12 de fevereiro de 2016
por esmael
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Um ano depois ainda se pergunta: quem seria o frouxo do camburão?

Até os dias atuais, servidores públicos e a frente política paranaense não esqueceram nem perdoaram os integrantes da “Bancada do Camburão”. Onde eles passam, como se fosse uma reação fisiológica do povo, como respirar, por exemplo, são vaiados e expulsos dos locais pela ira santa. Esses deputados ainda sequer conseguiram “deputar”, pois não têm certeza se podem ir à esquina comprar pão ou tomar um inocente cafezinho na tradicional Boca Maldita, em Curitiba.

Foi hilário e trágico o surgimento da “Bancada do Camburão”, há exato um ano, na Assembleia Legislativa do Paraná, com direito a valsa dançada pelo então secretário da Segurança, Fernando Francischini (SD), com um professor que protestava contra o confisco da poupança previdenciária dos servidores públicos do estado.

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Além desses fiascos iniciais, onde três dezenas de parlamentares tentavam enganar os manifestantes entrando pelos fundos na Assembleia amparados por robustos policiais militares, também houve um deputado que se cagou nas calças no curto trajeto entre o “Chapéu Pensador” – um gabinete secreto do governador Beto Richa (PSDB) – e o Centro Cívico.

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A revelação coube ao colunista Dante Mendonça, colunista do blog Gazeta do Povo, que, para frustração de muitos paranaenses, não declinou o nome da Excelência com frouxos intestinais. Houve um “pacto malcheiroso” dos passageiros do camburão naquele dia 12 de fevereiro de 2015 para viesse à tona o nome do cagão. Mas, para deleite de todos, até hoje se pergunta: quem seria o frouxo do camburão?

Independentemente de quem tenha sido o frouxo daquela ocasião, o fato mais danoso é que mesmo depois da vergonhosa submissão – e decisão – que fez 34 deputados entrarem no caveirão da PM, esses mesmos parlamentares continuaram fazendo cagadas bovinas na Casa de Leis. Votaram tratoraços, pacotaços que aumentavam ICMS, IPVA, confisco da previdência, enfim, dentre outras maldades arquitetadas no Palácio Iguaçu.

Até os dias atuais, servidores públicos e a frente política paranaense não esqueceram nem perdoaram os integrantes da “Bancada do Camburão”. Onde eles passam, como se fosse uma reação fisiológica do povo, como respirar, por exemplo, são vaiados e expulsos dos locais pela ira santa. Esses deputados ainda sequer conseguiram “deputar”, pois não têm certeza se podem ir à esquina comprar pão ou tomar um inocente cafezinho na tradicional Boca Maldita, em Curitiba.

A seguir, veja quais sãos os deputados que compõem a “bancada do camburão” na Assembleia:

 – Ademar Traiano (PSDB)
– Alexandre Curi (PMDB)
– Alexandre Guimarães (PSC)
– André Bueno (PDT)
– Artagão Jr. (PMDB)
– Bernardo Ribas Carli (PSDB)
– Claudia Pereira (PSC)
– Cobra Repórter (PSC)
– Cristina Silvestri (PPS)
– Dr. Batista (PMN)
– Elio Rusch (DEM)
– Evandro Jr. (PSDB)
– Felipe Francischini (SD)
– Fernando Scanavaca (PDT)
– Francisco Bührer (PSDB)
– Guto Silva (PSC)
– Hussein Bakri (PSC)
– Jonas Guimarães (PMDB)
– Luiz Carlos Martins (PSD)
– Luiz Claudio Romanelli (PMDB)
– Marcio Nunes (PSC)
– Maria Victoria (PP)
– Mauro Moraes (PSDB)
– Missionário Ricardo Arruda (PSC)
– Nelson Justus (DEM)
– Paulo Litro (PSDB)
– Pedro Lupion (DEM)
– Plauto Miró (DEM)
– Schiavinato (PP)
– Tiago Amaral (PSB)
– Tião Medeiros (PTB)
– Wilmar Reichembach (PS