16 de maio de 2018
por esmael
Comentários desativados em Flávio Dino derrotaria clã Sarney no primeiro turno com 60%, diz pesquisa DataIlha

Flávio Dino derrotaria clã Sarney no primeiro turno com 60%, diz pesquisa DataIlha

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) seria reeleito com 60% dos votos válidos se a eleição fosse hoje, garante pesquisa TV Difusora/DataIlha. Com o resultado, o clã Sarney seria derrotado já no primeiro turno. Leia mais

8 de maio de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Governador Flávio Dino ‘encolheu’ pré-candidatura de Manuela do PCdoB

Governador Flávio Dino ‘encolheu’ pré-candidatura de Manuela do PCdoB

As declarações do governador Flávio Dino (PCdoB) na Folha de São Paulo, nesta terça-feira(8), “encolheram” a pré-candidatura presidencial de Manuela D’Ávila, a Manu do PCdoB. Segundo Dino, colega de partido de Manuela, a esquerda precisa se “unificar em torno de Ciro Gomes”, formando uma frente única contra a direita e o golpismo, caso o ex-presidente Lula não consiga disputar as eleições. Leia mais

25 de abril de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Flávio Dino denuncia ação da ‘máfia’ maranhense no pedido de intervenção

Flávio Dino denuncia ação da ‘máfia’ maranhense no pedido de intervenção

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), voltou a criticar, em suas redes sociais, o pedido de intervenção federal na secretaria estadual de Segurança. O governador socialista ressaltou que a “máfia” maranhense está pedindo intervenção com base em um papel assinado por um oficial do 5º escalão da PM. Leia mais

24 de junho de 2017
por esmael
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Temer é o mais rejeitado da História, dentro da margem de erro, segundo o Datafolha

Michel Temer (PMDB) chegou ao porão do fundo do poço, de acordo com Datafolha divulgado neste sábado (24), ao atribuir 7% de aprovação dos brasileiros ao ilegítimo governo.

17 de agosto de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O legado da democracia

Luiz Claudio Romanelli*

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A primeira faixa que vi da manifestação deste domingo, 16 de agosto, em Curitiba, me deixou perplexo: “intervenção militar já!”

O dia foi marcado por manifestações de apologia ao golpe contra a democracia, nas principais cidades do Brasil. Um movimento, diga-se, articulado por grupos de direita, que se comunicam pelas redes sociais na internet, e velhas raposas da política que desejam um terceiro turno da eleição de 2014. Nunca é demais lembrar as palavras do filósofo e escritor Umberto Eco: “O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade”.

Muito embora havia entre os manifestantes, cidadãos conscientes protestando contra a corrupção, contra à deterioração da economia e os cortes em direitos trabalhistas e sociais, m‎uitos foram as ruas, qual boiada desgovernada, para vociferar contra a presidente Dilma, o ex-presidente Lula, o PT, os partidos políticos, os políticos em geral, contra a própria democracia. O que mais se viu foram discursos autoritários e anticonstitucionais, discursos de ódio, que põem em jogo a ainda incipiente democracia brasileira.

Defendo o direito a livre manifestação, mas não compactuo com os que bradam pelo impeachment da presidente legitimamente eleita por mais de 54 milhões de eleitores, numa eleição acirrada, já com a Operação Lava Jato protagonizando o debate. ‎

‎Dias desses, li um texto muito bom de autoria do jornalista paranaense Otavio Duarte, no qual ele faz uma analise precisa e inteligente sobre o nosso país e lembra que “é bom ter distanciamento, perspectiva, e um pouco de história não faz mal a ninguém”, para concluir que embora ainda haja muito a fazer, “o Brasil hoje é muito melhor do que antes”.

Quem, como eu, viveu e combateu a ditadura, sabe bem que a melhoria na vida dos brasileiros é o grande legado da democracia.

Nos últimos 30 anos, entre erros e acertos, o Brasil implantou políticas públicas que transformaram o país. De uma Nação atrasada e pobre, nos tornamos um país admirado e respeitado mundialmente, com muitos desafios ainda à enfrentar, mas num outro patamar.

Sarney viabilizou e consolidou a transição democrática, Collor (apesar de todos os pesares) abriu o país ao mercado internacional. Itamar Franco estancou a inflação com a criação do Real, Fernando Henrique Cardoso criou as bases da estabilização econômica, regulamentou e implantou várias políticas sociais que estavam previstas na Constituição de 1988 – a carta que inaugurou a moderna democracia brasileira.

A Constituição trouxe inovações que hoje parecem triviais. Durante mais de 150 anos, os analfabetos – outrora um número expressivo da população – estiveram excluídos da vida política. Pois a Constituição garantiu a eles o direito ao voto, assim como aos jovens entre 16 e 18 anos. Também concedeu a todo cidadão o direito de saber todas as informações sobre ele próprio e sobre o governo.

Depois da Constituição, foram elaborados nos anos seguintes um novo Código Civil, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Idoso. O racismo passou a ser considerado crime inafiançável. Há ainda um capítulo inovador sobre meio ambiente e uma legislação sobre a questão indígena que, se não evita conflitos pontuais, pelo menos protege a minoria.

Garantiu ainda verbas à educação e permitiu a universalização do ensino. Criou o Sistema Único de Saúde, que se não é o ideal garante o acesso de todos.

Nos oito anos do governo Lula, o Brasil cresceu economicamente e reduziu drasticamente as desigualdades sociais. A taxa de desemprego das principais regiões metropolitanas, que em 2002 beirava os 12%, praticamente caiu à metade em 20

7 de novembro de 2014
por esmael
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Petistas fritam Meirelles e pedem gestão com “identidade PT”

por Paulo Moreira Leite, via Brasil 247
pt_lulaO encontro de Lula com a bancada de senadores foi um evento amigo e caloroso, que permitiu a celebração de uma vitória disputada até o último voto. Lula é o líder histórico e patrono da carreira de todos eles !” inclusive nas vitórias de 2014 !” o que autoriza diálogos com uma franqueza rara no universo político brasileiro.

Essa situação permitiu uma conversa séria, que começou com o humilhante voto de José Sarney em Aécio, passou pelo debate sobre a escolha do novo Ministro da Fazenda e deixou claro que o governo e o PT entram no ano de 2015 com uma nova questão para resolver !” sua identidade política. “O PT quer um governo para chamar de meu”, sintetizou um dos senadores presentes.

A cena do voto de José Sarney em Aécio Neves, flagrado por uma câmara de TV no segundo turno, foi particularmente dolorosa por uma razão evidente. Para demonstrar lealdade em relação ao ex-presidente, o PT jamais fortaleceu o novo governador Flávio Dino (PC do B-MA), aliado no plano federal. Chegou a enfrentar uma avalanche de protestos de militantes e aliados que faziam uma oposição histórica a Sarney e ao imenso grupo de interesses que manda no Estado desde 1964, pelo menos. Em troca, recordou-se no encontro com Lula, o partido recebeu o voto realmente secreto do segundo turno de 26 de outubro !” e tudo aquilo que a imagem daquela mão que tecla o 45 representam.

29 de outubro de 2013
por esmael
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“Imprensa avacalha a política”, diz Lula

da Agência BrasilO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu a importância da atuação do senador José Sarney (PMDB-AP) na convocação da Assembleia Nacional Constituinte, ao receber a Medalha Ulysses Guimarães durante a solenidade em comemoração aos 25 anos da Constituição de 1988, no Senado, nesta terça-feira (29).

Quero colocar sua presença na presidência (da República) no momento da Constituição em igualdade de forças com o companheiro Ulysses (Guimarães, presidente da Assembleia Constituinte), porque, em nenhum momento, mesmo quando o senhor era afrontado no Congresso, o senhor não levantou um único dedo para colocar qualquer dificuldade aos trabalhos da Constituinte, e certamente foi o trabalho mais extraordinário que o Congresso já viveu!, disse Lula.

Lula destacou que a negação da política pode levar o país a regimes autoritários. Na história desse país, se a juventude lesse a biografia de Getúlio Vargas, de Juscelino Kubitscheck e outras biografias, provavelmente não iriam desprezar a política, e muito menos a imprensa ia avacalhar a política como avacalha hoje. Não há nenhum momento da história, em nenhum lugar do mundo, que a negação da política tenha trazido algo melhor do que a política. O que aparece sempre quando se nega a política é um grupo praticando, na verdade, a ditadura!, afirmou