14 de outubro de 2016
por Esmael Morais
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Riso debochado de ministro da Saúde na aprovação da PEC 241 pode custar eleição de irmão em Maringá (PR)

ricardo_silvio_pec241De que lado estaria o ministro da Saúde Ricardo Barros (PP), que, pós-votação na Câmara, comemorou rindo a redução em 50% do orçamento para a pasta que dirige pelos próximos 20 anos? Evidentemente, do lado oposto do usuário do Sistema Única de Saúde – o maior plano de saúde público do mundo. Leia mais

25 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Julgamento da farsa do impeachment de Dilma Rousseff; acompanhe ao vivo

Os senadores dão início à farsa do impeachment de Dilma Rousseff nesta quinta (25) em sessão presidida por Ricardo Lewandowski, do STF, sócio do golpe de Estado no país. Leia mais

25 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Gleisi Hoffmann: Temer blindado pela mídia e o povo enganado pelo golpe

gleisi_rede_golpeA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda (25), denuncia a blindagem e a torcida da velha mídia golpista pela permanência do interino Michel Temer (PMDB) e, consequentemente, a perda de direitos do povo brasileiro que é enganado por essa associação criminosa. Leia mais

10 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Estadão diz que Leitão Vesgo, isto é, o ministro da Saúde é “incompetente” para o cargo

ricardo_barrosEm duro editoral, o Estadão afirmou neste domingo (10) que Ricardo Barros, conhecido no Paraná como “Leitão Vesgo”, não tem competência para ocupar o Ministério da Saúde. O jornalão desce o sarrafo na criação de “planos de saúde mais baratos”, ou seja, na privatização de uma parte do SUS. Leia mais

17 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Agora está explicado o fim do SUS: dono de plano de saúde foi maior doador do ministro da Saúde

do Brasil 247

barros_elonAgora começa fazer sentido o inesperado ataque do ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, ao Sistema Único de Saúde — o maior plano de saúde público e gratuito do mundo. O empresário Elon Gomes de Almeida, sócio do Grupo Aliança, que vende contratação coletiva de planos de assistência médica e odontológica, foi o maior doador na campanha de eleição de Barros, em 2014. Será que o ministro faz parte do lobby da picaretagem dos planos de saúde privados? Será que o governo ditatorial de Michel Temer colocou o cabrito para cuidar da horta? Com a palavra o Dr. Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República. Leia mais

17 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Gleisi condena fim do SUS anunciado pelo governo ditatorial de Temer

barros_sus_gleisiO ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, em nome do governo ditatorial de Michel Temer, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, edição desta terça (17), que se inspira na Grécia, que cortou as aposentadorias, e, portanto no Brasil, avisa que vai reduzir o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), desde Portugal, onde participa hoje da Assembleia Geral do Eurolat — parlamentos europeu e latino –, denunciou a intenção da ditadura Temer acabar com o SUS. Segundo ela, Barros é mesmo que quer acabar com o programa Mais Médico e propôs, no Orçamento de 2016, cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família para reforçar o fundo partidário.

O SUS é uma conquista de todos os brasileiros na Constituição Cidadã de 1988. Trata-se do maior plano de saúde público do mundo, que muito inveja outras nações inclusive os Estados Unidos.

O fim do SUS ou mesmo sua diminuição significa abrir mercado para a atuação dos imprestáveis planos de saúde privados.

Em tom indignado, a senadora questiona: “Por que não propõem aperfeiçoar a gestão dos encargos financeiros? Baixar juros? Cobrar impostos dos mais ricos?”. Gleisi ainda complementa perguntando por que a “austeridade” tem sempre de ser contra os mais pobres. A seguir, leia a íntegra da opinião da senadora sobre o fim do SUS: Leia mais

30 de março de 2016
por Esmael Morais
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Senador Requião detona “ponte para o futuro” golpista do PMDB

Ponte para o futuro: análise das consequências das 30 propostas do documento do PMDB para o Brasil

Estudo do gabinete do senador Roberto Requião (PMDB-PR)

Este resumo é dividido em duas partes. A primeira contém uma nova lista de propostas complementares que deverão ser incluídas no documento original, pela Fundação Ulysses Guimarães, de Moreira Franco, segundo o jornal Estado de São Paulo. A segunda é a lista de propostas originais.

a) Novas propostas que vão ser incluídas no documento Ponte para o futuro

Neste domingo, 27 de março, o jornal O Estado de São Paulo publicou novas propostas complementares ao documento Uma Ponte para o Futuro, também coordenadas pelo Moreira Franco.

1) Fim ou severa restrição aos subsídios da política industrial e de comércio exterior brasileira. Ou seja, o objetivo é acabar com as políticas que visam desenvolver e impedir maior desindustrialização do Brasil.

2) Henrique Meirelles ou Armínio Fraga no Ministério da Fazenda.

3) Não usar mais o excesso de rendimento do FGTS como fonte de recursos a “fundo perdido” para subsidiar e financiar o programa Minha Casa, Minha Vida. A razão disso é que o dinheiro do FGTS seria propriedade do trabalhador e não deveria ser usado para fazer política pública. Na prática, isso levaria a um desemprego em massa na indústria da construção civil, e muito menos pessoas teriam acesso à casa própria

4) Estender o Pro-Uni para o ensino médio com o objetivo de privatizar de forma muito mais generalizada o ensino médio.

5) Limitar o Pronatec, que é um sistema de bolsas de ensino, para cursos profissionalizantes rápidos para a camada mais pobre da população e que tem muita dificuldade material e não-material de realizar cursos profissionalizantes tradicionais que são extensos, dispendiosos ou focados para jovens com bom embasamento educacional.

6) Limitar as concessões de empréstimos estudantis pelo FIES. O objetivo declarado é gerar mais “meritrocracia”. Na prática, isso significa que milhões e milhões de jovens deixarão de ter acesso à universidade.

7) Concentrar os programas sociais apenas nos mais miseráveis, os 10% mais pobres, que vivem com menos de 1 dólar por dia.

8) “Intervenção no SUS”. Não sabem o que fazer com ele, só dizem que está sem controle e que precisa ser “reorganizado”. Na prática, certamente são desculpas para justificar a redução dos repasses orçamentários para o Ministério da Saúde. A “reorganização” é só uma forma de descobrir como fazer o SUS funcionar pelo menos precariamente com menos recursos. Ou seja, descobrir quem vai chora Leia mais