24 de novembro de 2013
por esmael
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Requião: “Petistas e tucanos são tudo farinha do mesmo saco”; assista

O senador Roberto Requião (PMDB), em discurso no Senado, revisitou ditados populares brasileiros como “casa da mãe Joana”, “farinha do mesmo saco”, “pomo da discórdia”, “bicho-de-sete-cabeças”, “com o rei na barriga”, “favas contadas”, “fazer ouvidos de mercador”, dentre outras expressões usadas no dia a dia.

Sempre relacionando um adágio à  realidade brasileira, na política, Requião chegou a conclusão: “Petistas e tucanos são farinha do mesmo saco”.

O peemedebista critica o governo Dilma que disputa com a turma de FHC quem privatizou mais as empresas nacionais.

Roberto Requião se coloca como pré-candidato no PMDB à  sucessão de Dilma.

Assista ao vídeo:

Leia a íntegra do discurso de Requião:

Hoje, vou fazer um discurso diferente. Vou falar sobre os ditados populares, sobre o significado dos ditos populares.

Por exemplo, vou falar sobre a origem de ditados como: bicho-de-sete-cabeças, com o rei na barriga, favas contadas, fazer ouvidos de mercador, farinha do mesmo saco, casa-da-mãe-joana, elefante branco, pensando na morte da bezerra, andar à  toa, tapar o sol com peneira, Maria vai com as outras, Erro crasso, a toque de caixa, pomo da discórdia, ver passarinho verde.

E tantos outros.

Quer dizer, pretendo hoje uma conversa amena, lúdica, bem diversa dos temas que tenho aqui discutido.

Nada de finanças, de leilões de petróleo, de privatizações, de desindustrialização, de primarização da economia, de globalização neo-liberal, de jogos do mercado. Nada disso.

Pretendo uma agradável dissertação ao redor de um tema que tanto cativou o nosso Câmara Cascudo. Claro, vou procurar aplicar cada ditado à  nossa realidade, para que o significado deles fique bem claro, bem ilustrado.

Vamos lá.

As senhoras e os senhores sabem qual é a origem do dito fazer ouvidos de mercador?

Segundo o nosso ilustre potiguar, com o tempo, esse ditado sofreu uma adulteração, uma corrup