24 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Golpe em marcha: Aloysio fala à  Veja em impeachment de Dilma

do Brasil 247
joice_aloysio_choro.jpgLíder do PSDB, o senador Aloysio Nunes (SP) dá sinais claros de tentativa de golpe contra a presidente Dilma Rousseff em entrevista ao portal da revista Veja nesta segunda-feira 24 (clique aqui). Ao comentar o projeto que altera a meta fiscal, e que deve ser apreciado essa semana no Congresso, o tucano fala abertamente em impeachment.

O Planalto argumenta que, se a meta do superávit não for alterada, o governo federal terá de interromper investimentos no País. “Não é a aprovação da lei que vai fazer brotar dinheiro, então é mera chantagem, que não tem nenhum fundamento na realidade”, rebate Aloysio Nunes, que foi vice de Aécio Neves na eleição presidencial.

“A grande preocupação é salvar a pele da presidente Dilma das consequências jurídicas do fato de ela ter infringido a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade Fiscal”, continua o tucano. “Que consequências são essas, senador?”, questiona a entrevistadora, Joice Hasselmann. “Crime de responsabilidade fiscal”, afirmou. “Que pode levar ao que?”. O parlamentar responde: “ao impeachment”. Leia mais

17 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Oposição aposta suas fichas no impeachment de Dilma

do Blog da! Tereza Cruvinel

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Quantos manifestantes havia no ato pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff no sábado, 15/11, em São Paulo? Alguns veículos falaram em 1.500, outros em três mil, os mais excitados em dez mil. Não importa. Certo é que foram muito mais que os 20 gatos pingados que compareceram ao ato pró-impeachment de Lula chamado pelos adversários em 2005, no estouro do mensalão. Está clara a aposta da oposição num terceiro turno da disputa presidencial através do pedido de impeachment de Dilma. Ainda que não tenha condições de levá-lo adiante mas para sangrá-la, minar seu segundo mandato e selar o fim da era dos governos do PT. Recordemos 2005.

Um impeachment exige condições jurídicas e políticas. Em outras palavras, prova e povo. Indícios ou provas de culpa ou omissão do governante, e apoio popular para seu afastamento.

Em agosto de 2005, logo depois do depoimento de Duda Mendonça à  CPI dos Correios, confessando ter recebido no exterior pagamentos por serviços prestados à  campanha de Lula em 2002, houve uma reunião no gabinete da liderança do PSDB no Senado, comandada pelo senador pefelista Jorge Bornhausen. Nela, o pedido de impeachment voltou a ser discutido e foi descartado diante da constatação de que lhe faltaria apoio popular. Um ato fora tentado em Brasília e reunira apenas 20 pessoas. No Rio, menos de 30. Uma voz discordante, na reunião, foi a do senador àlvaro Dias, que depois, em entrevista a Josias de Sousa, lamentaria o erro histórico da oposição!. Ainda que o impeachment não vingasse, disse ele, Lula teria sofrido um desgaste enorme e não teria se reelegido.

Em 2005, na mesma semana de agosto, em discurso na reunião do Conselhão (o CDES), Lula disse que não se mataria como Getúlio, não renunciaria como Jango nem sofreria impeachment como Collor. Logo depois fez uma reunião com sindicalistas e avisou que teriam de ir para a rua e mobilizar o povo caso tentassem derrubá-lo. Veio o depoimento de Duda mas a oposição recuou, antevendo que ficaria isolada. A aposta passou a ser em deixar Lula sangrar! até o final do primeiro mandato para que não se reelegesse. Mas ele deu a volta por cima, venceu em 2006 e ainda elegeu Dilma em 2010. Leia mais

2 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Extremismo de direita pró-Aécio afasta brasileiros das redes sociais

extremismo_redes_sociais.jpgAinda não há estudos que possam aferir o fenômeno do abandono das redes sociais no país do pós-eleição, mas uma pesquisa informal do Blog do Esmael aponta que muitos brasileiros podem ter deixado de frequentar ou comentar em sites sobre acirradíssima disputa no 2!º turno presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). ... 

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