16 de Março de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Aula inaugural do curso da UFPR sobre ‘O golpe de 2016’ terá ato político pela democracia

Aula inaugural do curso da UFPR sobre ‘O golpe de 2016’ terá ato político pela democracia

O curso de extensão “O golpe de 2016” tem aula inaugural nesta sexta-feira (16), no Teatro da Reitoria da UFPR. “O número de inscrições superou as expectativas e os últimos acontecimentos no país impactaram fortemente na comunidade universitária”, informa o professor Ricardo Costa de Oliveira, um dos organizadores do curso. O evento consiste num ciclo de palestras aberto à comunidade, com a participação de 21 professores da UFPR e mais três convidados externos. Serão 15 encontros até o mês de junho, sempre com uma palestra seguida de debate. Haverá certificação. Leia mais

11 de Maio de 2016
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O processo de impeachment continua

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No dia em que o Senado votará o afastamento da presidenta Dilma para que ela seja julgada em processo de impedimento de seu mandato, todos acompanham ansiosos as notícias de Brasília. O senador Alvaro Dias (PV), em sua coluna semanal, afirma que o processo é legítimo, e até agora tem transcorrido de forma democrática e transparente. Segundo ele, os senadores estão prontos para debater, votar e seguir para o próximo passo do processo: o julgamento definitivo da presidenta. Leia e ouça a seguir. 

9 de Maio de 2016
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Cardozo diz que processo de impeachment é “insustentável”

cardozo

O ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU), afirmou hoje (9) que lhe parece “insustentável” que o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff tenha continuidade no Senado após a anulação da votação do processo na Câmara pelo presidente interino da casa, Waldir Maranhão (PP-MA).

“Me parece insustentável a tese de que o Senado possa prosseguir sem que se reveja a decisão da Câmara”, disse o ministro durante entrevista coletiva antes da decisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de não acatar a decisão de Waldir Maranhão e garantir a continuidade ao processo de impeachment.

27 de Abril de 2016
por admin
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Senadores pedirão a Dilma apoio para antecipar eleição presidencial

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Um grupo de senadores que defende novas eleições presidenciais em outubro deste ano levará a proposta em carta à presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (28). Semana passada, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o tema foi protocolada no Senado. Hoje, o senador Roberto Requião (PMDB) defendeu a proposta em discurso na tribuna da casa (assista a seguir).

26 de Abril de 2016
por admin
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“Querem chegar, sentar na minha cadeira, mas sem voto”, diz Dilma

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A presidenta Dilma Rousseff voltou a dizer hoje (26) que o processo de impeachment é uma tentativa de fazer uma eleição indireta por quem quer chegar ao Poder sem votos.

“O poder vem do voto popular direto. Esse impeachment, que é golpe, na verdade é uma tentativa de fazer uma eleição indireta por aqueles que não têm voto. Se eles querem chegar ao Poder e não tem crime [de responsabilidade], só tem um caminho: disputem eleições. Eles querem chegar, sentar na minha cadeira, mas sem voto. Esse é o problema. É claro que isso é muito confortável: você não tem que prestar conta para o povo brasileiro”, disse Dilma.

22 de Abril de 2016
por admin
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Nenhuma legitimidade a Temer

legitimidade

Entre tramar um golpe contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e construir a legitimidade necessária para assumir a presidência da Republica, sem ter sido eleito para isso, há uma distância enorme. Com o avançar do processo de impeachment para o Senado, uma nova realidade se impõe e Michel Temer não é a solução. Leia e ouça a análise dessa conjuntura na coluna de Bruno Meirinho (PSOL) abaixo. 

11 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Tudo está ruim, mas pode piorar

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“Graças à vida que me deu tanto
me deu o som e o abecedário

com ele, as palavras que penso e declaro”
Violeta Parra em Gracias a la vida

Luiz Cláudio Romanelli*

A semana que se inicia é decisiva para os brasileiros. A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff deve iniciar a votação do relatório final nesta segunda-feira. Pelo rito definido, o prazo regimental para o início da votação em plenário é de 96 horas, o que deixaria o início da votação no plenário para o dia 15.

Para que todos entendam como o processo funciona: no plenário, o processo de impeachment é aberto se dois terços (342) dos 513 deputados votarem a favor. Aberto o processo de impeachment, o processo segue para análise do Senado.

No Senado, a sessão que decide sobre a admissibilidade do impeachment é presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Se for aprovado por maioria simples (metade mais um, presentes 41 dos 81 senadores), Dilma é obrigada a se afastar por até 180 dias até a decisão final. O impeachment só é aprovado se dois terços (54) dos 81 senadores votarem a favor.

Se absolvida no Senado, a presidente reassume o mandato imediatamente. Se condenada, é automaticamente destituída e o vice-presidente é empossado definitivamente no cargo.

Mas o que será do Brasil nas mãos

5 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: A quem interessa a crise que atrapalha o país?

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Enio Verri*

A quem interessa a crise política? E a econômica? A instabilidade democrática e jurídica? Talvez, a uma minoria que encontrou uma oportunidade para lucrar em meio à crise; ou a uma oposição preocupada, muito mais, em seu projeto de poder do que realmente com o desenvolvimento econômico e social do País.

O editorial da Folha de S. Paulo que pede a renúncia da presidenta Dilma Rousseff e a campanha milionária da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) a favor do impeachment somente reiteram o interesse de alguns setores com as inconstâncias e fragilidades institucionais. Promovem um discurso de caos em vez de pregarem a união por soluções.

É de estranhar os esforços pela deposição de uma chefe de estado eleita democraticamente e sem nenhuma acusação em seu currículo, ao passo que empregam uma força desproporcional contra um governo legitimo e escondem os riscos e ameaças da presença de Eduardo Cunha, acusado pela Lava Jato e responsável pela paralisação da Casa de Leis, na presidência da Câmara dos Deputados.

As condicionalidades que se manifestam pelos discursos de setores conservadores e grupos que se utilizam-se de artifícios obscuros para financiar e patrocinar o processo de impedimento não só ferem o sistema democrático, como ainda, agravam os prejuízos à toda a população brasileira nesse momento conturbado.

Momento forjado sobre seletividades que pregam o ódio contra uma agremiação ou campo ideológico e se esqu

30 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: Impeachment não é golpe

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Alvaro Dias*

Torna-se dispensável estimular o contraditório em relação à temática de que impeachment é golpe. Há quanto tempo estamos discutindo se o impeachment é ou não golpe? Creio que, apesar de preciosismos jurídicos, o processo de impeachment é consequência de um julgamento político no Congresso Nacional. E o que prevalece, nesses casos, é o conjunto da obra. Pedaladas fiscais e suplementação de verbas sem autorização legal são apenas detalhes da existência de um complexo e sofisticado esquema de corrupção idealizado em nome de um projeto de poder de longo prazo.

Um leque de questões desenha o momento dramático vivido pelo País. Como não considerar os escabrosos crimes, revelados pela Operação-Lava Jato, à sombra do poder no País? Como não considerar a farta documentação encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral, onde juízes haverão de julgar a cassação de mandato da presidente e do vice-presidente da República, em razão de crimes praticados durante a campanha eleitoral?

Investigações, documentos e delatores revelaram ao País a utilização