16 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Conhecimento e libertação

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Luiz Cláudio Romanelli*

“Navegar é preciso, viver não é preciso”
Fernando Pessoa

Li e recomendo o artigo “Parabéns, atingimos a burrice máxima”, da jornalista e escritora Eliane Brum no El País do último dia 12 (leia aqui).

E “pensar” é mercadoria em falta no Brasil. No caso dos sofismas conservadores contra Simone de Beauvoir, Eliane Brum prova o ridículo de seus detratores e conclui: “o confronto atual não é entre direita e esquerda, mas entre os que pensam e os que não pensam”.

Acredito como ensinou o educador e filósofo Paulo Freire, que a educação liberta e transforma e que se “a educação sozinha não muda a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.

Ensinar a pensar, a compreender, a conscientizar, a questionar é tarefa da escola. Universalizar o acesso à educação, em todos os níveis, mas especialmente no ensino médio e superior, mais do que necessário e urgente, é o instrumento para reverter o vazio de pensamento.

O Paraná tem feito um grande esforço para democratizar o conhecimento. É o Estado com maior número de instituições de ensino superior estaduais em todo o país e investe mais de R$ 2 bilhões por ano.

O sistema de ensino superior público do Paraná é formado por sete universidades estaduais com 8 mil professores, cerca de 9 mil agentes universitários e 104 mil estudantes nos cursos presenciais e a distância.

Juntas as universidades ofertam 341 cursos de graduação (presenciais e a distância), 291 de especialização (presencial e a distância), 162 mestrados e 67 doutorados. As escolas apostam na qualidade da formação. Nos últimos cinco anos houve um aumento de cerca de 70% na oferta de novos cursos de pós-graduação. Em 2010 eram 110 cursos de mestrado, número que passou para 162 em 2015. Já os de doutorado eram 41 e hoje são 67.

O Governo do Paraná é o que, proporcionalmente, mais investe no ensino superior. O estado, digo e repito, é o único no país que mantém sete universidades com recursos do Tesouro do Estado e que se destacam entre as melhores do país nas avaliações do MEC.

É um investimento  elevado demais, ainda mais se levarmos em conta que cabe a União a competência pelo investimento e custeio do ensino superior no país.

Minas Gerais, por exemplo, tem 15 universidades federa Leia mais

1 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa dá golpe em professores até no Conselho Estadual de Educação; a perseguição segue em frente

Deputado Nereu Moura, líder do PMDB, autor de projeto que proíbe secretários ocuparem cargos em conselhos de estatais e órgãos de fiscalização do governo do estado critica nomeação de Ana Seres (SEED) e João Carlos (SETI) para o Conselho Estadual de Educação (CEE); "O governo continua inovando ao colocar as raposas para cuidar do galinheiro", criticou o parlamentar ao Blog do Esmael; "Depois do auxílio-moradia, Beto Richa acha que pode tudo", completou.

Deputado Nereu Moura, líder do PMDB, autor de projeto que proíbe secretários ocuparem cargos em conselhos de estatais e órgãos de fiscalização do governo do estado critica nomeação de Ana Seres (SEED) e João Carlos (SETI) para o Conselho Estadual de Educação (CEE); “O governo continua inovando ao colocar as raposas para cuidar do galinheiro”, criticou o parlamentar ao Blog do Esmael; “Depois do auxílio-moradia, Beto Richa acha que pode tudo”, completou.

O governador Beto Richa (PSDB) extrapolou mais uma vez os limites do estado democrático de direito ao nomear dois secretários de Estado para integrarem o Conselho Estadual de Educação (CEE). Os secretários são Ana Seres Trento Comin, da Educação (SEE), e João Carlos Gomes, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), que a partir de agora podem se ‘autofiscalizarem’. Seria como o zagueiro cruzasse a bola para ele mesmo fazer o gol de cabeça. ... 

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