11 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Derrotada e indecisa, Marina deve deixar PSB até final da eleição

via Brasil 247

Marina Silva faz suspense sobre sua posição no segundo turno das eleições à  Presidência. Seu atual partido, o PSB, já declarou apoio a Aécio Neves, assim como a Rede Sustentabilidade, que tenta criar. Ela, no entanto, parece sem rumo.

Derrotada no 1!° turno, após decolar na campanha embalada pela comoção nacional com a trágica morte de Eduardo Campos, a ex-senadora pode deixar o PSB até o final da eleição.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, a escolha de Carlos Siqueira para a presidência do PSB deve precipitar sua saída e a volta ao projeto da Rede. Não existe espaço para convivência entre os dois.

Assim que assumiu a vaga de Campos na disputa, Siqueira, militante histórico e secretário-geral do PSB, acusou Marina de tratá-lo de modo “grosseiro” e deixou a campanha presidencial.

“Se ela comete uma deselegância no dia em que está sendo anunciada candidata, imagine no resto. Com ela não quero conversa. Não estou e não estarei em hipótese alguma na campanha desta senhora”, disse ele na época.

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25 de setembro de 2013
por Esmael Morais
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Solidariedade também consegue registro no TSE. Velha mídia luta pela Rede

da Agência BrasilO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou ontem (24) a criação do partido Solidariedade, fundado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical. A legenda será identificada com o número 77. Com o registro, o Brasil passa a ter 32 partidos registrados no TSE. O partido conseguiu apoiamento de 503 mil eleitores no país, número superior ao mínimo de 0,5% de apoiamentos em relação ao eleitorado.

Por 4 votos 3, a maioria dos ministros entendeu que o partido cumpriu os requisitos para obtenção do registro. As ministras Laurita Vaz, Cármen Lúcia, e os ministros Otávio de Noronha e Dias Toffoli votaram a favor da concessão do registro.

Os votos divergentes foram de Marco Aurélio e Luciana Lóssio. Eles seguiram o voto do ministro Henrique Neves, relator do pedido de registro. Ele entendeu que o registro do Solidariedade não poderia ser concedido porque as fichas de apoiamento de eleitores entregues ao tribunal estão incompletas. Segundo o ministro, as fichas devem ser anexadas à  lista com os nomes de apoiadores.

Em parecer enviado anteontem (23) ao TSE, o vice-procurador eleitoral Eugênio Aragão, empossado na semana passada, informou que há indícios de fraude nas assinaturas de apoiadores do Solidariedade e pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

Na sessão de hoje, o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, defendeu a posição do Ministério Público e disse que o pedido de investigação foi feito porque foram apontados indícios de fraude no processo, como utilização do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindlegis) para obtenção das assinaturas.

A advogada do Solidariedade, Maria Cláudia Bucchianeri, defendeu que o parecer de Aragão fosse desconsiderado pelos ministros do TSE, por entender que o Ministério Público não poderia impugnar o registro do partido, após parecer conclusivo a favor do partido feito pela ex-procuradora eleitora Leia mais