4 de julho de 2016
por esmael
9 Comentários

Justiça extingue pedido de indenização de primo de Beto Richa contra Blog do Esmael

luiz_abi_beto_richaO 1º Juizado Especial Cível de Londrina, em sentença final, extinguiu ação contra o Blog do Esmael com pedido de indenização por danos morais movida pelo lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB).

15 de Maio de 2016
por esmael
16 Comentários

Impeachment já para Janot

rodrigo_janotHá elementos mais do que suficientes para o impeachment do Dr. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, pelo crime de “prevaricação”. Senão, vejamos abaixo.

No início de abril, Janot recomendou ao Supremo a anulação da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil.

Na época, o procurador viu “desvio de finalidade” na escolha da presidente eleita Dilma Rousseff, ou seja, ou seja, a ida do ex-presidente teria o fito de “tumultuar as investigações da Operação Lava Jato” com a obtenção de foro de função.

Ato contínuo, nas vésperas da votação do impeachment no Senado, Janot voltou em cena para indiciar dezenas de políticos, inclusive futuros ministros do atual governo golpista, mas ‘sempre protegendo’ o presidente interino Michel Temer.

Segundo publicação da revista Época, da Globo (sic), Temer seria beneficiário de propina paga pelo consórcio Argeplan/Engevix que ganhou contratos na estatal Eletronuclear.

Pois bem, o golpe foi consumado na última quinta-feira 12, portanto, há três dias (parece que já faz anos!). Ascenderam, então, com o ‘sem voto’ Temer dezenas de personagens investigados pela Lava Jato.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), com base no precedente Lula, solicitou ao Dr. Janot, na sexta 13, a abertura de procedimento investigatório sobre a nomeação dos novos ministros de Temer. O procurador-geral, por óbvio, não havia enxergado por iniciativa própria “desvio de função” nas nomeações do presidente interino.

16 de Fevereiro de 2016
por admin
9 Comentários

Coluna do Enio Verri: O ano da verdade para Richa

Enio Verri*

A retomada dos trabalhos legislativos no Congresso e na Assembleia Legislativa do Paraná, que aconteceu nos primeiros dias de fevereiro, suscita o debate sobre as expectativas que o ano de 2016 reserva para o País e o nosso Estado.

Em Brasília o clima é de arrefecimento da tese do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Mesmo os líderes mais ferrenhos da oposição passaram a reconhecer que não existe base jurídica para o impedimento.

Senadores e deputados do PSDB, DEM e demais partidos de oposição admitem que a destituição da Presidenta da República não pode decorrer de um gesto de vingança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), contra o Planalto, a ponto de colocarmos em risco nossa estabilidade democrática.

Enquanto isso, em Curitiba, o governador Beto Richa (PSDB) inicia o segundo ano do seu segundo mandato mais acuado do que nunca. São muito graves as denúncias deflagradas nas operações Publicano e Quadro Negro, que escancararam esquemas de desvios de recursos públicos para financiar a campanha eleitoral de 2014 do tucano.

2016 precisa ser o ano da verdade sobre o envolvimento do governador no esquema de corrupção que funcionava dentro da Receita Estadual e movimentou mais de R$ 750 milhões. Segundo o Ministério Público, auditores corruptos deixavam de autuar grandes empresas propositalmente para cobrar propina de empresários para anular débitos e reduzir impostos.

A Justiça deve investigar milimetricamente a relação entre Richa e Márcio Lima, considerado o chefe da quadrilha na Receita Estadual. Lima é companheiro de corridas de automóvel do governador e foi nomeado pelo próprio Richa como inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual.

O Superior Tribunal de Justiça deve acatar com urgência o pedido da Procuradoria-Geral da República para que se investigue a participação do tucano no maior escândalo de corrupção da história do Paraná.

Da mesma forma, também não pode passar em branco o envolvimento de Richa e da alta cúpula política do Estado no esquema que desviou mais de R$ 20 milhões em recursos da Secretaria de Educação, que dev

24 de julho de 2015
por esmael
32 Comentários

Depoimento de Youssef empurra governo de Beto Richa para o abismo

youssef_richa

Conforme o Blog do Esmael e outros cronistas da política local e nacional já haviam adiantado, o depoimento do doleiro Alberto Youssef para a Procuradoria Geral da República, nesta quinta-feira (23), atingiu em cheio o governo Beto Richa (PSDB) ao destrinchar o modus operandi da corrupção estabelecida no Palácio Iguaçu, na Receita Estadual e nas secretarias de Administração e Educação.

23 de julho de 2015
por esmael
12 Comentários

Procuradoria da República em Curitiba para ouvir Youssef sobre denúncias contra Beto Richa

richa_pgr_youssef

Representantes da Procuradoria Geral da República estão em Curitiba, nesta quinta-feira (23), para colher depoimento do doleiro Aberto Youssef e do operador Fernando Baiano sobre denúncias contra políticos no Supremo Tribunal Federal (STF). Os procuradores devem avançar nas investigações sobre esquema que teria irrigado a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB) no ano passado.

18 de Março de 2015
por esmael
Comentários desativados em Suíça bloqueia R$ 1,3 bilhão de contas de investigados na Lava Jato

Suíça bloqueia R$ 1,3 bilhão de contas de investigados na Lava Jato

da Agência Brasil

bloc.jpgO Ministério Público da Suíça anunciou hoje (18) o bloqueio de R$ 1,3 bilhão de empresas e pessoas envolvidas na Operação Lava Jato. O valor é equivalente a US$ 400 milhões. O bloqueio faz parte de um acordo de cooperação com o Ministério Público Federal, responsável pela investigação.

De acordo com as autoridades suíças, foram localizadas 300 contas, nas quais houve movimentação de milhões de dólares por ex-diretores da Petrobras e executivos das empreiteiras investigadas. Até o momento, R$ 390 milhões (US$ 120 milhões) foram repatriados.

18 de julho de 2014
por esmael
3 Comentários

Mensalão do DEM: Janot defende impugnação do registro da candidatura de Arruda ao governo do DF

da Agência Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu hoje (18) a impugnação do registro da candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo do Distrito Federal (DF). Arruda tem a candidatura contestada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) com base na Lei da Ficha Limpa, norma que impede que condenados em segunda instância se candidatem. Janot participou de um café da manhã com jornalistas.

Segundo o procurador, mesmo se tiver o registro de candidatura aceito pelo Tribunal de Regional Eleitoral (TRE) e for eleito, Arruda poderá ter o diploma de governador cassado em função da condenação.

“Houve a impugnação do registro com base na Lei da Ficha Limpa. O que se discute é que essa ausência de condenação em segundo grau se deu em razão de um obstáculo judicial, criado pelo próprio candidato. Esse realmente é um ponto que vamos ter que discutir juridicamente. Mas, isso não impede o recurso contra expedição de diploma, porque isso é uma causa de inelegibilidade posterior!, disse Janot.

Filiado ao PR, Arruda é candidato ao governo do DF pela coligação União e Força e, apesar da condenação, pode concorrer normalmente à s eleições até o julgamento definitivo do pedido de candidatura.

No dia 9 de julho, a 2!ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) manteve a condenação do ex-governador do Distrito Federal por improbidade administrativa, em processo iniciado como desdobramento das investigações da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, que desvendou o esquema de corrupção conhecido como mensalão do DEM, em 2009.

O advogado do candidato, Francisco Emerenciano, contesta a ação do MPE. Segundo ele, a condenação não tem alcance sobre a candidatura, pois a jurisprudência dos tribunais eleitorais é que a inelegibilidade é aferida no momento do pedido de registro, feito antes do julgamento que manteve a condenação de Arruda.

A polêmica sobre a validade do registro do candidato é em relação a Lei das Eleições (Lei 9.504/97). Segundo a norma, as condições de inelegibilidade são aferidas no momento do pedido de registro da candidatura, feito na semana passada, quando o recurso de Arruda ainda não tinha sido