3 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Escrachado no Brasil, Moro é “must” nos EUA

Acossado no Brasil pelo uso do auxílio-moradia para complementar o salário de R$ 33 mil, o juiz Sério Moro, da lava jato, é um “must” (máximo em inglês) para os Estados Unidos. Ele acabou de ser a “Pessoa do Ano” pela Câmara de Comércio Brasil-EUA, com sede em Nova York. Leia mais

4 de novembro de 2013
por esmael
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Richa perde o controle e PCC já toma conta da tríplice fronteira

O insuspeito Jornal Hoje, de Cascavel, no Oeste do Paraná, traz reportagem de Juliet Manfrin sobre a instalação do PCC (Primeiro Comando da Capital) na região da tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina). Na prática, o jornal, de propriedade do deputado federal tucano Alfredo Kaefer (PSDB), denuncia o que todos os paranaenses já sabem faz tempo: Beto Richa (PSDB) perdeu o controle da Segurança Pública. Enquanto o pau canta na fronteira, o tucano visita New York, New York… Leia o texto:

PCC avança e Cascavel se torna importante polo na fronteira

por Juliet Manfrin

A incorporação de pequenos grupos criminosos já faz parte da estratégia ousada do PCC (Primeiro Comando da Capital) que praticamente exterminou, a partir da fusão, com o segundo mais poderoso da área: o Comando vermelho. Para isso, a organização que nasceu no estado de São Paulo e que comanda atos criminosos de dentro de cadeias e presídios em todo o País, está se alastrando e criando raízes cada vez mais profundas em inúmeras cidades brasileiras.

O acompanhamento feito por forças policiais na região Oeste revela que o PCC está, mais do que nunca, presente em alguns municípios. Cascavel já funciona como um dos núcleos mais importantes ao bando que também tem agido como intermediador entre gangues e pequenas ações, uma espécie de célula-mãe, um paladino da justiça no meio. O Primeiro Comando tem dado a cartada final para resolver conflitos entre grupos criminosos.

Em levantamento recente feito pela Polícia Federal vem esta e outras constatações. O PCC também se instalou do outro lado da fronteira, no Paraguai, bem próximo do Paraná e do Mato Grosso do Sul.

Dali é mais fácil comandar o ciclo da maconha, desde o plantio até o processamento e o transporte da droga. Para eliminar com os atravessadores, o Primeiro Comando da Capital está investindo pesado em plantações de grande escala da erva no país vizinho.

E onde Cascavel se consolida nisso tudo? Com base neste mesmo levantamento de agentes da PF e de acompanhamento de outras forças policiais que atuam na fronteira, é possível identificar que, dos núcleos regionais, a cidade é uma das mais atuantes.

Atualmente são aproximadamente 100 detentos nas unidades prisionais locais !“ carceragem da 15!ª Subdivisão Policial, PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel) e PIC (Penitenciária Industrial de Cascavel). Geralmente eles são mulas !“ nome dado a pessoas que traficam drogas para a facção. São traficantes presos na região e que permanecem cem detidos na cidade. Ao serem pegos ampliam com facilidade a rede dentro do sistema prisional com a autorização do PCC. Atrás das grades eles podem batizar! outros presos para que sejam fiéis! ao grupo que passa oferecer certas regalias, mas que custam caro. O batizado tem por obrigação, assim que deixar a cadeia, de trabalhar para o grupo. Se não o fizer, o preço pode ser alto, com a vida ou a vida de pessoas próximas.

Famílias se instalam na cidade

No caso dos que ficam detidos em Cascavel, por exemplo, eles continuam na cidade depois de ganhar a liberdade e assim criam novas raízes!, conta um agente da PF.

Como muitas vezes são longos anos de prisão, a família acaba se instalando na cidade. O que dificulta ainda mais a saída. E aqui também é uma região estratégica. Cascavel aparece em todas as principais rotas de tráfico na fronteira. à‰ um núcleo importantíssimo, afinal está muito próximo do Paraguai e é uma cida

18 de outubro de 2013
por esmael
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Lula condena crítica de Aécio ao País no exterior

do Brasil 247O evento promovido pelo banco de investimentos BTG Pactual, de André Esteves e Persio Arida, parece ter ficado entalado na garganta do ex-presidente Lula.

Ontem, ao discursar para empresários na Fecomércio, no Rio de Janeiro, Lula criticou duramente o desfecho do seminário, em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi o principal palestrante e afirmou que a “nação se tornou pouco confiável” (leia aqui). Eu sei que tem gente que vai lá fora e fala que a economia brasileira não está bem!, afirmou. Qual é a economia do mundo que está melhor do que a nossa? Não tem nenhuma!.

Lula ficou incomodado não apenas com a postura de Aécio, mas também de Esteves, que, nos últimos anos, foi um assíduo frequentador do Instituto Lula e que, com seu evento em Nova York, parece ter feito uma opção clara pela oposição ao modelo econômico dos governos do PT.

No mesmo evento, o ex-presidente também defendeu o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral. Quem critica o Sérgio, pode me criticar!, afirmou. Duvido que nos últimos 40 anos tenha havido um governo que tenha realizado a quantidade de obras que foi realizada aqui!, disse, diante do senador Lindbergh Farias, pré-candidato do PT ao governo do Rio, que também estava presente.

23 de setembro de 2013
por esmael
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Em Nova York, Dilma dá tom de lição a Obama na ONU

do Brasil 247 A presidente Dilma Rousseff chegou a Nova York na manhã desta segunda-feira 23 com uma confortável antecedência de 24 horas sobre seu pronunciamento de abertura da 68!º Assembleia Geral da ONU, na terça 24. Promete ser histórico. Não do ponto de vista ornamental, como simples sequência da tradição inaugurada em 1947, pela qual é o Brasil que abre os trabalhos, mas das verdades e consequências que esse pronunciamento pode exibir e provocar diante do chamado concerto das Nações. Dilma e o Brasil ficaram indignados com o episódio de espionagem americana cujo início, meio e fim ainda não se conhecem de todo. O Brasil quer agora a construção “de uma nova governança contra a invasão de privacidade”.

A denúncia do mau comportamento dos EUA de Barack Obama no principal palanque o mundo será, necessariamente, feita por Dilma. Isso já foi adiantado pelo Palácio do Planalto. Como tem acontecido, a presidente não irá tergiversar, como gostam de fazer muitos políticos, sobre o assunto principal. O que não se sabe, porém, é até que ponto ela pretende levar o seu discurso.

Dilma pode, se quiser, aplicar um verdadeiro sabão em Obama, o comandante em chefe da maior máquina de guerra e espionagem do mundo. Sob ordens dele, apesar de ter dito a Dilma que não sabia de nada mas que iria saber, os Estados Unidos violaram classicamente a privacidade da presidente do Brasil, do governo, da maior estatal do País e de milhões de cidadãos. Também se descobriu que outros países amigos, como o México, também havia sofrido o mesmo tipo de bisbilhotagem à  própria revelia. Um feito ao contrário sem precedentes. Uma c… internacional. Mais uma.

A presidente está no direito de exigir, com toda a veemência, que os americanos limpem a sujeira que fizeram. Diplomaticamente, isso já vai sendo feito, por meio dos movimentos anunciados, discretos e silenciosos, como convém, do chanceler Luís Alberto Figueiredo. Ele se reuniu longamente com autoridades americanas antes de a presidente cancelar a viagem de Estado que faria aos Estados Unidos, no próximo mês. Figueiredo será o principal conselheiro da presidente no tom do discurso que será pronunciado diante da ONU.

No ano passado, Dilma ocupou o mesmo palanque para dar continuidade ao que falara na assembleia anterior. O ponto central de Dilma, nas duas ocasiões, foi mostrar o exemplo de combate à  crise que vinha sendo praticado ao Brasil !“ de estímulo à  economia em lugar de patrocínio à  retração !“ e a importância do avanço e consolidação da multilateralidade para os destinos do mundo. Em ambos os tiros acertou na mosca.

A eleição, em maio, do diplomata brasileiro Roberto Azevêdo para a chefia da Organização Mundial do Comércio (OMC) já representou uma compreensão, na prática, do posicionamento disseminado por Dilma. No campo