15 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Encontro prepara nova fase da Campanha Lula Livre neste sábado

Encontro prepara nova fase da Campanha Lula Livre neste sábado


Representantes dos movimentos sociais e sindical e lideranças políticas de partidos de esquerda -PT, PSOL, PCdoB, PCO, PCB –  participam, neste sábado (16), em São Paulo, do Encontro Nacional Lula Livre que vai discutir novas ações em defesa da democracia, do Estado democrático de direito e em prol da liberdade do ex-presidente. ... 

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8 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Manuela divulga camisetas para combater as “fake news”

Manuela divulga camisetas para combater as “fake news”

A ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) está pondo em prática seu plano de trabalhar contra as notícias falsas que contaminaram as eleições do ano passado.  ... 

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14 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Fim do Mais Médicos repercute no meio político

Fim do Mais Médicos repercute no meio político

A decisão do governo de Cubano de deixar de participar do programa Mais Médicos anunciado nesta quarta-feira (14), que aconteceu após o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmar que mudaria os termos do acordo de colaboração, teve grande repercussão no Brasil.

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Nos cinco anos de Mais Médicos, cerca de 20 mil profissionais cubanos atenderam a mais de 100 milhões de pacientes brasileiros, com aprovação de cerca de 95% da população. Mais de 700 municípios brasileiros tiveram nos cubanos o atendimento médico pela primeira vez.

Várias lideranças políticas se manifestaram no Twitter sobre o fim do Mais Médicos.

O ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), afirmou ser um “triste dia para a saúde brasileira”

“Triste dia para a saúde brasileira. Depois de inúmeras declarações preconceituosas por parte do presidente eleito, o Ministério da Saúde de Cuba declara sua retirada do Programa Mais Médicos que chegou a mais de 60 milhões de brasileiros”, lamentou o ex-ministro.

Para Manuela D’avila (PCdoB), que foi candidata a vice-presidente na chapa do petista Fernando Haddad, o fim do programa é a “primeira tragédia” do governo Bolsonaro.

“O fim da participação dos médicos cubanos no Mais Médicos é uma primeira tragédia da ideologização e da loucura persecutória contra a esquerda que está em curso em nosso país”, afirmou Manuela.

O candidato do Psol derrotado no primeiro turno das eleições presidenciais, Guilherme Boulos, classificou as declarações der Bolsonaro como ”irresponsáveis” e afirmou que “quem vai pagar o preço é o povo pobre”.

“Após declarações irresponsáveis de Bolsonaro, Cuba anunciou hoje o retorno dos médicos que atuam no Brasil. Cada vez que abre a boca, o presidente eleito causa um incidente internacional. Desta vez quem vai pagar o preço é o povo mais pobre que se beneficiou com o Mais Médicos”, previu o líder do MTST.

A senadora e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, declarou que “ficou triste pelo povo brasileiro”.

“Os médicos cubanos ñ participarão + do Mais Médicos. Fiquei triste pelo povo brasileiro q é tão bem assistido por eles. Vi esse programa nascer e ajudei a implementá-lo. Mas entendo as razões: o desrespeito, ameaças e violência c/ q Bolsonaro trata Cuba ñ lhes deixam em segurança”, criticou a dirigente do PT.

Bolsonaro, por outro lado, tentou justificar o porquê de ter agido contra o programa Mais Médicos e, por consequência, contra os interesses do povo brasileiro.

“Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou”, alegou o presidente eleito.

Triste dia para a saúde brasileira.
Depois de inúmeras declarações preconceituosas por parte do presidente eleito, o Ministério da Saúde de Cuba declara sua retirada do Programa Mais Médicos que chegou a mais de 60 milhões de brasileiros. https://t.co/LTrEBW0huW ... 

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14 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro, e agora? Com Manuela D’Ávila; ouça

Bolsonaro, e agora? Com Manuela D’Ávila; ouça

A deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) foi entrevistada para o podcast do jornalista Luciano Potter da RBS. O tema foi “Bolsonaro, e agora?”.

Manuela foi candidata a vice-presidente na chapa com Fernando Haddad (PT), indo ao segundo turno na disputa contra o candidato do PSL.

No podcast ela fala da campanha, do Whatsapp, internet, esquerda e a falta de união, do PT, dos filhos de Bolsonaro, dos conceitos, das mulheres, negros e LGBTs.

A canal de Luciano Potter traz ainda outros podcasts com o mesma tema. Confira:

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9 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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Fusão partidária: Vem aí o PCdoB-Pátria Livre


As negociações entre as direções do Partido Comunista do Brasil(PCdoB) e do Partido da Pátria Livre (PPL), ex-MR8, prosseguem a todo vapor. O objetivo da fusão das legendas é contornar a cláusula de barreira e conseguir acesso ao fundo partidário e a propaganda política na TV, segundo informou uma fonte ao blog.

O PCdoB pretende incorporar organicamente o PPL e assegurar o seu pleno funcionamento institucional e parlamentar. A união das legendas chegaria a dez deputados na Câmara de Deputados: nove dos comunistas e um dos nacionalistas-getulistas do PPL.

De acordo com a cláusula de barreira em vigência, só terá direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019 o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos válidos nas eleições de 2018 para a Câmara de Deputados, distribuídos em pelo menos um terço dos estados (nove), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles. Leia mais

6 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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SBT retira do ar vinheta que resgata slogan da ditadura

A televisão de Silvio Santos, o SBT, passou a exibir nesta terça (6) uma série de vinhetas de nacionalistas em sua programação. Em uma delas era exibido o slogan da ditadura “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Diante da repercussão extremamente negativa e da onda de protestos que tomou conta da internet, a emissora retirou mensagem do ar.

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Silvio Santos resgata slogan da ditadura ‘Brasil, Ame-o ou Deixe-o’

Segundo o SBT, a escolha do slogan foi um equívoco, pois não teriam notado que a frase era um bordão de uma das épocas mais repressivas da ditadura.

Políticos de diversos partidos se pronunciaram no Twitter a respeito das vinhetas da televisão de Silvio Santos.

O deputado federal por São Paulo do Psol, Ivan Valente, classificou a vinheta da emissora como algo “bizarro e sombrio”.

“O homem do baú sempre bajulando quem está no poder. Bolsonaro disse que queria o Brasil como há 50 anos. Silvio Santos atendeu ao pedido. Bizarro e sombrio”, escreveu Ivan Valente.

O deputado petista Marco Maia associou a vinheta do SBT ao “medo de perder verba publicitária”.

“Já deu para perceber que o medo de perder a verba publicitária é maior do que a dignidade, né Silvio Santos? Bolsonaro disse que queria o Brasil como há 50 anos e o SBT atendeu ao pedido e fez uma propaganda com o lema da ditadura militar”, afirmou Marco Maia.

Manuela D’Ávila, do PCdoB, candidata a vice-presidente na chapa de Haddad, criticou as vinhetas e sugeriu que o SBT “enaltece a ditadura”.

Eu te amo meu Brasil ,eu te amo ,meu coração é ”e“Brasil ame-o ou deixe-o” são propagandas da ditadura militar. Nós amamos o BR. O de todas as cores, credos e opiniões políticas. Enaltecer a ditadura não é amar ao Brasil, mas repugnar a democracia e as conquistas da Constituição de 88, criticou Manuela.

Jandira Feghali, deputada federal pelo PCdoB, que empresas de comunicação se tornam “lambedoras de botas” por verbas publicitárias.

“‘Ame-o ou deixe-o’ é a coisa mais triste que uma concessão pública pode se prestar em pleno 2018. Resgatar uma expressão da Ditadura em que a frase, tida como nacionalista, na verdade era para sufocar o contraditório e movimentos sociais. A disputa pela verba publicitária não pode fazer com que empresas de Comunicação se tornem ‘lambedoras de botas’ bizarras”, sentenciou Jandira.

O homem do baú sempre bajulando quem está no poder. Bolsonaro disse que queria o Brasil como há 50 anos. Silvio Santos atendeu ao pedido. Bizarro e sombrio.https://t.co/2NbrIQr5QN ... 

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2 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro está eleito mas as ‘fake news’ continuam

Bolsonaro está eleito mas as ‘fake news’ continuam

A deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), que foi vice na chapa com Fernando Haddad (PT) à presidência, continua sendo alvo de “fake news” da direita. Desta vez, o mote é a ida de Sérgio Moro para o governo de Bolsonaro.

Aliás, as notícias falsas não são novidade da eleição do mês passado. Elas vêm sendo usadas há tempo pelo MBL e assemelhados para detratar a esquerda e os movimentos sociais.

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O que houve nas eleições é que a campanha de Bolsonaro levou o esquema para um patamar profissional, com a injeção de R$ 12 milhões via caixa 2, conforma noticiou a Folha de S. Paulo.

Desta vez, os bolsomínions criaram uma postagem falsa atribuída a Manuela, dizendo que ela pegaria em armas para combater Moro e o governo.

A deputada gaúcha rebateu a postagem falsa pelo Twitter:

“Parece q a máquina das fake news não foi desmontada. Foi aparecer a informação de que Moro comporia o novo governo que essa falsificação contra mim voltou a circular. Eu, obviamente, nunca escrevi essas palavras. A luta que faço é na política.”

Confira o twitt:

Parece q a máquina das fake news não foi desmontada. Foi aparecer a informação de que Moro comporia o novo governo que essa falsificação contra mim voltou a circular. Eu, obviamente, nunca escrevi essas palavras. A luta que faço é na política. pic.twitter.com/THyyFIC3BQ ... 

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29 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em PCdoB chama para a resistência e a defesa da democracia

PCdoB chama para a resistência e a defesa da democracia

Ainda na noite de domingo (28), após a confirmação da eleição do candidato da extrema-direita, o PCdoB emitiu nota em que pede a unidade em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo.

O partido considera que a eleição de Bolsonaro é um retrocesso que ameaça conquistas históricas do Brasil e dos brasileiros. Os comunistas transmitem ao povo brasileiro a certeza de que “uma maioria se levantará para defender a democracia”.

Leia abaixo a íntegra da nota:

Por uma ampla união em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo

A eleição de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais instaura um novo período político no país, marcado por ameaças à democracia, ao patrimônio nacional, à soberania da nação e aos direitos do povo. Foi eleito um presidente da República declaradamente determinado a instaurar um governo de conteúdo ditatorial, para implementar, a ferro e fogo, um programa ultraliberal e neocolonial.

A chapa Fernando Haddad presidente, Manuela d’Ávila vice obteve mais de 47 milhões de votos e catalisou uma tomada de posição da consciência democrática da nação, lançando as bases de uma oposição vigorosa que começa agora.

Há uma guinada em direção a um retrocesso, à desconstrução, e mesmo à destruição de históricas realizações e conquistas sobre as quais, a despeito de graves problemas que persistem, se ergueram e floresceram o Brasil e o povo brasileiro.

Isso ficou bem explícito na reta de chegada da campanha do segundo turno, quando as próprias instituições da República, com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram ameaçadas. De igual modo, foram atacadas garantias básicas da Constituição Federal, como a liberdade de imprensa, de manifestação e de organização partidária. A autonomia das universidades foi pisoteada. O presidente eleito, durante a campanha, foi um pregoeiro da violência, da intolerância e do ódio entre os brasileiros, e jurou encarcerar ou banir do país os cidadãos e as cidadãs “vermelhos” que dele divergirem, e criminalizar movimentos e entidades do povo.

Dada a importância do Brasil – que possui uma economia que está entre as dez maiores do mundo –, essa ruptura reacionária terá forte impacto regressivo na América Latina.

O gatilho de tudo isto foi o golpe de agosto de 2016, que agora se consolida com a assunção da extrema-direita ao governo da República. Há um corte na construção da democracia, reiniciada em 1985 após o fim da ditadura militar, por meio de um processo eleitoral que transcorreu com o Estado Democrático de Direito, sufocado pelo Estado de Exceção. A pregação de matriz fascista do candidato eleito emergiu nesse leito, não sem ser confrontada pelas forças da democracia – uma tendência que certamente se fortalecerá neste novo cenário político.

A lisura do pleito foi corrompida para favorecer a candidatura da extrema-direita, por intermédio de expedientes ilegais, ao estilo da denominada guerra híbrida que estimula o uso em grande quantidade das falsas notícias, as chamadas fake news, expediente financiado criminosamente, conforme denúncias da imprensa, por grandes empresários. Tais ilicitudes, entre outras, interferiram no resultado das urnas. Com toda razão, estão em processo de inquérito na Justiça Eleitoral, da qual se espera profunda e ágil instrução com decisões consoantes a gravidade do ocorrido.

A resistência das forças democráticas, progressistas, populares e patrióticas começa respaldada pela expressiva obtida pela chapa Fernando Haddad-Manuela d’Ávila e na tomada de posição de personalidades e instituições que ergueram a voz para defender a democracia e a Constituição.

A resistência, a oposição vigorosa, deve ser organizada no âmbito de toda a vida política e social do país, a começar pelo Congresso Nacional e outras casas legislativas, se estendendo para os movimentos sociais, as organizações da classe trabalhadora, segmentos do empresariado, o universo acadêmico, a intelectualidade, os artistas, o mundo jurídico, setores religiosos, e inclusive para os integrantes de instituições da República. Os governadores e os prefeitos do campo democrático terão importante papel nesta empreitada.

Com essa nova realidade, que representa uma ruptura com o ciclo de avanço da democracia iniciado na chamada Nova República, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), como sempre fez em sua história, se posiciona firmemente na trincheira da defesa intransigente da nação, da democracia e do povo.

O Partido Comunista do Brasil, legenda quase centenária, desde a República Velha, em conjunto com as demais forças progressistas do país, lutou contra todos os governos e regimes autoritários e tiranos que infestaram a história da República. Com base nessa experiência, transmite ao povo brasileiro a certeza e a confiança de que, apesar das graves ameaças que pairam sobre o céu do país, não será fácil a Bolsonaro realizar a obsessão de sepultar a democracia brasileira. Ela deitou raízes profundas no solo pátrio, custou à nação muitas lutas e vidas. Progressivamente, a partir dos milhões e milhões que votaram e apoiaram a chapa Haddad presidente, Manuela vice, uma maioria se levantará para defender a democracia, e ela vencerá mais uma vez.

Para tal, o PCdoB se dirige ao povo e às forças democráticas do país conclamando que a partir de hoje iniciemos a construção de uma ampla unidade com o objetivo de descortinar horizontes a uma jornada cívica, patriótica, democrática e popular, e a formação de barreiras contra a volta de um regime de Estado de exceção e em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo.

São Paulo, 28 de outubro de 2018.

Deputada Federal Luciana Santos
Presidenta do Partido Comunista do Brasil – PCdoB
Comissão Executiva Nacional do Partido Comunista do Brasil – PCdoB

Via

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26 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro pede para que TSE torne Haddad inelegível

Bolsonaro pede para que TSE torne Haddad inelegível


O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu prosseguimento a uma ação em que Jair Bolsonaro (PSL) pede para que Fernando Haddad (PT) e sua vice Manuela D’ávila (PCdoB) sejam declarados inelegíveis por suposto apoio irregular do governo da Paraíba.

Segundo a campanha do candidato do PSL, o reitor e o vice-reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teriam usado o espaço acadêmico para “fomentar” a candidatura de Haddad.

Na ação, os advogados de Bolsonaro afirmam ainda que diretores e professores de escola estariam sendo “obrigados a tentar reverter votos favoráveis” a Bolsonaro.

O vice-reitor da UEPB, Flávio Romero, negou as acusações e disse que a universidade deve fomentar o debate sobre múltiplas questões.

Para Romero, o “patrulhamento ideológico” é típico de uma ditadura, não da democracia.

A ação terá de ser julgada pelo TSE, em data ainda não prevista.

Com informações do G1 e Diário de Pernambuco
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