13 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Bruxo prevê vitória de aliado de Dilma Rousseff na eleição da Câmara

chik_castro_dilmaO vidente Chik Jeitoso enxergou nas Lâminas Sagradas aos 13 minutos da madrugada desta quarta-feira, dia 13, a vitória do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), aliado da presidente eleita Dilma Rousseff, na eleição da Câmara na tarde de hoje. 13 pretendentes disputam o cargo. Leia mais

9 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Presidente da Câmara tem Flávio Dino, do PCdoB, como mentor político

flavio_dilma_maranhaoO novo presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), depois de passar o fim de semana em São Luís, voou com o governador Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, rumo a Brasília.

Maranhão quer permanecer no cargo que herdou de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por isso foi aconselhar-se com o aliado Dino, que também é aliado da presidente Dilma Rousseff. Leia mais

22 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Supremo Tribunal Federal põe freio em ação de Moro contra Cunha

André Richter – Repórter da Agência Brasil, via Brasil 247

lewandowski_moro_cunhaO presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, decidiu hoje (22) que o juiz Sérgio Moro não poderá proferir sentença na ação penal em que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é citado, antes de prestar informações ao Supremo. Ele concedeu prazo de dez dias para que Moro se manifeste.

Lewandowski atendeu a um pedido da defesa do parlamentar, que deseja agilidade na decisão sobre a suspensão da ação penal em que Cunha foi citado por Júlio Camargo, um dos delatores do esquema de corrupção investigado na Lava Jato. Os advogados pediram que a manifestação de Moro seja enviada por meio eletrônico e não pelos Correios.

Após receber a manifestação, o presidente do Supremo decidirá se suspende o depoimento de Júlio Camargo. Na decisão, Lewandowski explicou que a medida foi tomada para evitar a perda de objeto do pedido de Cunha.

Na semana passada, Camargo – ex-consultor da empresa Toyo Setal – disse a Moro, responsável pelos inquéritos da Operação Lava Jato na primeira instância, que Eduardo Cunha pediu US$ 5 milhões em propina para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado. Leia mais