16 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: “Saída do HSBC do Brasil traz prejuízos para o Paraná”

hsbcEnio Verri*

Envolvido em esquema de lavagem de dinheiro que o colocou no núcleo de investigação criminal e em dificuldades financeiras pelo mundo, o HSBC Brasil anunciou o término das operações e colocou as agências, reproduzindo o processo que ocorre na Turquia, à venda.

Até então, nenhuma novidade. Com perdas excessivas na América Latina e com dificuldades pelo mundo afora, abre suas portas a outras instituições, ocasionando uma transição extremamente comum no mercado financeiro. Aparentemente, um fato que pouco implica em nossas vidas.

Eis o ponto de controvérsia. A saída do HSBC não apenas representa uma queda na arrecadação para os cofres públicos curitibanos, sede da instituição financeira no Brasil, como também ameaça milhares de empregos formais e terceirizados.

Ao todo no País, o banco emprega formalmente 21,7 de funcionários, desses 7,1 mil em Curitiba e Região Metropolitana, além de estagiários e terceirizados. Também condiz com o movimento de restaurantes e estabelecimentos que sobrevivem de quem trabalha nas agências e na sede administrativa. Leia mais

16 de fevereiro de 2015
por Esmael Morais
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Velha mídia esconde “Fora Beto” e maior escândalo da história financeira mundial, diz colunista da Folha

folha_hsbc_richa.jpgNão é o Blog do Esmael, crítico atroz do laissez-faire, quem registra a “desatenção” da velha mídia nacional com o caso HSBC na Suíça, banco que ajudou milionários a ocultar bilhões de dólares, inclusive muitos brasileiros, e esconder! uma “revolução” em curso que sacode o governo Beto Richa (PSDB) no Paraná. à‰ o jornalista Ricardo Melo, colunista do jornal Folha de S. Paulo, quem alerta para essas lacunas! no artigo “HSBC e Beto Richa”.

Cerca de 9 mil brasileiros estão entre os 100 mil correntistas do mundo todo envolvidos na maracutaia do HSBC, que movimentam US$ 100 bilhões ou R$ 300 bilhões em moeda nacional.

A velha mídia nacional que se diz “investigativa” não quer enfiar a mão na cumbuca do HSBC porque, certamente, ela própria ou seus sócios estejam mergulhados na lama. “Esquisito”, registra o colunista da Folha, ao comentar o sumiço do assunto da pauta.

Ricardo Melo também anota na Folha, edição deste domingo (16), que houve uma “revolução” no Paraná capitaneada por servidores públicos, trabalhadores e estudantes que obrigaram o governador reeleito Beto Richa, do PSDB, a recuar no chamado “pacote de maldades” enviado à  Assembleia Legislativa.

“Entre outros disparates, o tucano propunha confiscar a previdência dos servidores para tapar rombos da antiga administração –dirigida por ele mesmo!”, ironizou o colunista, que estranha o fato de deputados chegarem de camburão na sessão que não conseguiu votar o pacote. “Notícia daquelas, de repercussão nacional, exceto na mídia de fora da região.”

“Foi na capital do Paraná. Mesmo Estado onde fica a Londrina do juiz Sérgio Moro, sede do antigo Bamerindus vendido a preço simbólico ao HSBC e do Banestado (Banco do Estado do Paraná), pivô da CPI que durante os anos 90 catapultou o doleiro Alberto Yousseff para manchetes. Mera coincidência, talvez”, finaliza o atento colunista da Folha.

A seguir, leia a íntegra do artigo publicado na Folha de S. Paulo: Leia mais