15 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Campanha de Bolsonaro se resume a ataques ao PT, diz Jaques Wagner

Campanha de Bolsonaro se resume a ataques ao PT, diz Jaques Wagner

Senador eleito pela Bahia, o ex-governador Jaques Wagner considera a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) um deserto de ideais que se resume a ataques ao PT. ... 

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15 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cappelli propõe empurrar o ‘medo’ para o colo de Bolsonaro

Cappelli propõe empurrar o ‘medo’ para o colo de Bolsonaro

O jornalista Ricardo Cappelli pede uma carta de Haddad-Manu à família brasileira para vacinar o campo comportamental e propõe empurrar o medo para o colo de Bolsonaro. Segundo ele, o povo não gosta de mar revolto. “A economia, a instabilidade e a insegurança são o flanco do tresloucado”, escreve. ... 

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4 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Folha diz em editorial ter medo de Lula e Bolsonaro

Folha diz em editorial ter medo de Lula e Bolsonaro

O jornalão paulistano Folha de S. Paulo, que torce pelo tucano Geraldo Alckmin, afirmou em editorial desta segunda-feira (3) que tem medo de Bolsonaro e de Lula. ... 

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3 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Em bate-boca, Dilma a Marina: ‘à‰ política da verdade, não do medo’

Agência Brasil e Reuters, via Brasil 247
A presidente Dilma Rousseff (PT), em evento de campanha à  reeleição nesta quarta-feira, afirmou que a comparação da adversária Marina Silva (PSB) com o ex-presidente Fernando Collor de Mello, feita na propaganda de TV da petista, não representa a política do “medo”, mas a da “verdade”.

“Não, querida, é a política da verdade. O que nós dissemos, não é que as pessoas são iguais, é que se você não tem número suficiente de deputados você não aprova nenhum projeto”, disse ao ser questionada se a comparação de Marina com Collor, hoje aliado de seu governo, seria uma reedição da política do medo que o PT foi alvo em eleições anteriores.

“Acho que na democracia a gente perde e a gente ganha. Inclusive, eu quero dizer que perdi algumas vezes, mas ganhei outras tantas no Congresso Nacional”, disse Dilma a jornalistas em Belo Horizonte.

Na terça-feira, a propaganda de Dilma na TV exibiu trechos em que um locutor questiona a governabilidade de um eventual governo de Marina, citando os ex-presidentes Collor e Jânio Quadros, que não concluíram os mandatos, como momentos em que o país escolheu “salvadores da pátria” e “chefes do partido do eu sozinho”. Jânio renunciou, e Collor sofreu impeachment.

“A necessidade de negociar é inexorável. à‰ importante saber, ao negociar não ceder diante dos interesses do Brasil”, afirmou.

(Reportagem de Ezequiel Fagundes)

A presidente também disse que, não fossem as medidas anunciadas pelo governo, a indústria estaria hoje em uma situação pior. Leia abaixo na reportagem da Agência Brasil:

Mariana Tokarnia* – Repórter da Agência Brasil

Diante de 120 empresários ligados à  indústria, a presidenta Dilma Rousseff defendeu as políticas de incentivo para o setor desenvolvidas pelo governo. Disse, no entanto, que queria que os resultados de crescimento fossem diferentes. “Eu gostaria que o Brasil estivesse crescendo em um ritmo mais acelerado. Mas imagina o que teria acontecido se não tivéssemos tomado essas medidas. Eu acho que protegemos as condições de ter um futuro na nossa indústria”, disse ao se referir a ações como o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e incentivos tributários para compra de veículos.

O encontro ocorreu na Olimpíada do Conhecimento, que está na oitava edição e reúne estudantes de cursos técnicos para realizar tarefas semelhantes à s que enfrentariam em situações cotidianas no trabalho. Hoje (3), começam as competições entre os 726 participantes.

Dilma reuniu-se com empresários, presidentes de federações e diretores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e, após apontar a educação e a inovação como caminhos para o desenvolvimento, reconheceu: “vivemos em uma situação bastante complexa na indústria, mas só me pergunto o que seria se não tivéssemos tomado as medidas que tomamos na área Leia mais