Osmar Dias deverá assumir Ministério da Agricultura em janeiro de 2014

Anísio Homem, da corrente O Trabalho, nega que afrouxou o sutiã

Dirigente da corrente O Trabalho, Anísio Garcez Homem, jura que a adesão a um dos pedaços da CNB, na disputa pela direção do PT de Curitiba, tem como premissa um programa político e ideológico; o radical trotskista também negou que tenha afrouxado o sutiã (eufemismo para flexibilização de convicções políticas e ideológicas de antanho); leia a carta de Anísio.
Dirigente da corrente O Trabalho, Anísio Garcez Homem, jura que a adesão a um dos pedaços da CNB, na disputa pela direção do PT de Curitiba, tem como premissa um programa político e ideológico; o radical trotskista também negou que tenha afrouxado o sutiã (eufemismo para flexibilização de convicções políticas e ideológicas de antanho); leia a carta de Anísio.
O petista Anísio Garcez Homem, dirigente radical da corrente O Trabalho, em carta enviada a esse blogueiro, nega veementemente que tenha afrouxado o sutiã (flexibilizado convicções políticas e ideológicas de antanho) ao aderir à  chapa do campo majoritário liderado pela corrente CNB (Construindo um Novo Brasil).

A seguir, eu publico a íntegra da carta de Anísio Garcez Homem:

Seria um sonho!, diz Gleisi sobre ser governadora do Paraná

via Portal Banda B

Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, em entrevista ao deputado Luiz Carlos Martins (PSD), dono da Rádio Banda B, em Curitiba, disse que ser governadora do Paraná seria um sonho!; a petista afirmou que debaterá o tema [candidatura] somente em janeiro, quando deixará o governo federal, onde, aliás, ela diz que permaneceu com olhar sempre voltado para o Paraná; ao radialista, a ministra capitalizou a volta da Audi, investimento de R$ 700 mi, para São José dos Pinhais.
Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, em entrevista ao deputado Luiz Carlos Martins (PSD), dono da Rádio Banda B, em Curitiba, disse que ser governadora do Paraná seria um sonho!; a petista afirmou que debaterá o tema [candidatura] somente em janeiro, quando deixará o governo federal, onde, aliás, ela diz que permaneceu com olhar sempre voltado para o Paraná; ao radialista, a ministra capitalizou a volta da Audi, investimento de R$ 700 mi, para São José dos Pinhais.
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), não esconde que sonha em ser governadora do Paraná, mas se recusa a falar sobre o assunto, pelo menos por enquanto. Em entrevista ao Programa Luiz Carlos Martins, nesta terça-feira (17), Gleisi disse que o momento é de muito trabalho, mas estabeleceu uma data para falar sobre o tema.

Fico honrada em ter meu nome lembrado pelas pessoas para disputar o governo do meu estado, seria uma honra, mas é cedo para falar em eleição. Hoje, temos muito trabalho no governo federal e só vamos pensar em eleição em 2014!.

Questionada se falará sobre o assunto a partir de janeiro, respondeu: Em janeiro será possível falar mais certo sobre essa possibilidade. Todos que estão na carreira pública têm vontade de governar, isso é inerente ao processo da política, mas não basta a minha vontade, dependo de um projeto de um grupo de pessoas!, completou a petista.

Em nota, Lula e Dilma lamentam morte de Gushiken

Faleceu, nesta sexta-feira, uma das principais lideranças do PT: o ex-ministro Luiz Gushiken, que, no governo Lula, foi responsável pela Secretaria de Comunicação e pelo comando dos fundos de pensão; a presidenta Dilma, em nota, disse que ele partiu como sempre viveu: com coragem!; o ex-presidente e Dona Marisa, também em nota, frisaram seu ideário em busca da justiça social! no país; leia os comunicados.
Faleceu, nesta sexta-feira, uma das principais lideranças do PT: o ex-ministro Luiz Gushiken, que, no governo Lula, foi responsável pela Secretaria de Comunicação e pelo comando dos fundos de pensão; a presidenta Dilma, em nota, disse que ele partiu como sempre viveu: com coragem!; o ex-presidente e Dona Marisa, também em nota, frisaram seu ideário em busca da justiça social! no país; leia os comunicados.
Em nota, o ex-presidente Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia se despediram de Luiz Gushiken, que foi ministro da Secretaria de Comunicação entre 2003 e 2006, quando ajudou a implantar um modelo de desconcentração das verbas publicitárias. No governo Lula, Gushiken também foi responsável pela gestão dos principais fundos de pensão estatais.

Velha mídia tucana engajada tenta última cartada sobre o STF

do Brasil 247

A velha mídia acordou relinchando hoje por causa da reviravolta no julgamento do mensalão. Nesta quinta, o STF retoma a apreciação dos embargos infringentes, isto é, a possibilidade de novo julgamento aos réus, dentre os beneficiários estão José Dirceu e José Genoino; tucano Merval Pereira acusa a corte de tomar uma "decisão política", em relação aos embargos; serrista Reinaldo Azevedo vê o STF "a um voto da desmoralização"; colunistas Ricardo Setti e Augusto Nunes, de Veja.com, que vocalizam o interesse político da família Civita, também tentam colocar a faca no pescoço dos ministros; o Globo, que recentemente admitiu seu apoio a um regime militar que suprimiu garantias individuais, faz um apelo curioso: sugere que o melhor para o próprio PT é que tudo acabe agora; cinco ministros ainda não votaram; vão ceder à  política travestida de jornalismo?; se os petistas conquistarem essa vitória jurídica, aquele tribunal e os barões da imprensa de fato sairão desmoralizados politicamente; se eles [juízes e mídia] querem disputar no terreno político que o façam dentro dos marcos democráticos do país, se alistando a uma legenda partidária, sem golpes, concorrendo nas urnas.
A velha mídia acordou relinchando hoje por causa da reviravolta no julgamento do mensalão. Nesta quinta, o STF retoma a apreciação dos embargos infringentes, isto é, a possibilidade de novo julgamento aos réus, dentre os beneficiários estão José Dirceu e José Genoino; tucano Merval Pereira acusa a corte de tomar uma “decisão política”, em relação aos embargos; serrista Reinaldo Azevedo vê o STF “a um voto da desmoralização”; colunistas Ricardo Setti e Augusto Nunes, de Veja.com, que vocalizam o interesse político da família Civita, também tentam colocar a faca no pescoço dos ministros; o Globo, que recentemente admitiu seu apoio a um regime militar que suprimiu garantias individuais, faz um apelo curioso: sugere que o melhor para o próprio PT é que tudo acabe agora; cinco ministros ainda não votaram; vão ceder à  política travestida de jornalismo?; se os petistas conquistarem essa vitória jurídica, aquele tribunal e os barões da imprensa de fato sairão desmoralizados politicamente; se eles [juízes e mídia] querem disputar no terreno político que o façam dentro dos marcos democráticos do país, se alistando a uma legenda partidária, sem golpes, concorrendo nas urnas.
A ala mais engajada da imprensa brasileira, que, desde o ano passado, vem colocando a faca no pescoço dos ministros do Supremo Tribunal Federal, empregando instrumentos como chantagem, intimidação e por vezes aplausos e até prêmios, como o “Faz Diferença”, do Globo, tenta nesta quinta-feira sua última cartada para virar um jogo que parece quase perdido.

Sérgio Souza cobra ampla reforma política antes das eleições de 2018

da Agência Senado

Sergio Souza (PMDB-PR) diz que é necessário discutir questões como o voto facultativo, o voto distrital e a fidelidade partidária, além de impedir que o financiamento de campanhas continue sendo "grande indutor de corrupção"; CCJ decide sobre voto aberto nesta quarta-feira.
Sergio Souza (PMDB-PR) diz que é necessário discutir questões como o voto facultativo, o voto distrital e a fidelidade partidária, além de impedir que o financiamento de campanhas continue sendo “grande indutor de corrupção”; CCJ decide sobre voto aberto nesta quarta-feira.
Em pronunciamento nesta terça-feira (10), o senador Sergio Souza (PMDB-PR) avaliou como positivo o projeto de minirreforma eleitoral, mas observou que o Brasil precisa de uma ampla reforma política. O senador disse esperar que os membros do Legislativo eleitos em 2014 aprovem a reforma política – em sua avaliação, uma “longa demanda” da sociedade – no máximo até um ano antes das eleições de 2018.

Presidente do PT busca dobradinha! com o líder do prefeito limpinho! de Ponta Grossa

Antes do “Dia D”, você pergunta, José Dirceu responde ao vivo

do Brasil 247

Um dia antes da sessão do Supremo Tribunal Federal, que pode negar os embargos infringentes e sacramentar a prisão do ex-ministro José Dirceu, ele concede entrevista aberta aos internautas; em textos recentes, ele tem criticado a ação dos meios de comunicação; num deles, afirmou que o esvaziamento dos protestos no 7 de setembro foi uma derrota da mídia conservadora, "com a Folha de S. Paulo à  frente"; amanhã, ele deve reunir novamente um grupo de amigos, antes da possível prisão.
Um dia antes da sessão do Supremo Tribunal Federal, que pode negar os embargos infringentes e sacramentar a prisão do ex-ministro José Dirceu, ele concede entrevista aberta aos internautas; em textos recentes, ele tem criticado a ação dos meios de comunicação; num deles, afirmou que o esvaziamento dos protestos no 7 de setembro foi uma derrota da mídia conservadora, “com a Folha de S. Paulo à  frente”; amanhã, ele deve reunir novamente um grupo de amigos, antes da possível prisão.
Se vier a cair, que seja atirando. Assim José Dirceu enfrenta os instantes finais antes de sua possível prisão, que pode ser decretada amanhã mesmo, caso o Supremo Tribunal Federal rejeite os embargos infringentes, que permitiriam aos réus que tiveram pelo menos quatro votos (como foi o caso do ex-ministro da Casa Civil na acusação de formação de quadrilha) um segundo julgamento.

Em seu blog, Dirceu tem convocado leitores para uma entrevista online, aberta aos internautas, que concederá hoje à s 11h. Leia abaixo:

Shopping Pátio Batel faz festa privada com dinheiro público em Curitiba

O governo federal pagou parte da festa de inauguração do Pátio Batel, ao emprestar R$ 100 milhões do BNDES para o empreendimento do empresário Salomão Soifer, mas não convidaram ninguém do PT!, como registrou o vice-presidente da Câmara, deputado André Vargas; evento privado pago com dinheiro público teria custado R$ 1,5 milhão com direito a show da cantora Marisa Monte; tucanos Beto Richa e Valdir Rossoni, além do pai político! de ambos, Jaime Lerner, estiveram presentes à  festa na Avenida Batel; nesta terça, ao meio dia, o andar de baixo, que pagou o festerê dos grã-finos e burgueses falidos, será recebido no shopping, mas sem os mimos da noite de ontem.
O governo federal pagou parte da festa de inauguração do Pátio Batel, ao emprestar R$ 100 milhões do BNDES para o empreendimento do empresário Salomão Soifer, mas não convidaram ninguém do PT!, como registrou o vice-presidente da Câmara, deputado André Vargas; evento privado pago com dinheiro público teria custado R$ 1,5 milhão com direito a show da cantora Marisa Monte; tucanos Beto Richa e Valdir Rossoni, além do pai político! de ambos, Jaime Lerner, estiveram presentes à  festa na Avenida Batel; nesta terça, ao meio dia, o andar de baixo, que pagou o festerê dos grã-finos e burgueses falidos, será recebido no shopping, mas sem os mimos da noite de ontem.
Uma festa para poucos convidados com direito à  “Macarena” movimentou ontem à  noite o luxuoso bairro Batel, em Curitiba, durante a inauguração do Shopping Pátio Batel, na badalada Avenida Batel. No evento, estiveram o governador Beto Richa e o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni, ambos do PSDB. Também compareceu ao festerê o ex-governador Jaime Lerner (DEM). O prefeito Gustavo Fruet (PDT) não deu o ar da graça, mas mandou representante.

Nada demais um empreendimento privado realizar festa privada, se não fosse um detalhe importantíssimo: parte do dinheiro usado para a obra — a bagatela de R$ 100 milhões — saiu dos cofres do BNDES, portanto, verba pública. O andar de baixo pagou a festa de arromba para os grã-finos curitibanos. A brincadeira VIP custou R$ 1,5 milhão, segundo uma fonte deste blog, com direito a show da cantora Marisa Monte.

Quem ficou chateado com a predominância dos tucanos e da burguesia falida na festa realizada com dinheiro público foi o deputado federal André Vargas, vice-presidente da Câmara: “Não convidaram ninguém do PT”, lamentou pelas redes sociais.

Orelha seca do blog, presente ao evento, fez a seguinte observação: se os convidados fossem submetidos à  checagem do Seproc a festa ficaria esvaziada!. Pode ser exagero, mas deve ter um fundo de verdade porque se fosse o contrário a burguesia falida teria desembolsado pelo convite.

Hoje, a partir do meio dia, sem show de Marisa Monte, as portas se abrirão para o andar de baixo que pagou a conta de ontem à  noite.

Relembre Los del Rio – Macarena (assista ao vídeo):