5 de setembro de 2016
por esmael
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Ensandecida, mídia força barra para criminalizar movimento pelas #DiretasJá

requiao_pmdbSem ter como esconder que milhares foram às ruas por novas eleições, como fez em 1984, a velha mídia golpista brasileira mudou de tática: agora criminaliza as manifestações pelas Diretas Já e Fora Temer.

26 de Maio de 2015
por esmael
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Para dividir grevistas, Palácio Iguaçu infiltra “cibertucanos” em grupos de educadores nas redes sociais

tenda_infiltrado_whatsapp

Na semana passada, o Blog do Esmael mostrou que o governo Beto Richa (PSDB) iniciara uma verdadeira “guerra suja” visando desqualificar os professores em greve. Agora, na segunda fase, os cibertucanos estão se infiltrando nos grupos de discussão de educadores, sobretudo no WhatsApp, a nova coqueluche do momento, para promover a divisão no movimento grevista do Paraná.

Se na primeira etapa da “guerra suja” o objetivo era mostrar imagens antigas e cópia de contracheques forjados com o intuito de isolar os educadores, com mensagens enviadas a pais e alunos, nesta a ideia dos invasores a soldo do Palácio Iguaçu é semear a discórdia entre professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado.

Os infiltrados lançam dúvidas sobre a “firmeza” dos professores e servidores em greve há um mês, disseminam informações falsas sobre a luta do magistério e do serviço público, espalham medo, estimulam o ódio entre colegas tal qual ocorreu no segundo turno disputado por Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). Na época, o Blog do Esmael anotou que o “Extremismo de direita pró-Aécio afasta brasileiros das redes sociais”.

Nesta segunda-feira (25), por exemplo, um desses infiltrados no grupo “Memória da Violência”, criado no WhatsApp por educadores massacrados no dia 29 de abril, no Centro Cívico, foi alvo do submundo dos cibertucanos. Informações privadas foram publicadas em mídias ligadas ao Palácio Iguaçu.

1 de Maio de 2014
por esmael
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Petistas são hostilizados no 1!º de Maio da Central Única dos Trabalhadores

do Brasil 247

Ex-ministro Alexandre Padilha, que concorre ao governo de São Paulo pelo PT, tentou discursar no Primeiro de Maio da Central Única dos Trabalhadores, mas desistiu diante do clima hostil no evento; antes da sua fala, houve vaias de manifestantes, que também atiravam latas e pedras contra o palco; agressões atingiram o prefeito Fernando Haddad, que saiu indignado, e com o ministro Ricardo Berzoini; CUT já tinha sinais, antes mesmo do evento, de que haveria infiltração de grupos dispostos a promover atos de hostilidade contra petistas; clima de caça à s bruxas; o PT está cercado e jogando na defensiva.

Ex-ministro Alexandre Padilha, que concorre ao governo de São Paulo pelo PT, tentou discursar no Primeiro de Maio da Central Única dos Trabalhadores, mas desistiu diante do clima hostil no evento; antes da sua fala, houve vaias de manifestantes, que também atiravam latas e pedras contra o palco; agressões atingiram o prefeito Fernando Haddad, que saiu indignado, e com o ministro Ricardo Berzoini; CUT já tinha sinais, antes mesmo do evento, de que haveria infiltração de grupos dispostos a promover atos de hostilidade contra petistas; clima de caça à s bruxas; o PT está cercado e jogando na defensiva.

O Partido dos Trabalhadores enfrenta hoje um ambiente de caça à s bruxas. No mesmo dia em que José Genoino foi preso novamente em decorrência da Ação Penal 470, representantes estelares do partido foram impedidos de discursar no Primeiro de Maio da Central Única dos Trabalhadores, a CUT. Ou seja: mesmo jogando “em casa”, petistas foram hostilizados. Leia mais