24 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Mulheres assumem o volante na Arábia Saudita

Mulheres assumem o volante na Arábia Saudita

Este domingo (24) é um dia histórico na Arábia Saudita. A partir de hoje as mulheres poderão dirigir naquele país do Oriente Médio. ... 

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6 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Mulheres são maioria no governo socialista da Espanha

Mulheres são maioria no governo socialista da Espanha

Diferente do que ocorreu com o golpe no Brasil, em que Michel Temer formou um governo branco e machista, na Espanha o socialista Pedro Sánchez surpreendeu o mundo ao apostar nas mulheres. De 17 ministérios, onze serão comandados por mulheres.  ... 

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1 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Temer erra de novo ao escolher ‘fundamentalista’ para a Secretaria de Mulheres

fatima_pelaes_estupro
O presidente provisório Michel Temer (PMDB) errou outra vez ao escolher a ex-deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) como secretária nacional de políticas para as mulheres. Ela seria uma indicação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Assim como seu padrinho político presidente da Câmara afastado, a futura secretária é contra o aborto em casos de estupro. Sua postura é considerada “machista” pelas ativistas de entidades que lutam pela igualdade de gênero. Leia mais

25 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Falta de mulheres na política agrava desigualdade de gênero no Brasil, aponta relatório da ONU

via Agência Brasil

A baixa representação das mulheres na política agrava a desigualdade de gênero no Brasil. A avaliação consta do Relatório de Desenvolvimento Humano de 2014, divulgado hoje (24) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Além de apresentar o àndice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2013, com 187 países pesquisados, o Pnud divulgou o àndice de Desigualdade de Gênero (IDG) para 149 países. O indicador é elaborado com base em cinco dados: taxa de mortalidade materna, taxa de fertilidade na adolescência, proporção de mulheres no parlamento nacional, percentual de mulheres e homens com educação secundária e a taxa de participação de mulheres e homens no mercado de trabalho.

De acordo com o Pnud, o Brasil ficou em 85!º lugar no IDG, com nota 0,441. O indicador varia de 0 a 1, com o valor mínimo atribuído a sociedades com menos disparidades entre homens e mulheres. A Eslovênia, no Leste Europeu, foi considerado o país com menor desigualdade de gênero, com IDG de apenas 0,021, seguida por Suíça (0,030) e Alemanha (0,046). As últimas posições ficaram com Afeganistão (0,705), Chade (0,707) e Iêmen (0,733).

No caso do Brasil, a taxa de mortalidade materna é de 56 mulheres a cada 100 mil nascidos vivos; e a taxa de fertilidade na adolescência, de 70,8 mulheres a cada mil mulheres entre 15 e 19 anos. Na educação, existem progressos, com as mulheres se qualificando um pouco mais que os homens. A parcela da população adulta com educação secundária é 51,9% entre as mulheres e 49% entre os homens.

Outros parâmetros, no entanto, apontam desafios. Em relação ao mercado de trabalho, continua a existir uma diferença considerável entre os sexos, com 59,5% das mulheres de mais de 15 anos trabalhando, contra 80,9% dos homens. A maior lacuna, no entanto, está na representação política. No Brasil, atualmente apenas 9,6% dos assentos no Congresso Nacional são ocupados por mulheres.

Apesar de o Brasil ter uma presidenta mulher, esse movimento não se estendeu para as outras esferas do sistema político!, destacou a co Leia mais