27 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi quer saber quais pressões sofre Fachin

Gleisi quer saber quais pressões sofre Fachin

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, quer saber quais tipos de pressões sofreu o ministro do STF Edson Fachin ao suspender o julgamento de recurso do ex-presidente Lula. ... 

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25 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em O espectro de Lula assombra o Supremo Tribunal Federal e tucanos

O espectro de Lula assombra o Supremo Tribunal Federal e tucanos

Não adiantam manobras como aquela do ministro Edson Fachin, de arquivar o pedido de liberdade para Lula, pois o espectro do petista continua a assombrar o Supremo Tribunal Federal (STF) que deveria julgar nesta terça (26) o efeito suspensivo da execução da pena. ... 

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25 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT x Fachin

PT x Fachin

As manobras de Fachin, segundo Aroeira.

O PT deverá protocolar nesta segunda (25) recurso contra as manobras do ministro do STF, Edson Fachin, para manter preso político o ex-presidente Lula. ... 

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13 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Ao vivo: Eduardo Cunha volta para o “bico do corvo” na CCJ da Câmara

cunha_corvoPara usar a expressão do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), o “insepulto” Eduardo Cunha (PMDB-RJ) retorna para o “bico do corvo” na manhã desta quarta (13). A CCJ da Câmara retoma votação do parecer do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) ao recurso do deputado afastado contra a decisão do Conselho de Ética que aprovou o envio ao plenário do pedido de cassação do mandato dele. Entretanto, o colegiado deverá parar de ouvir os 36 inscritos às 16 horas, quando iniciar a sessão ordinária no plenário que elegerá o novo presidente. Abaixo, assista ao vivo: Leia mais

9 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Nova manobra diabólica de Cunha troca relator de sua cassação

do Brasil 247

Um dia depois de tentar impor um golpe na votação do impeachment, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), voltou a debochar do País ao promover a troca do relator de seu processo na Comissão de Ética da Casa.

O deputado Fausto Pinato (PRB-SP), que elaborou o relatório pela admissibilidade do processo contra Cunha, disse respeitar a decisão da Mesa Diretora, mas afirmou não concordar. “A imparcialidade assusta”, disse, pedindo a Araújo que recorra da decisão no plenário.

O deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), presidente do colegiado, chegou a nomear Zé Geraldo (PT-PA) para o lugar de Pinato, mas a decisão foi contestada por aliados de Cunha, argumentando que não houve lista tríplice, e ele decidiu revê-la.

Araújo iniciou novamente o processo devido a questionamentos de deputados. Depois de suspensa a sessão, foi sorteada uma lista tríplice para a escolha do novo relator. Os três nomes sorteados foram: Leo de Brito (PT-AC), Marcos Rogério (PDT-RO) e Sérgio Brito (PSD-BA).

Araújo convocou reunião para esta quinta-feira, às 9h30, para anunciou o novo relator. Com a escolha do novo relator, o processo começará do zero, com um novo relatório sobre as denúncias contra o presidente da Casa.

Como demonstra o colunista Paulo Moreira Leite, Eduardo Cunha representa um perigo para a sociedade brasileira (leia mais).

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19 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Manobra na Câmara impede leitura de parecer pela cassação de Cunha

do Brasil 247

cunha_manobraEm mais um artifício para protelar o andamento do processo que pede sua cassação no Conselho de Ética da Câmara, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu a sessão com a Ordem do Dia no Plenário da Casa no momento em que a reunião do Conselho de Ética analisava o parecer preliminar pela admissibilidade do processo contra o peemedebista.

O próprio Cunha anunciou a medida: “Qualquer comissão que esteja funcionando está funcionando de forma irregular e toda e qualquer deliberação é nula”, afirmou, após Questão de Ordem levantada no plenário pelos deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Hugo Motta (PMDB-PB), aliados do peemedebista. “Qualquer deliberação após 10h44 será nula”, reforçou Cunha.

Antes de Cunha abrir a sessão do Plenário e obstruir as deliberações do Conselho de Ética, seus aliados no colegiado tentaram obstruir a sessão, chegando atrasados e fazendo questões de ordem para atrasar o início da sessão, como leitura da ata da sessão anterior.  Leia mais

1 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Maioridade: Cunha manobra para votar novamente e governo vê golpe

do Brasil 247
cunha_maioridadeO presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu colocar novamente em votação, na noite de hoje, a proposta que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal no Brasil, que foi rejeitada na madrugada desta quarta-feira. A ideia é votar uma emenda aglutinativa à PEC. A diferença é que o tráfico de drogas e o roubo qualificado seriam excluídos do rol de crimes que levaria o menor a responder como adulto.

A Constituição não permite, conforme seu artigo 60, §5º, que “a matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa”. Contra a manobra de Cunha, a mesma praticada recentemente para votar o financiamento privado de campanhas, que também havia sido rejeitado em plenário, parlamentares do PT, PCdoB e Psol apontam “golpe”. Para Jean Wyllys (Psol-RJ), o deputado pretende “impor”, assim, “a sua vontade autoritária”.

“Esta Casa não pode conviver com manobras”, protestou o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Segundo Jandira Feghali (RJ), líder do PCdoB, não há espaço regimental para uma nova votação nesses termos. O líder do Psol, Chico Alencar (RJ), afirmou que a nova votação é um desrespeito à sessão de ontem. O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) também se manifestou em plenário (assista aqui).

Nas redes sociais, os internautas chamam o presidente da Câmara de “Adolf Cunha” e “mau perdedor”. Na sessão, já aberta, para votar a emenda, Cunha cita regimento em defesa de nova votação da maioridade, pede respeito e diz que discordantes podem ir ao STF -“sem êxito”, como até hoje. O deputado se referia à decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo, que não acolheu mandado impetrado por deputados de seis partidos contra a aprovação do financiamento privado por Cunha.

Leia abaixo reportagem da Agência Câmara: Leia mais