24 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Gaúcho de Pato Branco: Beto Richa vai acabar com a única ‘área livre de pedágio’ no Paraná

Um dos leitores do Blog do Esmael na região Sudoeste do estado, por motivos óbvios aqui nominado como “Gaúcho de Pato Branco”, analisa o projeto do governador Beto Richa (PSDB) de acabar com a ‘única área livre do pedágio do Paraná’.

O Blog do Esmael registrou ontem (23) que o tucano lançou na quarta-feira (22) o programa ‘Mais Pedágio’ visando completar a obra iniciada pelo criador Jaime Lerner.

De acordo com o ginete patobranquense, atualmente a estrada que liga Marmeleiro a Palmas é importante “rota de fuga” para caminhoneiros e motoristas de carros leves desviarem das praças de pedágio.

“Gaúcho de Pato Branco” revela que os prefeitos de Pato Branco, Augustinho Zucchi (PDT), e de Francisco Beltrão, Cantelmo Neto (PMDB), se uniram favoravelmente ao pedágio porque as praças de arrecadação ficaram dentro de seus respectivos municípios, ou seja, os dois arrecadariam impostos em detrimento da economia das demais 43 cidades da região.

“Será que agora só poderemos tirar férias nas águas do Verê e Sulina, ou ficar em casa?”, questiona o indignado gaúcho patobranquense.

Para o leitor, Beto Richa, o Rei do Pedágio, deixou de fazer a manutenção na PR-280 para ganhar apoio da população à privatização da rodovia.

“Mas a principal justificativa do estado lastimável da estrada é a falta de manutenção do governo do Betinho, que propositadamente deixou a estrada sem condições para justificar o pedágio”, protesta.

Para azedar o leite, o “Gaúcho de Pato Branco” ainda denuncia que a licitação para o pedagiamento será um “jogo de cartas marcadas” que já tem seus vencedores.

A seguir, leia a íntegra do depoimento/denúncia do “Gaúcho de Pato Branco”:

Esmael:

Sou de Pato Branco, favor resguardar meu nome de divulgação, pois os políticos da região aqui são bastante vingativos.

Sobre o pedágio aqui da região sudoeste, a “novidade” foi alardeada pelos políticos da região como a oitava maravilha do mundo.

O trecho comportará a região do trevo do Horizonte (junção que interliga a região Palmas, General Carneiro e dá acesso a SC) até a região próxima a Francisco Beltrão.

Comenta-se que as praças de pedágio ficarão uma na região de Pato Branco e outra em Francisco Beltrão (ou seja, um trecho com menos de 60 Km entre uma praça e outra), e o valor cobrado seria em torno de R$ 6,50.

O prefeito Zucchi está achando o máximo, já que é aliado do Betinho (carinhosamente como é conhecido aqui no Sudoeste e do Inimigo da educação Guto Silva). Bom pra quem anda de helicóptero na verdade.

Pior que a população está achando uma boa notícia devido as condições da estrada mais ou menos do pedaço de Pato Branco até o trevo do Horizonte. Esse trecho está intransitável e muito perigoso e já chegou a ter 11 ocorrências de danos a veículos numa única manhã, para espanto do radialista que narrou a nota.

O estado do trecho citado se justifica pelo alta utilização dos caminhoneiros que desviam as diversas praças de pedágio (com preços absurdos) que interligam o oeste à leste do estado, pois assim, eles descem por Porto União e se livram de pelo menos 6 ou 7 praças de cobrança. Mas a principal justificativa do estado lastimável da estrada é a falta de manutenção do governo do Betinho, que propositadamente deixou a estrada sem condições para justificar o pedágio.

As operações tapa buracos da estrada chegam a ser uma piada, pois basicamente a forma como é feita, é se jogando o piche diretamente de cima de uma caçamba, na base Leia mais

11 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Deputados governistas fogem de professores em Palmas (PR)

palmas_dep_fugaAo menos três deputados da base de sustentação do governador Beto Richa (PSDB), na Assembleia, deram meia-volta na manhã deste sábado (11) quando perceberam que seriam recepcionados por professores no “1º Encontro de Líderes do Movimento Palmas Desenvolvida”. ... 

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10 de setembro de 2013
por Esmael Morais
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PCdoB forma consórcio político com Kassab no Paraná

Conexão entre partidos e lideranças políticas de Foz e Pato Branco revela o surgimento do consórcio "comuno-kassabista" no Paraná; a operação consiste em vários acordos brancos e tácitos, que facilitariam a eleição de Chico Brasileiro, ex-PCdoB, deputado federal do PSD; o movimento também visa eleger o empresário patobranquense Robson Cantu; o arranjo! tem a chancela do ex-ministro Alceni Guerra.

Conexão entre partidos e lideranças políticas de Foz e Pato Branco revela o surgimento do consórcio “comuno-kassabista” no Paraná; a operação consiste em vários acordos brancos e tácitos, que facilitariam a eleição de Chico Brasileiro, ex-PCdoB, deputado federal do PSD; o movimento também visa eleger o empresário patobranquense Robson Cantu; o arranjo! tem a chancela do ex-ministro Alceni Guerra.

Uma conexão entre Pato Branco, no Sudoeste, e Foz do Iguaçu, no Oeste, explica de certa maneira o modus operandi do consórcio formado entre o PCdoB e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, no Paraná. A esse “grande entendimento” chama-se nos bastidores da política paranaense como consórcio “comuno-kassabista”. ... 

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