28 de Maio de 2015
por esmael
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Coluna do Requião Filho: “Caso Araupel, a verdade veio à tona”

araupelRequião Filho*

Ontem, lendo um jornal de grande circulação, tomei conhecimento da notícia de que foi reconhecida pela Justiça Federal que a Fazenda Rio das Cobras pertence à União, e não à Araupel.

A Juíza Lilia Cortes de Carvalho de Martino da 1ª Vara Federal de Cascavel declarou nulo o título da Araupel e reconheceu que toda a cadeia dominial das terras e a integralidade da área pertence à União.

Lembro-me muito bem que, em entrevista à Rádio CBN de Cascavel, o Senador Requião questionou a propriedade da terra, vez que a própria Araupel a discutia judicialmente.

A Araupel não possui a propriedade da fazenda e a ressalva do Senador, de que teria que se aguardar uma decisão judicial, era absolutamente verdadeira e pertinente ao caso.

A campanha de reeleição do governador Beto Richa quis transformar a Araupel em vítima. Richa implicou que Requião era a favor de invasão de terras durante sua campanha.

A verdade vem à tona, a Justiça Federal hoje reconhece que a propriedade não pertencia à Araupel e sim da União.

4 de dezembro de 2014
por esmael
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Saia Justa coloca Gilmar Mendes em saia justa: Devolve!

via Brasil 247
saia

“Vergonha alheia”. Esse é o sentimento da apresentadora Astrid Fontenelle, do programa Saia Justa, do canal GNT, da Globo, em relação ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Ontem, no episódio do programa, ela protestou contra o pedido de vista feito por Gilmar há oito meses sobre uma ação no STF que veda as doações de empresas a partidos políticos. A decisão já foi tomada pelos ministros da suprema corte, por seis votos a um, mas só não foi implementada em razão do pedido de Gilmar.

No programa, uma imagem de Gilmar foi exibida com a legenda “VPP”, que significa “Vergonha pela pessoa”. Astrid enfatizou que sente vergonha por Gilmar, pela esposa e pela secretária do ministro.

Em seguida, a atriz Maria Ribeiro, que atua na novela Império, foi irônica. “Talvez ele não tenha tido tempo ainda para entender a questão”, afirmou, pontuando que o caso está há oito meses na gaveta de Gilmar.

A jornalista Barbara Gancia, em seguida, falou com seriedade. Disse que o financiamento privado é o principal fator que corrompe a democracia no Brasil e em outros países do mundo. “Precisamos tomar a democracia nas nossas mãos”, afirmou.

Em seguida, Mônica Martelli se juntou ao coro e, ao lado de Barbara, Maria e Astrid, puxou um “devolve, Gilmar”, em alto e bom som.

9 de Maio de 2014
por esmael
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Em nota, Gleisi garante que recebeu doações dentro da legalidade em 2010

A senadora Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná pelo PT, por meio de nota oficial, disse que recebeu ‘legalmente’ doações para a campanha de 2010. “No Brasil, o financiamento de campanha ainda é privado”, afirma um trecho do documento.

O esclarecimento da petista se deu depois que veículos de imprensa passaram a relacioná-la a empresas que têm contrato com o governo federal, que teriam doado R$ 3,71 milhões a Gleisi. Ao todo, a senadora arrecadou R$ 7,97 milhões na campanha de 2010. “A prestação de contas foi aprovada integralmente pelo TSE”, garante.

Leia a íntegra da nota oficial de Gleisi Hoffmann:

1. Todas as doações de campanha da Senadora Gleisi Hoffmann são oficiais e foram contabilizadas. A prestação de contas foi aprovada integralmente pelo Tribunal Superior Eleitoral, TSE, que não fez qualquer ressalva à  documentação sobre as doações recebidas.

2. Cópia da prestação de contas da Senadora Gleisi Hoffmann está à  disposição no site (www.tse.jus.br/) do próprio TSE – Tribunal Superior Eleitoral e pode ser acessada por qualquer cidadão ou cidadã. A transparência é absoluta.

3. No Brasil, o financiamento de campanha ainda é privado. Qualquer pessoa física ou jurídica pode doar recursos para campanhas eleitorais, desde que cumpra os limites estabelecidos pela legislação eleitoral. A pessoa física pode doar no máximo dez por cento de sua renda bruta do ano anterior à  eleição e a pessoa jurídica, dois por cento do faturamento bruto (arts. 23, !§ 1!º, I, e 81, !§ 1!º, da Lei n.!º 9.504/97).

4. Jornais e revistas divulgam com destaque notícias sobre doações da campanha paranaense, mas no caso da Senadora Gleisi Hoffmann não assinalam qualquer irregularidade porque está tudo rigorosamente certo com as contas de sua campanha.

5. A Senadora Gleisi Hoffmann sempre prestou, e continuará prestando, todas as informações sobre o mandato parlamentar que exerce em nome do povo paranaense.

6. Em breve, os paranaenses terão de definir com clareza que linha de rumo vão seguir para