6 de Abril de 2016
por esmael
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Cunha “afrouxa a tanga” e deve abrir impeachment contra Temer

do Brasil 247

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), voltou atrás e agora dá sinais de que cumprirá a determinação do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, para dar sequência a um processo de impeachment do vice-presidente, Michel Temer.

Nesta quarta-feira 6, Cunha enviou ofícios aos líderes partidários pedindo que eles indiquem os deputados que irão integrar a comissão que analisará o pedido de impeachment, que havia sido arquivado pelo presidente da Câmara em dezembro passado.

Após o arquivamento, o autor do pedido, o advogado mineiro Mariel Marra, recorreu ao STF. Responsável por analisar o caso, Marco Aurélio Mello acatou o recurso e entendeu que Cunha não poderia ter arquivado o pedido por decisão própria, mas sim criado uma comissão de parlamentares para avaliar o caso.

Na última terça-feira, Cunha chamou a decisão do ministro de “absurda”. Em resposta, o ministro do Supremo disse ser “impensável que não se observe uma decisão do Supremo”. “A decisão não é do cidadão Marco Aurélio, é do Supremo e deve ser observada. (Se houver descumprimento) é crime de responsabilidade e sujeito a glosa penal”, alertou o magistrado.

5 de Abril de 2016
por esmael
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Temer renuncia… só no PMDB

Michel Temer renunciou nesta terça-feira (5), por meio de uma licença, à presidência nacional do PMDB. No entanto, ele continua na vice-presidência da República.

Temer renunciou depois que o STF determinou abertura de pedido de impeachment contra ele.

O vice cedeu lugar no partido ao senador Romero Jucá (RR), conhecido no Congresso como “empregado” de Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara.

Tal qual seu chefe, Jucá está encrencado na Lava Jato.

Pelo Twitter, o senador Roberto Requião (PR) ironizou a ascensão do colega de parlamento ao comando da sigla:

“Com a renúncia de Temer a cobra da Janaina incorpora o Romero Jucá? Em nome do PMDB Velho de Guerra, sai deste corpo que não é teu!”, provocou o black bloc do Senado.

29 de Março de 2016
por esmael
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Na “saída” do PMDB, #RenunciaTemer lidera comentários no Twitter

A campanha pela renúncia do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), é um dos assuntos mais comentados nesta terça-feira (29) pelos internautas brasileiros no Twitter.

O trending topics Brasil coloca a hashtag (palavra-chave) #RenunciaTemer lidera os comentários sobre política justamente hoje, em Brasília, quando o PMDB decidiu “sair” do governo Dilma.

A importância que os peemedebistas deram ao rompimento pode ser expressa pela duração de apenas três minutos à reunião.

Mais cedo, o Blog do Esmael revelou que os peemedebistas vão romper pero no mucho haja vista o DNA governista da agremiação.

O governo espera contabiliza ao menos 50% do PMDB para a “coalizão” visando barrar o impeachment.

A reunião do diretório nacional do PMDB, esta tarde, dar-se-á sob o signo do esvaziamento. Os principais caciques regionais do partido, combinados como Palácio do Planalto, deverão boicotar o encontro de hoje.

PS: sem discussão, o senador Romero Jucá (RO) conduziu reunião-relâmpago — de apenas três minutos — que aprovou por “aclamação” rompimento do PMDB com o governo Dilma.

29 de Março de 2016
por esmael
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Cunha acelera o golpe na Câmara

da Agência Brasil

Comissão do impeachment inicia amanhã fase de depoimentos com Reale Jr

Começa amanhã (30) a fase de depoimentos da comissão especial que analisa o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados. Foram confirmados os depoimentos dos juristas Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal, autores do pedido que culminou no processo. A sessão ainda não tem horário definido. Os dois nomes foram indicados pelos líderes pró-impeachment, que estiveram reunidos, com a base aliada, na manhã de hoje (29), para tentar firmar uma acordo.

Do lado governista, as testemunhas – ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor de Direito Tributário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro – serão ouvidas na quinta-feira (31). Os nomes foram definidos depois de consulta do vice-líder do governo, Paulo Teixeira (PT-SP), ao Palácio do Planalto. Teixeira anunciou a decisão durante reunião do colegiado, levantando questionamento sobre o fato dos depoimentos serem feitos antes da entrega da defesa da presidente Dilma, prevista para a próxima segunda-feira (4), caso a Câmara mantenha o ritmo de uma sessão por dia. O prazo é contado a partir de 10 sessões plenárias da Casa.

O relator do processo, Jovair Arantes (PTB-GO) garantiu que “nem as oitivas de amanhã nem as de quinta-feira trarão qualquer fato novo para o processo, mas apenas para esclarecimento”, afirmou. Arantes lembrou que, com a defesa da presidente Dilma, ele terá o prazo de cinco sessões para apresentar um relatório, que será submetido à votação, na comissão, para depois seguir para o plenário da Casa, onde são necessários dois terços (2/3) dos votos.

O presidente do colegiado, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), explicou que o acordo foi feito para que a comissão esclarecesse fatos e que isso não teria qualquer interferência sobre a defesa de Dilma. Ele disse ainda que recebeu o novo ped