1 de Abril de 2018
por Redacao
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A vocação golpista da Globo ontem e hoje

A Rede Globo tem uma vocação golpista arraigada, um DNA antidemocrático, antinacional e antipopular. O grupo de comunicação sempre atuou contra os governos democráticos e as aspirações populares: foi assim contra o governo de Getúlio Vargas e a decretação do salário mínimo; conspirou com os militares pela derrubada de Jango Goulart e apoiou a ditadura militar e seus crimes. Leia mais

10 de Maio de 2016
por esmael
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STF pode anular o impeachment

cardozoA presidente Dilma Rousseff e o Advogado-Geral da União, José Eduardo Cardozo, vão ao Supremo pedir anulação do impeachment alegando que Eduardo Cunha (PMDB-PR) agiu com desvio de poder “a seu favor, a seu benefício” visando atrapalhar as investigações da Lava Jato e sua cassação no Conselho de Ética na Câmara.

Segundo Cardozo, Cunha cometeu desvio de poder ao abrir o processo de impeachment e isso ensejaria a anulação do rito de afastamento da presidente da República.

Além disso, o governo também apontará no STF a coação — ou pressão ilegítima — do presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que revogou a anulação do impeachment na calada da noite sem dar uma explicação sequer.

10 de Maio de 2016
por esmael
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Ministro da Justiça suspeita da forma como Maranhão revogou o próprio ato

Agência Brasil

aragaoO ministro da Justiça, Eugênio Aragão, disse ter estranhado a forma como o presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), revogou a decisão de anular a sessão da Câmara que autorizou o Senado a deliberar sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. De acordo com o ministro, está evidente que, por trás disso, há o que, em suas palavras, é avaliado como “fenômeno das pressões políticas ilegítimas”.

27 de Abril de 2016
por admin
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As pedaladas e o conjunto da obra

obra

O senador Alvaro Dias (PV) sustenta que houve crime de responsabilidade por parte da presidenta Dilma Rousseff (PT) e, portanto, defende que ela seja julgada impedida de governar pelo Senado Federal. Além das “pedaladas fiscais” que, segundo o senador, foram alertadas por técnicos do tesouro, haveria o “conjunto da obra” que incluem outras operações financeiras suspeitas na visão de Dias. Leia e ouça sua coluna a seguir.

15 de Abril de 2016
por admin
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Dilma vai derrotar o golpe

bruno_bill_dilmaDificilmente a oposição golpista conquistará 342 votos para depor Dilma Rousseff. Mesmo que isso ocorra, o precedente ajuda a presidente da República. Bill Clinton, nos Estados Unidos, fora salvo do impeachment no Senado, que tem papel moderador nos regimes presidencialistas. A opinião é do colunista Bruno Meirinho. Abaixo, leia a íntegra:

9 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: Para ex-governador, Brasil caminha para uma guerra civil

Download áudio

Jorge Bernardi*

Há 15 dias, escrevi nesta coluna, que a radicalização política estava assumindo proporções perigosas que poderia levar o país a uma guerra civil. Nesta semana, o ex-governador gaúcho Tarso Genro, admitiu em entrevista ao jornalista Roberto D’ Avila, da Globo News, também que o Brasil caminha para guerra civil, se ocorrer o impeachment da presidente Dilma Rousseff sem que se comprove crime de responsabilidade.

A imprensa fez recentemente reportagens sobre intolerância política e divisão da sociedade que separa amigos, sócios, famílias gerando brigas nos mundos virtual e real. A preocupação é que a disputa possa extrapolar para a violência com consequências imprevisíveis. Basta um cadáver numa destas manifestações para que os ânimos, que estão a flor da pele, passe para a disputa armada pelo poder.

O Data Folha divulgou recentemente pesquisa em que mostra os participantes das manifestações em Sã

15 de Abril de 2015
por esmael
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Requião Filho anuncia que vai protocolar pedido de impeachment de Beto Richa; assista ao vídeo

tadeu_richa_requiaofilhoO deputado estadual Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição, prometeu nesta quarta-feira (15) protocolar pedido de impeachment do governador Beto Richa. Leia mais

24 de novembro de 2014
por esmael
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Golpe em marcha: Aloysio fala à  Veja em impeachment de Dilma

do Brasil 247
joice_aloysio_choro.jpgLíder do PSDB, o senador Aloysio Nunes (SP) dá sinais claros de tentativa de golpe contra a presidente Dilma Rousseff em entrevista ao portal da revista Veja nesta segunda-feira 24 (clique aqui). Ao comentar o projeto que altera a meta fiscal, e que deve ser apreciado essa semana no Congresso, o tucano fala abertamente em impeachment.

O Planalto argumenta que, se a meta do superávit não for alterada, o governo federal terá de interromper investimentos no País. “Não é a aprovação da lei que vai fazer brotar dinheiro, então é mera chantagem, que não tem nenhum fundamento na realidade”, rebate Aloysio Nunes, que foi vice de Aécio Neves na eleição presidencial.

“A grande preocupação é salvar a pele da presidente Dilma das consequências jurídicas do fato de ela ter infringido a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade Fiscal”, continua o tucano. “Que consequências são essas, senador?”, questiona a entrevistadora, Joice Hasselmann. “Crime de responsabilidade fiscal”, afirmou. “Que pode levar ao que?”. O parlamentar responde: “ao impeachment”.

17 de novembro de 2014
por esmael
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Oposição aposta suas fichas no impeachment de Dilma

do Blog da! Tereza Cruvinel

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Quantos manifestantes havia no ato pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff no sábado, 15/11, em São Paulo? Alguns veículos falaram em 1.500, outros em três mil, os mais excitados em dez mil. Não importa. Certo é que foram muito mais que os 20 gatos pingados que compareceram ao ato pró-impeachment de Lula chamado pelos adversários em 2005, no estouro do mensalão. Está clara a aposta da oposição num terceiro turno da disputa presidencial através do pedido de impeachment de Dilma. Ainda que não tenha condições de levá-lo adiante mas para sangrá-la, minar seu segundo mandato e selar o fim da era dos governos do PT. Recordemos 2005.

Um impeachment exige condições jurídicas e políticas. Em outras palavras, prova e povo. Indícios ou provas de culpa ou omissão do governante, e apoio popular para seu afastamento.

Em agosto de 2005, logo depois do depoimento de Duda Mendonça à  CPI dos Correios, confessando ter recebido no exterior pagamentos por serviços prestados à  campanha de Lula em 2002, houve uma reunião no gabinete da liderança do PSDB no Senado, comandada pelo senador pefelista Jorge Bornhausen. Nela, o pedido de impeachment voltou a ser discutido e foi descartado diante da constatação de que lhe faltaria apoio popular. Um ato fora tentado em Brasília e reunira apenas 20 pessoas. No Rio, menos de 30. Uma voz discordante, na reunião, foi a do senador àlvaro Dias, que depois, em entrevista a Josias de Sousa, lamentaria o erro histórico da oposição!. Ainda que o impeachment não vingasse, disse ele, Lula teria sofrido um desgaste enorme e não teria se reelegido.

Em 2005, na mesma semana de agosto, em discurso na reunião do Conselhão (o CDES), Lula disse que não se mataria como Getúlio, não renunciaria como Jango nem sofreria impeachment como Collor. Logo depois fez uma reunião com sindicalistas e avisou que teriam de ir para a rua e mobilizar o povo caso tentassem derrubá-lo. Veio o depoimento de Duda mas a oposição recuou, antevendo que ficaria isolada. A aposta passou a ser em deixar Lula sangrar! até o final do primeiro mandato para que não se reelegesse. Mas ele deu a volta por cima, venceu em 2006 e ainda elegeu Dilma em 2010.