27 de novembro de 2015
por esmael
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O bom, o ruim, o pior: ‘Maioria desaprova governo do PSDB no Pará’, revela PR pesquisas

para_pesquisaO instituto Paraná Pesquisas cruzou os céus e foi até ao Norte do país, no estado do Pará, para sondar a popularidade do governador Simão Jatene (PSDB).

Segundo o levantamento, os tucanos vão de mal a pior de Norte a Sul. Janete tem 56,1% de desaprovação.

O que conforta o governador paraense, no entanto, é que seu correligionário de ninho, Beto Richa, é o pior avaliado do país com incríveis 73% de rejeição — de acordo com a mesma Paraná Pesquisas.

Na série de pesquisas nacionais divulgadas pelo Blog do Esmael, em parceria com a Paraná Pesquisas, ontem (26) veio à tona que ‘a administração do PT é aprovada por 54% em Minas Gerais’. Trata-se de um comparativo importante, um corte, para que os leitores percebam a diferença no jeito de governar entre PSDB e PT.

Volto à pesquisa do Pará. A sondagem foi realiza com 1.285 eleitores, em 58 municípios do Pará, entre os dias 13 a 17 de novembro de 2015. A margem de erro é de 3%.

O instituto também levantou a intenção de votos para o governo do Pará, em 2018.

Se as eleições fossem hoje, o ministro da Secretaria dos Portos Helder Barbalho (PMDB) seria eleito governador do Pará com 41% dos votos.

O peemedebista, filho do senador Jader Barbalho, é aliado de primeira hora da presidenta Dilma Rousseff (PT).

A seguir, leia a íntegra da sondagem da Paraná Pesquisas:

27 de julho de 2015
por esmael
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PSDB vai para a TV convocar o golpe contra Dilma

via Brasil 247.

O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), disse nesta segunda-feira que “na próxima semana, o PSDB começa a veicular inserções de 30 segundos convocando ‘os indignados’ com a crise a participar da manifestação nacional marcada pelos movimentos de rua, para o dia 16 de agosto”. O ato organizado por movimentos golpistas pedirá o impeachment da presidente Dilma Rousseff nas ruas, como já fez em outras ocasiões. Aécio, que chegou a ser chamado de traidor por esses ativistas nas outras manifestações, em que não esteve presente, desta vez entrou de cabeça na causa.

O tucano também malhou a iniciativa da presidente Dilma Rousseff de querer realizar uma reunião com os governadores para propor um pacto da governabilidade e discutir o projeto de reforma do ICMS. Para o tucano, se Dilma não conseguir levar o seu mandato até o fim, a culpa é dela própria, e não da oposição. Segundo Aécio, a ideia é uma tentativa de “dividir a crise” e constranger os governadores ao obrigá-los a participar do encontro, previsto para a próxima quinta-feira em Brasília.

“O constrangimento chega ao inimaginável de ameaças veladas e de trazer a Brasília os governadores para dar apoio a presidente Dilma para tirar uma fotografia e simular apoio por uma coisa com a qual não tem nada a ver. Essa reunião é uma busca de socorro de alguém que quer que lhe joguem uma boia salva-vidas. O que a presidente tem é de fazer um mea-culpa para ver se recupera um pouco da credibilidade que ainda lhe resta”, disparou.

O parlamentar negou que o PSDB esteja dividido em relação às ações a serem tomadas para tentar tirar a presidente do poder, como o impeachment, a cassação do diploma da chapa de Dilma e do vice, Michel Temer (PMDB), ou ainda deixá-la completar o mandato até o fim, em 2018, discurso disseminado por tucanos mais moderados, como os governadores Geraldo Alckmin (São Paulo), Marconi Perillo (Goiás) e Simão Jatene (Pará).

Segundo Aécio, no entanto, o que se fala hoje nos botecos e nas esquinas é apenas um assunto: não se sabe se Dilma ficará no cargo até o fim deste ano. Sobre o projeto de assumir a presidência, assegurou que “se um dia tiver a oportunidade de ser presidente da República, será unicamente pelo caminho do voto, não por outra saída qualquer”.

O presidente do PSDB também criticou a suposta tentativa do governo e do PT, por meio do ex-presidente Lula, segundo noticiou a Folha, de se aproximar da oposição, e disseminou o discurso feito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no fim de semana. “Fernando Henrique deu o tom certo: quem pariu Mateus que o embale. Não nos culpem. A instabilidade que atravessam é obra desse governo. Isso não é mais um governo. É um arremedo de governo e o desfecho da presidente Dilma é responsabilidade exclusiva dela, não das oposições”, afirmou. Ele também descartou qualquer possibilidade de diálogo: “Não se conversa com quem não se confia. E nós não confiamos no PT”.

“O que vai acontecer depende mais do governo e do PT do que dos partidos de oposição. O que queremos é que as instituições funcionem e façam o seu trabalho. Eu digo uma coisa: se um dia eu tiver a oportunidade de ser presidente da República, será unicamente pelo caminho do voto, não por outra saída qualquer. Mesmo porque ninguém conseguirá enfrentar a profunda crise que atravessamos, se não for legitimado pelo voto. Para nós o calendário de 2018 sempre foi o mais adequado, mas a presidente Dilma só agrava a situação a cada dia, o que deixa a incerteza de cumprir seu mandato até o final”, afirmou.