30 de agosto de 2017
por esmael
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As delações são parte de uma ‘mentirosa’ e ‘rentável’ indústria na lava jato, diz autor da CPI da lava jato

Sem o costumeiro alarde na velha mídia, analistas do TCU atestaram que Dilma Rousseff não teve responsabilidade sobre a compra da refinaria de Pasadena (EUA). O comportamento, por óbvio, bastante diferente quando da acusação… Leia mais

21 de novembro de 2014
por esmael
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Lobista do PMDB diz que começou a operar na Petrobras no governo FHC

baiano_fhc.jpgO empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, apontado pela Operação Lava Jato como lobista do PMDB na Petrobras, em esquemas de propinas e corrupção, afirmou nesta sexta-feira (21), em depoimento na Polícia Federal, que começou faz negócios com a estatal ainda no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), no ano de 2001. ... 

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23 de julho de 2014
por esmael
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TCU isenta Dilma por prejuízo na compra da Refinaria de Pasadena

via Agência Brasil

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou há pouco o relatório do ministro José Jorge, relator do processo que investiga irregularidades na compra da Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela Petrobras. O ministro determinou a devolução de US$ 792,3 milhões aos cofres da Petrobras pelos prejuízos causados ao patrimônio da empresa. O relatório isenta de responsabilidade os membros do Conselho de Administração da empresa, que na época era presidido pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, hoje presidenta da República.

O maior montante, de US$ 580,4 milhões, deverá ser devolvido por membros da diretoria executiva da Petrobras, que aprovaram a ata de compra da refinaria, entre eles o ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli, além de Nestor Cerveró, Almir Barbassa, Paulo Roberto Costa, Guilherme Estrella, Renato Duque, Ildo Sauer e Luís Carlos Moreira da Silva. Eles terão prazo de 15 dias para apresentar defesa. Todos os citados terão os bens indisponíveis por um ano para garantir o ressarcimento dos prejuízos. O processo será convertido em tomada de contas especial, para permitir a apuração dos danos e a responsabilização dos agentes, além do direito ao contraditório e à  ampla defesa. Depois dessa etapa, será feito um novo relatório, que pode mudar valores e até os citados no processo.

Segundo José Jorge, há “robustos indícios da prática de atos que impuseram prejuízos à  Petrobras!, que corresponde a US$ 580,4 milhões. Para ele, os membros da diretoria executiva da Petrobras podem ser responsabilizados pelo prejuízo, porque cabia a eles a gestão do processo de compra, desde a negociação inicial até a confecção dos contratos. O conhecimento que detinham ou deveriam deter sobre as operações impunha a eles o dever de se contrapor à  aquisição daquela refinaria, nas condições que se deu!.

O ministro não determinou, no entanto, a necessidade de ouvir os membros do Conselho de Administração da empresa, que, para ele, estão em situação diferente, porque autorizaram o negócio com base em documento, que omitiu informações e cláusulas, além de conter dados incorretos. Daí, resulta a conclusão preliminar de que a formatação do negócio que constaria dos respectivos contratos era, em relação aos aspectos essenciais, distinta daquela que foi apresentada ao Conselho de Administração!, disse José Jorge.

“Achamos que devemos nos concentrar na punição dos membros da diretoria executiva, mas dependendo do que eles Leia mais

30 de abril de 2014
por esmael
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Agora vai: Congresso instala duas CPIs para investigar Petrobras

Agência Senado, via 247O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta quarta-feira (30) que vai pedir aos líderes partidários do Congresso Nacional, na próxima terça (6), a indicação dos nomes de 13 senadores e 13 deputados para compor a CPI Mista da Petrobras. Renan afirmou também que é função das lideranças definir se a investigação vai acontecer em uma CPI formada apenas por senadores ou por uma comissão de inquérito com senadores e deputados.

!” Não cabe ao presidente do Congresso decidir quem é que vai investigar. Estabelecidos os pressupostos e guardado o princípio constitucional do direito da minoria, nós temos que fazer a investigação. Os líderes precisam se entender no sentido que tenhamos um acordo para saber em qual fórum ou se em mais de um fórum vai haver a investigação !” disse Renan.

Ainda de acordo com o senador Renan Calheiros, no caso de as lideranças não apontarem os nomes dos membros de comissões parlamentares de inquérito, esse papel passa a ser do presidente da Casa Legislativa ou do Congresso Nacional.

!” Se não houver indicações, caberá ao presidente do Congresso Nacional fazê-las !” explicou.

O senador de Alagoas também deixou claro que não é papel do presidente do Congresso Nacional decidir que tipo de investigação é mais efetivo. Lembrou que ontem (29) pediu aos líderes dos partidos no Senado a relação dos nomes que vão compor a CPI da Petrobras na Casa, em respeito à  decisão liminar da ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, que determinou a imediata instalação da comissão parlamentar de inquérito.

!” Cabe à  própria comissão decidir o que é mais efetivo. O que mais rapidamente vai dar as respostas que a sociedade cobra. Eu acatei a liminar. Vou cumpri-la. Pedi a indicação dos nomes. Tão logo sejam indicados os nomes, a CPI vai se reunir sob a presidência do senador mais idoso e eleger o presidente e indicar o relator !” acrescentou.

PMDB escolhe presidência; PT fica com a relatoria

O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) afirmou que o seu partido vai presidir a Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado que vai investigar as denúncias de irregularidades na Petrobras. Mas o líder do PMDB não divulgou ainda o nome do senador que vai presidir os trabalhos da CPI.

Com essa escolha, a relatoria coube ao PT. O líder do partido, senador Humberto Costa, disse que “a maior probabilidade” é que o relator seja o senador José Pimentel (PT-CE).

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23 de abril de 2014
por esmael
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STF atende oposição e define CPI restrita à  Petrobras

da Agência Brasil
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (23) que o Senado instale comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar exclusivamente a Petrobras.

Rosa Weber atendeu a pedido da oposição e rejeitou ação dos governistas, que propuseram investigações também nos contratos dos metrôs de São Paulo e do Distrito Federal, supostas irregularidades no Porto de Suape (PE) e suspeitas de fraudes em convênios com recursos da União, além das denúncias sobre a Petrobras.

A decisão foi tomada pela ministra ao analisar dois mandados de segurança. No primeiro, parlamentares da oposição queriam garantir a instalação de uma CPI no Senado para investigar exclusivamente denúncias envolvendo a Petrobras. Para eles, a comissão não pode investigar vários temas diferentes ao mesmo tempo.

Governistas também entraram com mandado de segurança, pedindo uma definição da Corte sobre o que é fato determinado! para criação de CPI. O mandado foi protocolado pela senadora Ana Rita (PT-ES), que pediu uma definição do STF sobre o tema, para que não pairem dúvidas sobre a matéria. De acordo com a senadora, o mandado tem por objetivo esclarecer uma questão de ordem da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) sobre o pedido de criação de CPI feito pela oposição, com quatro fatos determinados!.

O impasse sobre a criação da comissão ficou em torno de dois requerimentos para criação de CPIs, apresentados ao Senado. O primeiro, pelos partidos de oposição, que pedem a investigação de denúncias envolvendo a Petrobras como a compra da Refinaria de Pasadena (EUA); o segundo, apresentado por partidos da base governista, mais abrangente, Leia mais

16 de abril de 2014
por esmael
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Em uníssono, jornalões reforçam pressão por CPI da Petrobras

do Brasil 247
Manchete da Folha de S. Paulo: “Refinaria não foi bom negócio, diz Graça Foster”.

Manchete do Estado de S. Paulo: “Refinaria nos EUA ‘não foi negócio’, afirma Graça Foster”.

Manchete do Globo: “Petrobras, enfim, admite que não fez bom negócio”.

O fato é que os senadores conseguiram a arrancar da presidente Graça Foster, na tarde de ontem, uma frase que se encaixaria como uma luva para a cruzada política empreendida pelos jornalões.

Pouco importa se ela fez ressalvas, dizendo que esse mau negócio só pode ser analisado aos olhos de hoje !“ e não à  época em que a operação foi fechada, quando parecia promissora.

Uma manchete, afinal, apenas resume a ideia central.

E, com o peixe que vendem hoje aos leitores, os três jornalões reforçam a pressão para que a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, garanta à  minoria do Congresso o direito de realizar uma CPI exclusiva sobre a Petrobras, em pleno ano eleitoral.

Uma CPI que não só terá repercussões sobre a imagem da companhia, como também pode abrir caminho para um modelo de maior abertura no setor.

Dois dias atrás, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lidera a oposição na iniciativa pró-CPI, voltou a defender o modelo de concessões no lugar do regime de partilha, como o que foi usado na venda do campo de Libra, do pré-sal.

Como se vê, a oposição vê na Petrobras sua “bala de prata” da disputa eleitoral e o próprio futuro da companhia estará em jogo em 2014.

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15 de abril de 2014
por esmael
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“Dívida da Petrobras é para crescimento”, diz presidente da empresa

do 247, com Agência SenadoParlamentares, jornalistas e assessores lotam a sala de audiências das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e Fiscalização e Controle (CMA) para acompanhar as explicações da presidente da Petrobras, Graça Foster, sobre denúncias de corrupção na estatal.

A sessão teve início à s 10h50. Acompanhe pela TV Senado.

A executiva iniciou sua exposição com números relativos a 2013, que atestam o crescimento do parque de refino de petróleo. Entre os temas abordados, está a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, investigada por suspeita de superfaturamento.

Graça reforçou a versão da presidente Dilma Rousseff ao informar que “em nenhum momento, nem no resumo executivo nem na apresentação de Power Point da área internacional [da empresa], foram citadas as cláusulas de put option e marlim”, que acabaram obrigando a companhia a comprar os outros 50% da refinaria americana. Segundo ela, esse resumo “deve conter todas as informações” sobre o negócio a ser realizado.

Segundo Graça Foster, a Petrobras pagou, por 100% da refinaria, US$ 1,25 bilhão (contabilizados US$ 554 milhões da refinaria, US$ 341 milhões pela trading mais o hardware de Pasadena). Ela explicou, porém, que o preço tem de ser comparado com outros ativos de igual porte. “No mesmo período, duas refinarias no Canadá, de portes semelhantes, custaram US$ 1,6 bilhão e US$ 2,8 bilhões”, disse.

Parlamentares da oposição devem questionar também a construção da refinaria Abreu e Lima (PE) e os negócios da Petrobras na Argentina, alvo de inquérito da Polícia Federal, bem como a perda do valor patrimonial da empresa e a queda no faturamento.

Defesa da Petrobras

Nesta segunda (14), Graça Foster participou, ao lado da presidente Dilma Rousseff, de cerimônia que marcou a viagem inaugural do petroleiro Dragão do Mar, no Porto de Suape (PE). Dilma afirmou que “não transigirá” no combate a ações criminosas, como tráfico de influência e corrupção, mas que tampouco aceitará o que chamou de “campanha negativa com proveito político” contra a empresa.

No Senado, Anibal Diniz (AC), vice-líder do PT, disse que, depois da audiência com Graça Foster, será possível fazer uma avaliação melhor sobre a necessidade de uma CPI. A oposição, por sua vez, voltou a classificar a presença da presidente da Petrobras como manobra para “esconder a realidade”.

A oposição quer uma CPI para investigar quatro denúnc Leia mais

26 de março de 2014
por esmael
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Com PSB de Eduardo Campos, oposição no Senado tem as 27 assinaturas para CPI da Petrobras

do Brasil 247 Após o discurso do líder do PSB, Rodrigo Rollemberg, na noite desta quarta-feira (27), para declarar o apoio dos quatro senadores do partido à  criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, a oposição conseguiu as 27 assinaturas necessárias para instalar o grupo. Com a adesão dos socialistas, a CPI deve atingir o número de 29 senadores. O regimento do Senado impõe o mínimo de 27.

Além de investigar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela estatal, a CPI tem o objetivo de apurar superfaturamento em refinarias, irregularidades em plataformas, além da suspeita de que a empresa holandesa SBM Offshore, que aluga plataformas a companhias de petróleo, pagou suborno a empresas em vários países, incluindo o Brasil.

Além do PSB, três senadores governistas assinaram o pedido de criação da CPI: Clésio Andrade (PMDB-MG), Eduardo Amorim (PSC-SE) e Sérgio Petecão (PSD-AC). Os “independentes” de partidos aliados do governo !“como Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Taques (PDT-MT), Ana Amélia Lemos (PP-RS), Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF)!“também reforçaram o pedido.

O PSB decidiu apoiar a comissão de inquérito para dar viabilidade à  candidatura de Campos à  Presidência da República, já que a comissão foi idealizada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), também pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto. Já os governistas que assinaram o pedido, com exceção dos “independentes”, querem retaliar o governo por problemas em suas bases eleitorais.

A oposição promete protocolar ainda nesta quarta-feira o pedido de criação de CPI no Senado, mas vai continuar a coleta de assinaturas na Câmara para a comissão mista (com deputados e senadores). Se os deputados conseguirem as 171 assinaturas necessárias para ela ser criada na Câmara, o PSDB vai retirar o pedido apenas do Senado para que as investigações ocorram nas duas Casas conjuntamente.

Abaixo matéria da Agência Senado com justificativa do PSB para aderir à  CPI:

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) explicou nesta quarta-feira (26) a posição de seu partido a favor da instalação de Leia mais

25 de março de 2014
por esmael
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Em Curitiba, presidente nacional do PCdoB diz que “Dilma é criticada pelas qualidades!; assista ao vídeo

Presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, nesta segunda (25), afirmou que não tem fundamento o "Volta, Lula"; "O próprio Lula tem dito, não, a Dilma tem se colocado numa posição importante, ela deve terminar sua experiência, primeira mulher na presidência da República", disse em Curitiba; o dirigente comunista também criticou o surgimento de movimentos de caráter fascista, apoiados pela mídia, e disse ver exagero nas críticas da imprensa no caso Pasadena; "Evidentemente precisa ser apurado, mas para época foi um negócio correto"; de acordo com Rabelo, no Paraná, o partido se identifica mais com as candidaturas dos senadores Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT). "Nós ainda não decidimos"; assista ao vídeo.

Presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, nesta segunda (25), afirmou que não tem fundamento o “Volta, Lula”; “O próprio Lula tem dito, não, a Dilma tem se colocado numa posição importante, ela deve terminar sua experiência, primeira mulher na presidência da República”, disse em Curitiba; o dirigente comunista também criticou o surgimento de movimentos de caráter fascista, apoiados pela mídia, e disse ver exagero nas críticas da imprensa no caso Pasadena; “Evidentemente precisa ser apurado, mas para época foi um negócio correto”; de acordo com Rabelo, no Paraná, o partido se identifica mais com as candidaturas dos senadores Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT). “Nós ainda não decidimos”; assista ao vídeo.

O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, nesta terça-feira 25, em Curitiba, disse que a campanha pelo “Volta, Lula” é bobagem. Segundo o dirigente máximo comunista é necessário a quarta vitória com a presidenta Dilma Rousseff. ... 

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25 de março de 2014
por esmael
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Senadores pedem a Janot investigação contra Dilma

do Brasil 247 Auto-denominado “independentes”, um grupo de senadores da oposição pediu nesta terça-feira 25 formalmente à  Procuradoria Geral da República a abertura de investigação contra a presidente Dilma Rousseff sobre a compra da refinaria de Pasadena, em 2006, pela Petrobras. Dilma era presidente do Conselho de Administração da companhia. A iniciativa faz parte de um movimento mais amplo da oposição !“ e pode definir a extensão do cerco ao governo em cima do negócio ocorrido oito anos atrás.

Fazem parte do grupo que pediu a abertura da investigação contra a presidente os senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Taques (PDT-MT), Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF).

Esta terça-feira 25 será decisiva para a criação de uma CPI da Petrobras no Congresso. Liderada pelo senador e pré-candidato a presidente Aécio Neves (PSDB-MG), a oposição tem defendido com unhas e dentes uma maior investigação sobre a compra, pela estatal, da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. A reunião será realizada a partir das 15 horas, na liderança do PSDB no Senado.

Líderes de partidos da oposição na Câmara e no Senado se reúnem nesta tarde para articular a estratégia de criação de uma comissão sobre o caso. Para Aécio, a resposta divulgada pela presidente Dilma Rousseff na semana passada explicando as circunstâncias da aquisição é “insuficiente”, por isso ressalta a necessidade de uma CPI a fim de “dar respostas à  sociedade”.

O líder da Minoria na Câmara, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), pretende apresentar um projeto de resolução para a criação da CPI na Casa. Segundo ele, os partidos de oposição se organizam para conseguir o apoio de parlamentares da base governista.

“Queremos que não seja uma CPI política ou da oposição, mas, sim, uma CPI de interesse do povo para esclarecer um assunto que envolve a maior empresa pública brasileira”, disse. “Nossa proposta, embora apresentada pela oposição, é para ser abraçada por todos”, completou.

Líder do PPS na Câmara, o deputado Rubens Bueno (PR) defende a criação de uma CPI Mista. “Precisamos investigar esse negócio pra lá de suspeito na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, que tem instrumentos para isso”, afirmou. Segundo ele, a criação de uma CPI é “para o bem da estatal, do Brasil e da transparência no trato com os bens públicos”.

A oposição também tentará convidar o ex-diretor da Petrobras e responsável pela elaboração de um laudo “falho”, segundo a presidente Dilma, que baseou a decisão da compra de Pasadena, Nestor Cerveró, a prestar esclarecimentos na Câmara. A ofensiva envolve nove requerimentos, que serão apresentados por DEM e PSDB em comissões diferentes nesta terça-feira. Leia mais

22 de março de 2014
por esmael
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Veja afrouxou o sutiã. ‘Fator Barbosa’ faz revista da Abril bater leve em Dilma

do Brasil 247 A revista Veja viveu, neste fim de semana, um dilema de Sofia: agir de acordo com os instintos mais primitivos de seus editores e bater duro na presidente Dilma Rousseff, em razão do caso Pasadena, ou seguir a razão e adotar uma postura mais cautelosa. Prevaleceu a segunda opção.

O motivo é um só: Fabio Barbosa. Assim como a presidente Dilma, o atual chefe da Editora Abril, que edita Veja, também foi integrante do conselho de administração da Petrobras na época em que se aprovou a compra da refinaria de Pasadena, no Texas. Barbosa, que era presidente do Santander, votou a favor da operação, como todos os demais conselheiros. Entre eles, nomes de peso no setor privado, como Jorge Gerdau e Claudio Haddad.

Talvez por isso, a capa da revista informe que a presidente Dilma fez “quase tudo certo” no caso Pasadena. A publicação lembra, ainda, que ela foi a primeira conselheira a levantar problemas na operação. Seu único erro teria sido não determinar a abertura de sindicâncias logo depois de sua posse como presidente da República !“ o diretor responsável pela operação Pasadena, Nestor Cerveró, só foi demitido da BR Distribuidora nesta sexta-feira.

O que não condiz com o tom da reportagem, de certa forma ameno para a presidente Dilma, é a capa, onde ela se afoga num mar de petróleo e até o subtítulo informa que ela sofre “por suas virtudes”. Veja, neste fim de semana, parece reconhecer que tanto a presidente Dilma como a atual presidente da Petrobras, Graça Foster, tentam combater o chamado loteamento político do governo e das estatais.

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21 de março de 2014
por esmael
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Petrobras demite diretor responsável pela compra da refinaria Pasadena

do Brasil 247 O engenheiro Nestor Cerveró foi exonerado da diretoria financeira da BR Distribuidora nesta sexta-feira (21). Demissão acontece três dias após ele ser apontado pela presidente Dilma Rousseff como responsável pelo erro que a levou aprovar a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Ele está em viagem de férias. Cerveró conduziu as negociações para a compra de 50% da refinaria Pasadena, em 2006.

O negócio é investigada pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público do Rio e pela Polícia Federal. A principal polêmica é o preço da aquisição: o valor que a Petrobras pagou em 2006 à  Astra Oil para a compra de 50% da refinaria !“US$ 360 milhões !“ é oito vezes maior do que a empresa belga havia pago, no ano anterior, pela unidade inteira.

Além disso, a Petrobras ainda teve de gastar mais US$ 820,5 milhões no negócio, pois foi obrigada a comprar os outros 50% da refinaria. Isso porque a estatal e a Astra Oil se desentenderam e entraram em litígio. Havia uma cláusula no contrato, chamada de “put option”, estabelecendo que, em caso de desacordo entre sócios, um deveria comprar a parte do outro.

Representantes da Petrobras negaram irregularidade na compra da refinaria. Dilma, então ministra-chefe da Casa Civil no governo Lula, presidia o Conselho de Administração da Petrobras na época da compra da refinaria. Depois que essa informação veio à  tona, o governo afirmou que a aquisição foi feita com base em um relatório falho. Tema tem sido utilizado, ostensivamente, pela oposição para criticar a capacidade gerencial da presidente.

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21 de março de 2014
por esmael
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Veja essa: Chefe da Abril defende compra de Pasadena pela Petrobras

do Brasil 247
A operação de compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras, que vem causando tanta celeuma, acaba de ganhar mais um defensor. Ninguém menos que Fábio Barbosa, atual presidente da Editora Abril, que edita Veja e Exame, e ex-conselheiro da Petrobras, na época em que a operação foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, do qual também fazia parte a presidente Dilma Rousseff.

“A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, da qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado”, disse Fábio Barbosa, que foi entrevistado pelo site de Veja.

Leia, abaixo, a reportagem postada pela versão eletrônica da revistas da Abril:

Conselheiros corroboram declaração de Dilma sobre Pasadena

O ex-diretor da área internacional, Nestor Ceveró. Segundo Haddad, ele fez apresentação consistente do negócio e recomendou sua aprovação (Estadão Conteúdo)

Depois de a presidente Dilma Rousseff declarar que a compra de uma participação na refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), foi aprovada no início de 2006 pelo Conselho de Administração da Petrobras, que ela chefiava, com base em relatório executivo que depois se demonstrou “incompleto” e “falho”, integrantes e ex-integrantes do conselho de administração da empresa corroboraram os argumentos da presidente.

O site de VEJA ouviu Fabio Barbosa, presidente da Editora Abril, que integrava o Conselho de Administração da Petrobras quando a compra da refinaria no Texas foi aprovada por unanimidade. Disse Barbosa: “A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, da qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado.”

O ex-conselheiro Claudio Luiz Haddad, economista e empresário, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que o ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Ceveró, fez apresentação consistente do negócio e recomendou sua aprovação. Haddad também lembrou que as negociações foram assessoradas por uma instituição financeira, que deu aval à s condições de compra da refinaria. “O banco atestou que o preço se enquadrava à  prática do mercado, e as condições eram normais. Sendo uma apresentação consistente, não havia nada que oferecesse qualquer tipo de duvida”, disse.

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