14 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Na CUT, Dilma denuncia golpismo e critica ‘moralistas sem moral’

da Agência Brasil, via Brasil 247

Ao discursar na abertura do 12º Congresso da CUT na noite dessa terça-feira (13), no Palácio das Convenções do Anhembi, zona Norte de São Paulo, a presidenta Dilma Rousseff criticou os que querem o seu impeachment. Numa plateia em que estavam presentes, o ex-presidente Lula, o ex-presidente do Uruguai José Mujica e o presidente do PT, Rui Falcão, Dilma defendeu o seu mandato.

“Quem tem força moral, reputação ilibada e biografia limpa suficientes para atacar a minha honra?”, indagou. “Lutarei para defender o mandato que me foi concedido pelo voto popular, pela democracia e por nosso projeto de desenvolvimento”, disse. “O golpe, que todos os inconformados querem cometer, é, mais uma vez também, como sempre foi neste país, um golpe contra o povo. Mas podem ter certeza: não vão conseguir. Não irão conseguir”, acrescentou.

Para a presidenta, os pedidos de impeachment não têm qualquer materialidade. “Querem criar uma onda que leve, de qualquer jeito, ao encurtamento do meu mandato sem fato jurídico, sem qualquer materialidade”, afirmou. De acordo com ela, “o que antes era inconformismo, agora transformou se no claro desejo de retrocesso político”.

A presidenta disse ainda que o discurso golpista não é apenas contra ela, mas contra o que representa. “Eu tenho consciência de que esse processo não é só contra mim, é contra um projeto que superou a miséria”. Segundo Dilma, o seu projeto de governo e o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva complementou a renda dos mais necessitados, garantiu acesso à casa própria por meio de subsídios do Estado brasileiro e priorizou a geração de empregos.

Ao defender o seu governo, Dilma criticou também o que chamou de busca pelo “terceiro turno”. “Vivemos uma crise política séria, séria, no nosso país. E que, neste exato momento se expressa na tentativa dos opositores ao nosso governo de fazer o terceiro turno. Essa tentativa de fazer um terceiro turno no Brasil, ela começou no dia seguinte às eleições. Quando nós ganhamos as eleições, no dia seguinte começou essa tentativa”. disse.

“Espalham o ódio e a intolerância, e isso é muito grave porque o Brasil tem uma tradição. O Brasil tem uma tradição de conviver de forma pacífica com a diferença. Nós somos um país formado por etnias diferentes. Somos tolerantes em relação às pessoas, ao que elas acreditam, às religiões que adotam. Nós somos eminentemente um povo que tem um grande componen Leia mais

20 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Temer frustra mídia golpista: ‘relatório do TCU não dá base a impeachment’

do Brasil 247

dilma_temer_fachinO vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), rechaça a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff tendo como motivação o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal nas contas de 2014.

“O primeiro ponto é que essa é a primeira conclusão do Tribunal de Contas. Ainda é um processo embrionário. O segundo ponto é que não diz respeito exatamente às contas, mas à suposta — e digo entre aspas — “maquiagem” das contas governativas. Não sei se isso poderia dar ensejo a um fundamento jurídico para pedir o impeachment. Eu acho que não dá. Eu acho que essa história de falar em impeachment cria uma certa instabilidade que não é útil para o país. Se um dia surgir um fato gravíssimo, revelador da desconformidade da atuação do governo com as regras constitucionais que enseje essa possibilidade, tudo bem. Mas agora estamos falando de um relatório e vamos chamar as autoridades para esclarecer pontos. Tem o relatório, tem esclarecimentos, tem a defesa. Esse é um processo que leva muito tempo. Eu penso que não há perigo”, afirmou ele em entrevista concedida ao jornais O Dia e Brasil Econômico e ao portal IG.

Segundo Temer, trata-se apenas de um relatório que será submetido a um processo muito longo, com “três a quatro anos para chegar ao final”. Na entrevista, ele afirmou ainda não acreditar que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), irá promover a reprovação pelo Senado da indicação de Luiz Fachin para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O gesto de retaliação tem sido aventado pelo fato de o indicado de Renan para ministro do Turismo, Vinicius Lages, ter sido afastado do cargo a fim de abrir espaço ao atual ministro, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-PB). “O presidente Renan não teria essa pequenez, essa mesquinharia”, reage. Leia mais

15 de março de 2015
por Esmael Morais
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Globo Esporte interrompe programação para convocar protesto anti-Dilma. Pode isso, Berzoini?

Se essa convocação de manifestação pró-golpe estivesse ocorrendo em qualquer país com democracia consolidada, a exemplo dos EUA e Inglaterra, a Globo já teria perdido a concessão pública em nome da segurança nacional e das instituições democráticas.

Se essa convocação de manifestação pró-golpe estivesse ocorrendo em qualquer país com democracia consolidada, a exemplo dos EUA e Inglaterra, a Globo já teria perdido a concessão pública em nome da segurança nacional e das instituições democráticas.

A TV Globo é uma concessão pública, certo? Corretíssimo. Quando o poder público delega a exploração de serviços à  iniciativa privado, o concessionado tem que observar os princípios constitucionais. A televisão dos Marinho descumpre a Carta Magna ou aderir abertamente ao golpe. ... 

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11 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Lula reage contra ‘criminalização’ do PT

via Brasil 247
lula

O ato estava programado para deflagrar os preparativos do 5!º. Congresso do PT, em junho, mas acabou sendo uma reação do partido à s investidas da oposição contra a presidente Dilma Rousseff !“ alvo de pregações de impeachment e cassação de diploma !“ e da responsabilização do PT pela corrupção na Petrobrás. Entre 500 e 600 pessoas lotaram o auditório da LBV, na noite de quarta-feira em Brasília, com o espírito guerreiro de outros tempos, interrompendo os oradores com aplausos e palavras de ordem. Quase todos saíram com um adesivo para colocar no carro: Dilma, mexeu com ela, mexeu comigo!. Mas foi Lula que incendiou a militância com um discurso enérgico contra o que chamou de criminalização do partido!. Leia mais

31 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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O que explica o golpismo? à‰ apenas o ano de 2026

via Brasil 247

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Por que será que, de repente, depois de o próprio candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG) ter aceito o resultado das urnas, pregado união e desejado boa sorte à  presidente reeleita Dilma Rousseff, seu partido partiu para o mais escancarado golpismo, colocando em xeque o sistema eleitoral brasileiro, que é reconhecido no mundo inteiro?

A resposta parece ser 2026. Sim, antes disso, parecem remotas as possibilidades de que o PSDB, ou a centro-direita, retorne ao poder no Brasil. Eis os motivos: Leia mais

25 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma: contra o golpismo e a pichação à  sede da revista Veja

do Brasil 247
A “bala de prata” de Veja contra a presidente Dilma Rousseff, classificada como “peça de propaganda” pelo Tribunal Superior Eleitoral (leia aqui), pode produzir novos desdobramentos eleitorais. O motivo: o prédio onde fica a sede da Abril, na Marginal Pinheiros, foi alvo de um ataque na sexta-feira. Com isso, a empresa, que publicou uma denúncia sem provas contra a presidente Dilma, tende a se vitimizar.

A pichação da Abril foi condenada pela própria presidente Dilma Rousseff, alvo de Veja, durante ato de campanha em Porto Alegre (RS). “Lamento qualquer ato de vandalismo. Não concordo. Repudio todas as formas de violência como resposta e discussão política. Isso é uma barbárie, não deve ocorrer. Deve ser proibido. Só podemos aceitar atos pacíficos. Não se faz um país civilizado dessa forma”, afirmou a presidente.

No entanto, ela também condenou o que classificou como “golpismo” da revista Veja. Eu quero aqui manifestar meu repúdio a esse tipo de processo, que é um processo golpístico. Quero dizer que eu tenho uma vida inteira que demonstra o meu repúdio à  corrupção. Eu não compactuo com a corrupção, eu nunca compactuei. Quero que provem que eu compactuei com a corrupção e não esse tipo de situação em que se insinua e não tem prova. Nesse caso da Petrobras, ou qualquer outro, que tenha a ver com corrupção, eu vou investigar a fundo, doa a quem doer. Quero dizer que não vai ficar pedra sobre pedra.!

Seu adversário, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), também reagiu. “Nós assistimos ontem e hoje um atentado contra a democracia, contra a liberdade de expressão. Os manifestantes não atingem aquele veículo, atingem o que nós temos de mais valioso que é a liberdade de expressão no Brasil, a liberdade de imprensa. A democracia vive disso: das manifestações. E as contrárias têm que ser respeitadas”, disse Aécio.

A reportagem de Veja foi uma fraude jornalística. à€s vésperas de uma eleição presidencial, a revista acusa sem provas quem vinha liderando a corrida (leia aqui). No entanto, é impossível prever como esse fato novo será explorado até o momento da votação.

Leia, abaixo, reportagem da Agência Brasil a respeito:
Ana Cristina Campos – Enviada Especial da Agência Brasil/EBC

Em seu último ato de campanha, a candidata à  reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, participou no início tarde de hoje (25) de caminhada com militantes pelo centro de Porto Alegre. Ela desfilou em carro aberto acompanhada do candidato à  reeleição ao governo estadual, Tarso Genro.

Em entrevista coletiva antes da caminhada, Dilma conclamou os brasileiros a compareceram à s urnas amanhã (26). Há uma característica democrática fundamental numa eleição, que é um homem, um voto, uma mulher, um voto. Isso significa que as pessoas, diante da eleição e diante da urna, têm o mesmo poder. Faço um apelo à s pessoas mais simples, compareçam para votar. Você tem o mesmo poder igual ao resto da população brasileira. Do mais pobre ao mais rico, todos têm o mesmo poder.!

Sobre a reportagem de capa da revista Veja com denúncias sobre o esquema de corrupção na Petrobras, investigado pela Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato, Dilma reafirmou que vai investigar as denúncias de corrupção. Segundo a matéria da Veja, em depoimento à  PF como parte do processo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef teria dito que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta tinham conhecimento das irregularidades na Petrobras.

Eu quero aqui manifestar meu repúdio a esse tipo de processo, que é um processo golpístico. Quero dizer que eu tenho uma vida inteira que demonstra o meu repúdio à  corrupção. Eu não c Leia mais