24 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Brasil reforça crítica a Israel por terror em Gaza e retira embaixador do país

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu um comunicado em que considerou inaceitável a ofensiva de Israel em Gaza e condenou a força desproporcional usada por Israel. Além disso, o Embaixador brasileiro em Tel Aviv foi chamado a sair do país. Esta foi a segunda vez que o Brasil se manifestou oficialmente sobre os conflitos que começaram há pouco mais de duas semanas.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu um comunicado em que considerou inaceitável a ofensiva de Israel em Gaza e condenou a força desproporcional usada por Israel. Além disso, o Embaixador brasileiro em Tel Aviv foi chamado a sair do país. Esta foi a segunda vez que o Brasil se manifestou oficialmente sobre os conflitos que começaram há pouco mais de duas semanas.

O governo brasileiro voltou a criticar nesta quarta-feira (23/07) a ofensiva de Israel em Gaza, pediu a implementação de um cessar-fogo e chamou para consultas o embaixador do país em Tel Aviv. Além disso, em diversas cidades brasileiras estão acontecendo manifestações organizadas por comunidades árabes e simpatizantes da causa palestina. ... 

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21 de julho de 2014
por Esmael Morais
Comentários desativados em Um beijo pela paz no Oriente Médio

Um beijo pela paz no Oriente Médio

Simbolizando o desejo de paz e solidariedade à  Gaza-Palestina, o ex-prefeito de Piraquara, Gabão, beija em praça pública um judeu durante protesto em Curitiba; conflito entre israelenses e palestinos, detonado há duas semanas, já matou quase 500 pessoas no Oriente Médio; Gabão é um dos coordenadores da campanha do senador Roberto Requião (PMDB), ao governo do Paraná, na região metropolitana de Curitiba.

Simbolizando o desejo de paz e solidariedade à  Gaza-Palestina, o ex-prefeito de Piraquara, Gabão, beija em praça pública um judeu durante protesto em Curitiba; conflito entre israelenses e palestinos, detonado há duas semanas, já matou quase 500 pessoas no Oriente Médio; Gabão é um dos coordenadores da campanha do senador Roberto Requião (PMDB), ao governo do Paraná, na região metropolitana de Curitiba.

O ex-prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha, o Gabão, ex-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), foi flagrado no fim de semana dando um beijo em um israelense em protesto que pedia paz no Oriente Médio. ... 

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16 de março de 2014
por Esmael Morais
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Nova ordem mundial: anexação da Crimeia à  Rússia deve ter apoio de 70%; guerra ou paz?

do Brasil 247 Como previsto, a população da Crimeia deve aprovar, neste domingo, sua anexação à  Rússia. O referendo teve início à s 2h de Brasília e será encerrado à s 14h, quando já será noite na região.

Ao todo, as urnas estão abertas em 27 unidades regionais e uma pesquisa do instituto GfK aponta que 70% da população deve votar a favor da anexação à  Rússia e apenas 11% pela volta à  Ucrânia !“ na semana passada, o parlamento aprovou uma declaração de independência.

Muitos votaram já nas primeiras hora do dia e registros de pessoas que acompanham a votação apontam para uma vitória tranquila da proposta de anexação !“ bandeiras russas também dominam a paisagem das principais cidades da Crimeia, como Sebastopol e Simferopol.

A votação é acompanhada por observadores de diversos países. Seus resultados não serão reconhecidos pela União Europeia e pelos Estados Unidos, mas isso não fará diferença. A partir deste domingo, a Crimeia será parte da Rússia e uma resolução da ONU contra o referendo também foi vetada pelos russos (leia mais aqui sobre o nascimento de uma nova ordem mundial).

Leia, abaixo, o noticiário da Reuters a respeito do referendo:

Crimeia vota sobre união com Rússia enquanto presença militar aumenta

Por Mike Collett-White e Ronald Popeski

SIMFEROPOL, Ucrânia/KIEV, 16 Mar (Reuters) – Cidadãos da Crimeia votaram em um referendo neste domingo para decidir sobre uma cisão da Ucrânia e uma união com a Rússia, com Kiev acusando Moscou de aumentar rapidamente a presença militar na península em uma “violação crua” de um tratado internacional.

Em meio a uma crise Leste-Oeste reminiscente da Guerra Fria, o ministro da Defesa em exercício da Ucrânia, Ihor Tenyukh, disse que o número de militares russos na Crimeia está agora duas vezes maior que o nível acertado com Moscou e que a força de Kiev estão tomando “medidas apropriadas” ao longo da fronteira com a Rússia.

Tenyukh afastou qualquer sugestão que a Ucrânia, enfraquecida econômica e militarmente, poderia desistir ante o poderio russo.

“As decisões serão tomadas dependendo de como os eventos desdobrarem-se. Mas quero dizer mais uma vez que esta é nossa terra e que nós iremos abandoná-la”, disse ele à  agência Interfax.

Países ocidentais dizem que a votação, que deverá ser a favor da união com a Rússia devido a uma maioria de idioma russo na região, é ilegal e está sendo conduzida sob am Leia mais

4 de março de 2014
por Esmael Morais
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Rússia x Ucrânia: Putin ameniza tensão, mas não descarta guerra

Vladimir Soldatkin e Alissa de Carbonnel, via Brasil 247MOSCOU/KERCH, Ucrânia, 4 Mar (Reuters) – O presidente Vladimir Putin disse nesta terça-feira que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em comentários cujo objetivo aparente é acalmar as tensões entre Ocidente e Oriente causadas pelo temor de uma guerra na ex-república soviética.

A Rússia, entretanto, se reservou o direito de usar todas as opções na Ucrânia para proteger seus compatriotas lá que estão vivendo em “terror”, disse Putin.

Putin declarou em uma coletiva de imprensa em sua residência oficial, nos arredores de Moscou, que houve um “golpe inconstitucional” na Ucrânia, e que o presidente deposto, Viktor Yanukovich, aliado da Rússia, ainda é o líder legítimo do país, apesar de ter entregado o poder.

“Só pode haver uma avaliação do que aconteceu em Kiev, na Ucrânia em geral. Esse foi um golpe anticonstitucional e a tomada armada do poder. Ninguém discute isso”, disse Putin, parecendo relaxado diante de um pequeno grupo de repórteres.

“Quanto a levar forças. Por enquanto não existe tal necessidade, mas essa possibilidade existe”, disse ele. “O que poderia servir como motivo para usar força militar? Ela seria naturalmente o último recurso, absolutamente o último.”

Mais cedo nesta terça-feira, Putin ordenou que as tropas envolvidas em um exercício militar no oeste russo, perto da fronteira com a Ucrânia, voltassem à s suas bases. Ele disse que homens armados que haviam tomado prédios e outras instalações na Crimeia eram grupos locais.

PREà‡OS DA GAZPROM

Aumentando a pressão sobre Kiev, a Gazprom, maior produtora russa de gás, disse que irá retirar um desconto nos preços do Leia mais