fome e da falta de condições dignas para a vida. Assim, o limite que nos separa da barbárie é tênue e perigoso, colocando em risco a vida, a liberdade e a diversidade. Não podemos nos deixar guiar pelo ódio.

E não é preciso ir muito longe para observar isso. Ao lado de cada um de nós, há um amigo ou conhecido que tem preconceito com pobres, ou outro que xinga mulheres, ou ainda há quem não goste de negros, quem abuse dos mais fracos, ou que julgue alguém por antecipação. E é este tipo de pensamento que está causando a morte de sírios e doutras etnias. Um pensamento de quem olha para essas pessoas em busca de uma vida melhor, longe da guerra, e tem a capacidade de dizer que eles vêm para roubar empregos, dinheiro, espaço.

Felizmente, há esperança. De acordo com matérias divulgadas nesta semana, o Brasil já concede mais vistos para refugiados sírios do que países europeus. São milhares de sírios que chegaram legalmente ao nosso país desde 2011, sem falar de outras etnias vítimas de conflitos e que encontraram no Brasil um refúgio, como Haiti, Angola e República do Congo.

Em Curitiba, os haitianos já se tornaram parte da nossa população. Muitos dos refugiados sírios rejeitados pelos Estados Unidos também estão em Curitiba – uma cidade que, em sua origem, foi formada por imigrantes, cujos antepassados já passaram por situações semelhantes.

É importante que olhemos para esta tragédia e possamos aprender com ela. Precisamos ter mais sensibilidade com o próximo e não nos abster de ajudar quando alguém precisa. Precisamos parar de julgar os outros e ter mais compaixão. O que o Papa Francisco propõe é um bom exemplo, sugerindo que cada Igreja abra suas portas para receber as famílias de refugiados.

Como diz ele: “O Evangelho pede que sejamos vizinhos aos menores e mais abandonados, que entreguemos a eles esperança concreta. Não é suficiente dizer: Tenha coragem”.

O pré-conceito não nos levará a lugar algum, apenas a dor e sofrimento. Sejamos protagonistas do acolhimento, da bondade, da tolerância e da paz. O momento é mais que propício para todos melhorarmos!

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

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25 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Discurso de Dilma na ONU revolta direita brasileira. Veja por quê

do Brasil 247
Há tempos um discurso presidencial não irritava tanto a direita brasileira, como aconteceu nesta quarta-feira. Em Nova York, ao abrir a Assembleia-Geral das Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff teve coragem para enfrentar um tema sensível, no momento em que países do Ocidente, tendo os Estados Unidos à  frente, lideram uma nova ação militar contra países como Síria e Iraque, onde se escondem militantes do Estado Islâmico. De acordo com a presidente Dilma, uma nova onda de violência, que não enfrente a raiz dos problemas, irá apenas gerar uma escalada ainda maior de violência.

Eis o que disse a presidente Dilma sobre a questão:

Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia. A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos. Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios. O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo. (…) Um Conselho mais representativo emais legítimo poderá ser também mais eficaz. Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à  crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças. Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à  solução de dois Estados !“ Palestina e Israel !“ vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.

O que há de errado nesse argumento? Será que a “Guerra ao Terror”, promovida pelos Estados Unidos no Iraque realmente semeou a paz? Será que a intervenção ocidental em países como Egito e Líbia deu origem a países estáveis? Será que a carnificina recente promovida por Israel na Faixa de Gaza, com o assassinato impune de 2,2 mil inocentes, liderado por Benjamin Netanyahu, plantou o amor no coração dos palestinos?

Dilma disse o óbvio. A escalada da violência irá produzir, apenas, mais violência.

No entanto, para a imprensa brasileira, com destaque para o jornal O Globo, a presidente Dilma foi tratada quase como u Leia mais

17 de setembro de 2013
por Esmael Morais
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Ciberguerrilheiro do PT questiona: “Depois da Síria somos nós (Brasil)?”

O publicitário londrinense André Guimarães, conhecido ciberguerrilheiro que coordena a RedePT13, no estilo "quem avisa amigo é", pergunta: "Depois da Síria somos nós?"; os petistas apoiam a decisão da presidenta Dilma de cancelar viagem aos EUA, depois das espionagens a seu governo e empresas brasileiras; será que a classe média brasileira terá sensibilidade para ser solidária ao país?

O publicitário londrinense André Guimarães, conhecido ciberguerrilheiro que coordena a RedePT13, no estilo “quem avisa amigo é”, pergunta: “Depois da Síria somos nós?”; os petistas apoiam a decisão da presidenta Dilma de cancelar viagem aos EUA, depois das espionagens a seu governo e empresas brasileiras; será que a classe média brasileira terá sensibilidade para ser solidária ao país?

No estilo “quem avisa amigo é”, o ciberguerrilheiro André Guimarães, da RedePT13, espalha nas redes sociais, uma sinistra mensagem aos brasileiros que têm os Estados Unidos como “amiguinhos”: “Depois da Síria somos nós?”, questiona. ... 

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