Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

17 de julho de 2016
por esmael
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Requião assegura que “não vai ter golpe no Senado” e contabiliza 40 votos contrários ao impeachment

requiao_enqueteO senador Roberto Requião (PMDB-PR), um dos coordenadores da vota de Dilma Rousseff, garante que já são 40 senadores contrários ao afastamento definitivo da presidente da República. A animação do parlamentar é procedida de uma sentença lacônica: “Já está resolvido: não vai ter golpe no Senado!”.

27 de junho de 2016
por esmael
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Não houve pedaladas de Dilma, dizem peritos da comissão do impeachment

dilma_rousseffHoras antes da reunião da comissão do impeachment, peritos do Senado concluíram que não houve pedaladas de Dilma Rousseff. Os laudos dos decretos enterram, portanto, o principal motivo que levou ao afastamento da presidente eleita. E agora?

17 de maio de 2016
por esmael
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“Beto Richa terminará com 100% de desaprovação em 2018”, diz Enio Verri

beto_richaO deputado federal Enio Verri (PT-PR), em sua coluna desta terça (17), afirma que o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), tem uma gestão marcada pela truculência contra professores, nepotismo, farra com cargos comissionados, pedaladas fiscais e baixíssima popularidade. Ele prevê que o tucano, em 2018, terminará com 100% de desaprovação — haja vista que hoje ele tem 85% de rejeição. O colunista denuncia que Richa comete uma série de crimes que a presidente Dilma Rousseff não cometeu, mas, segundo Verri, infelizmente, o governador do PSDB terminará incólume o seu mandato. Abaixo, leia a íntegra, ouça e compartilhe.

27 de abril de 2016
por esmael
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Alvaro defende governo na comissão do impeachment; assista

alvaro_bancoO senador Alvaro Dias (PV-PR), por linhas tortas, defendeu nesta quarta-feira (27), na comissão do impeachment, que nenhum representante do Banco do Brasil fosse convocado para explicar as pedaladas. Assista ao vídeo:

27 de abril de 2016
por admin
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As pedaladas e o conjunto da obra

obra

O senador Alvaro Dias (PV) sustenta que houve crime de responsabilidade por parte da presidenta Dilma Rousseff (PT) e, portanto, defende que ela seja julgada impedida de governar pelo Senado Federal. Além das “pedaladas fiscais” que, segundo o senador, foram alertadas por técnicos do tesouro, haveria o “conjunto da obra” que incluem outras operações financeiras suspeitas na visão de Dias. Leia e ouça sua coluna a seguir.

25 de abril de 2016
por admin
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O Senado constatará que não há motivo para impeachment

senado

Para a senadora Gleisi Hoffmann, o Senado tem a responsabilidade de refutar o golpe em forma de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Não há crime de responsabilidade, portanto não há motivo legal para o impedimento de Dilma. Leia e ouça a coluna de Gleisi a seguir. 

10 de dezembro de 2015
por admin
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Movimento por Moradia de Curitiba organiza mobilização sábado contra golpe na democracia

mpm

O Movimento Popular por Moradia (MPM) promete reunir centenas de trabalhadores sem-teto, neste sábado (12), em Curitiba, durante assembleia de mobilização contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

A manifestação de sábado terá concentração às 10 horas na Ocupação Nova Primavera, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

14 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: As pedaladas fiscais e o impeachment

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Alvaro Dias*

Na última semana, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, por unanimidade, parecer pela rejeição das contas presidenciais de 2014. Devido a várias irregularidades, como as chamadas pedaladas fiscais, os oito ministros entenderam que as contas não estavam em condições de serem aprovadas.

A decisão histórica do TCU coloca pressão sobre o Congresso Nacional. A Comissão Mista de Orçamento e o plenário da Câmara e do Congresso terão, agora, de votar o parecer do tribunal, o que pode dar início a um processo de impeachment da presidente da República.

Nós, da oposição, temos o dever de interpretar o momento histórico que vivemos. Qual é a nossa missão e a nossa responsabilidade? E, diante de tanta corrupção descoberta pela Operação Lava Jato; de investigações conduzidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre irregularidades na campanha presidencial; e de inúmeros erros econômicos do governo, como as pedaladas fiscais, temos o dever de representar a indignação da maioria dos brasileiros e defender a proposta do impeachment.

O impeachment é um dispositivo constitucional, portanto um instrumento democrático de socorro à população, e não se trata de um rito sumário. Antes da aprovação ou rejeição por deputados e senadores, a Constituição Federal garante um amplo debate diante da defesa apresentada pelo governo.

Para um processo que julga o crime de responsabilidade cometido por um governante, o fato ocorrido durante o mandato vigente tem um peso maior na argumentação jurídica. Mas o Ministério Público junto ao TCU apontou que o governo atrasou a transferência de R$ 40,2 bilhões aos bancos públicos no primeiro semestre de 2015, ou seja, a prática das pedaladas fiscais teria se repetido.

Com esse novo fato, a oposição apresentou um aditamento ao pedido de impeachment assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior para incluir as irregularidades desse novo mandato.

Estamos em um momento de crise política e de grande desesperança. Para o País é sempre traumático alterar o cronograma estabelecido pela democracia, mas seria ainda mais trágico se o voto impusesse a impunidade.

*Alvaro Dias é senador pelo PSDB e líder da Oposição no Senado Federal. Ele escreve nas quartas-feiras para o Blog do Esmael sobre “Ética na Política”.

12 de outubro de 2015
por esmael
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PSDB tramou ‘golpe paraguaio’ em reunião secreta com Eduardo Cunha

do Brasil 247

psdbA jornalista Natuza Nery, que assumiu a coluna Painel, revelou um encontro secreto, ocorrido neste sábado, em que se traçou o roteiro do golpe paraguaio contra a presidente Dilma Rousseff.

O encontro reuniu o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o líder da bancada do PSDB, Carlos Sampaio (PSDB-SP), e o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Nele, os três combinaram o seguinte roteiro: Cunha rejeitará todos os pedidos de impeachment, menos o apresentado por Hélio Bicudo, que será turbinado com uma manifestação do procurador Júlio Marcelo de Oliveira, que atua junto ao Tribunal de Contas da União, alegando que as chamadas ‘pedaladas fiscais’ prosseguiram em 2015.

7 de outubro de 2015
por admin
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Golpe paraguaio: TCU recomenda rejeição das contas de Dilma

via Brasil 247.

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Por unanimidade, os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) votaram nesta quarta-feira (7) pela rejeição das contas do governo da presidente Dilma Rousseff do ano de 2014. O parecer pela reprovação não significa que as contas foram reprovadas. Elas ainda precisam ser julgadas pelo Poder Legislativo.

Os oito ministros que votaram pela reprovação das contas do governo Dilma de 2014 foram: Augusto Nardes (relator do processo), Walton Alencar, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Ana Arraes, Bruno Dantas e Vital do Rego. Só o presidente da Corte, Aroldo Cedraz, não votou.