6 de março de 2016
por Esmael Morais
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‘FHC propõe institucionalizar a corrupção e criar a república das empreiteiras no país’

Como se vendessem uma fazenda, de “porteira fechada”

Quem pagou a Conta? O novo artigo de FHC deveria nos levar a conhecer mais sobre o professor de sociologia da USP que se tornou milionário.

por Ivo Pugnaloni*

O aparente recuo do artigo de Fernando Henrique Cardoso, líder do golpe midiático-policial em curso não engana ninguém.

O primeiro professor de sociologia da USP a adquirir um apartamento de 11 milhões de euros na Avenida Foch numero 11 em Paris, está apenas jogando uma corda do barco. Não para salvar, mas para enforcar Lula, Dilma e toda a esquerda politica.

Em seu artigo desta semana FHC nos diz mais ou menos: “Viram gentalha, o que deu vocês sonharem que poderiam governar o Brasil pelo voto e não entregarem aquilo que exigimos, em especial a Petrobrás e o pré-sal, para os grupos econômicos e governos que representamos aqui no Brasil?”

“Viu escória lulopetista como a nossa velha aliada de todos os golpes, a Rede Globo, consegue transformar milhares de pessoas normais, mães, pais de família e estudantes, em seres incapazes de raciocinar, que vão para a rua seguindo impulsos de ódio que enviamos através das redes sociais, gritando contra a corrupção?”

“Viram petralhas como nós podemos virar de cabeça para baixo o tal regime democrático e transformá-lo num inferno, usando para isso, um único juiz, casado com uma advogada que trabalha para a Shell, uma das futuras donas do pré-sal e para o PSDB, transformando-o em herói nacional através da Rede Globo, sem que ninguém no Brasil ainda perceba?”

No final do artigo, vitorioso, FHC abre o jogo e impõe suas condições para salvar Lula e Dilma das garras de seus “pitbulls”.

“Por boas que tenham sido as intenções da proibição de contribuição de empresas aos partidos, teria sido melhor limitar a contribuição de cada conglomerado econômico a, digamos, X milhões de reais, obrigando as empresas a doarem apenas ao partido que escolherem, e p Leia mais

16 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Senado confirma fim de doações privadas a campanhas eleitorais

da Agência Senado A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) votou nesta quarta-feira (16), em turno suplementar, substitutivo a projeto de lei (PLS 60/2012) da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) proibindo doações de empresas em dinheiro, ou por meio de publicidade, a candidatos e partidos políticos. Se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado, a matéria será enviada à  Câmara dos Deputados.

O substitutivo é de autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR) e altera dispositivos da Lei das Eleições (Lei n!º 9.504/1997). Originalmente, o PLS 60/2012 pretendia proibir apenas a oferta de recursos por empresas com dirigentes condenados em instância final da Justiça por corrupção ativa.

A intenção de Vanessa era estender aos doadores de campanha, sejam pessoas físicas ou jurídicas, as limitações já impostas aos candidatos pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar n!º 135/2010). O PLS 60/2012 tratou, assim, de transpor os mesmos critérios de elegibilidade definidos na Lei da Ficha Limpa para classificação de cidadãos e empresas legalmente aptos a investir em campanhas eleitorais.

Poder econômico

Por entender que as eleições são processos com participação direta exclusiva dos eleitores, uma vez que as pessoas jurídicas não têm direito a voto, Requião decidiu pela proibição de toda e qualquer contribuição financeira de empresas a partidos e candidatos.

“Na medida em que uma regra de financiamento permite doações na proporção da propriedade de cada eleitor, o poder econômico tende a colonizar o poder político e desaparece a possibilidade de contraponto entre um e outro”, argumentou o relator.

Quanto à s restrições a doações de pessoas fís Leia mais