Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

4 de julho de 2018
por esmael
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Requião iguala Ratinho a Osmar

Candidatíssimo ao governo do Paraná, o senador Roberto Requião (MDB) começou abrir fogo contra Osmar Dias (PDT) e Ratinho Junior (PSD), seus virtuais adversários na eleição de outubro. Leia mais

17 de outubro de 2014
por esmael
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Dilma hoje à s 13h em Curitiba

A presidenta Dilma Rousseff estará hoje em Curitiba para uma caminhada, à s 13 horas, da Praça Santos Andrade (UFPR) até a tradicional Boca Maldita. Será a primeira vez que a candidata do PT virá à  capital paranaense nesta eleição.

Dilma não veio ao estado no primeiro turno para evitar melindres aos candidatos Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) que disputaram o Palácio Iguaçu. Agora, na segunda etapa eleitoral, todos se uniram.

A presidenta será recepcionada pelos senadores Requião e Gleisi, ao meio dia, na Praça Santos Andrade. O objetivo do evento de hoje, segundo o peemedebista, é virar a eleição no Paraná.

Acerca do resultado do primeiro turno no Paraná

No Paraná, Aécio Neves (PSDB) conquistou 49,79% votos no primeiro turno, Dilma fez 32,54% e Marina Silva (PSB) atingiu 14,20%.

Em Curitiba a vantagem do tucano foi maior ainda: 54,55 % contra 20,20% de Marina e apenas 18,79% de Dilma.

Requião recebeu 27,56% dos votos dos paranaenses no dia 5 de outubro. Na capital ele teve 30,69% dos votos.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT) ficou em terceiro na luta pelo Palácio Iguaçu com 14,87% dos votos paranaenses e fez 11,65% dos votos dos curitibanos.

9 de julho de 2014
por esmael
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Massacre do Mineirão não apaga sucesso da Copa das Copas

do Brasil 247
A derrota vexatória por 7 a 1 sofrida pela Seleção Brasileira diante da Alemanha não será esquecida. Foi a maior já sofrida por uma equipe campeã do mundo em todas as copas já disputadas. Também nunca houve antes outro placar tão dilatado contra uma seleção anfitriã de um Mundial. A própria equipe nacional jamais havia perdido, para qualquer adversário, sofrendo tantos gols. Não há, portanto, desculpas ou subterfúgios para contornar a dimensão do desastre ocorrido no Mineirão. O que não significa que a Copa do Mundo no Brasil não continue a ser um sucesso espetacular.

Nas muitas distorções cometidas na cobertura jornalística do Mundial, as duas linhas principais de erros foram o ufanismo com que o Seleção Brasileira foi tratada e o pessimismo embutido nas notícias anteriores ao início da Copa. O certo, sabe-se agora, seria o contrário.

No Brasil real, o povo recebeu a competição de braços abertos, encantando os turistas estrangeiros e fazendo seguidas festas em homenagem à  Seleção. Por mais que a mídia tradicional tentasse fazer da Copa uma prévia das eleições presidenciais de outubro, na qual o governo seria sacrificado em praça pública, o que aconteceu foi o apoio maciço do público à  competição, à  Seleção e ao próprio País. O vandalismo projetado não aconteceu, e todas as aglomerações de milhares de pessoas foram pacíficas e alegres. Esta característica já está marcada na história da Copa no Brasil: a alegria popular.

COMPETIà‡àƒO ELETRIZOU O PÚBLICO – Mesmo sem a Seleção Brasileira na partida final, no Maracanã, é certo que o Brasil venceu o desafio de sediar o Mundial. A competição eletrizou o público e atraiu cerca de 700 mil visitantes estrangeiros à s 12 cidades-sedes. Os gargalos que se anunciavam como intransponíveis, especialmente nos aeroportos, não ocorreram. Os jogos se deram de maneira pacífica, sem terem sido motivo para protestos e manifestações, muito menos para atitudes violentas debaixo de bandeiras sociais ou políticas. A Copa, por mais que quem torceu contra não tenha ficado feliz, transcorreu de maneira redonda.

A repercussão na mídia internacional à  receptividade oferecida pelos brasileiros aos visitantes foi em tudo positiva para o Brasil. Mais de 3 bilhões de pessoas ao redor do mundo assistiram à s partidas. Numa enquete com mais de mil jornalistas estrangeiros, a Copa foi considerada a melhor de todas as já realizadas em termos de organização, empolgação e resultados esportivos.

Em termos de segurança, correu praticamente à  p

23 de maio de 2014
por esmael
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Ainda magoado, Pessuti afirma que foi traído em 2010 pela cúpula do PMDB

O ex-governador Orlando Pessuti, em mensagem enviado ao Blog do Esmael, na noite desta sexta-feira (23), negou que tenha desistido de concorrer ao Palácio Iguaçu nas eleições de 2010.

“Nunca desisti. Fui impedido de ser candidato”, lamenta Pessuti, ao recordar que cometeu erro ao delegar poderes ao diretório estadual do PMDB.

“Meu erro foi aceitar esse acordo de delegação de poderes, pois três dias depois Requião, os deputados, a cúpula nacional, a executiva estadual e o diretório do PMDB colocaram o Osmar Dias (PDT) de candidato e a candidatura Pessuti do PMDB deixou de existir. à‰ essa a verdade. Nunca desisti. Fui impedido de ser candidato”, afirma o ex-governador, sugerindo que foi traído.

Naquela disputa, Pessuti indicou o suplente na senadora Gleisi Hoffmann (PT) — seu pupilo Sérgio Souza (PMDB), que assumiu o cargo por mais de 2 anos — e o vice de Osmar — o então deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB).

Um poço de mágoas, o ex-governador peemedebista também acusa o antecessor e senador Requião de “coveiro” de candidaturas. Ele cita como exemplos, além do próprio, Elias Abrahão e Gustavo Fruet, que não conseguiram disputar eleições no partido.

Leia a integra da mensagem de Pessuti:

NUNCA DESISTI. FUI IMPEDIDO DE SER CANDIDATO

em nenhum momento, em 2010, deixei de ser candidato. lutei até o fim para manter meu nome como candidato a governador pelo pmdb. o ex.governador requião e muitos outros fizeram de tudo, e conseguiram, impedir a minha candidatura. no dia 27.06.2010, nas reuniões e depois na convenção, o que estava acertado que eu seria o candidato a governador e que a convenção delegaria poderes ao diretório estadual para ajustar as coligações. MEU ERRO FOI ACEITAR ESSE ACORDO DE DELEGAà‡àƒO DE PODERES, pois três dias depois o requião, os deputados, a cúpula nacional, a executiva estadual e o diretório do pmdb colocaram o osmar dias (pdt) de candidato e a candidatura pessuti do pmdb deixou de existir. à‰ essa a verdade. NUNCA DESISTI. FUI IMPEDIDO DE SER CANDIDATO.

O requião sempre foi assim. sempre matou candidaturas de companheiros do pmdb. foi assim em 1994 quando não deixou o Elias Abrahão ser candidato a governador. Foi assim em 2004 quando