12 de Fevereiro de 2017
por esmael
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Após 2 anos, ainda a dúvida: quem da “Bancada da Camburão” encheu as calças?

12 de fevereiro. Hoje completa dois anos daquele fatídico dia em que Beto Richa (PSDB) empurrou 31 deputados governistas para dentro do camburão. Um deles “se cagou nas calças”, mas ainda se pergunta no Centro Cívico: qual dos parlamentares teria enchido as calças?

25 de Março de 2016
por esmael
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Sérgio Moro encontra adversário à altura na República de Curitiba

Um prefeito para a República de Curitiba

por Dante Mendonça, no blog Gazeta do Povo

Não foi Luiz Inácio Lula da Silva que proclamou a independência da República de Curitiba. Muito antes de Sergio Moro tornar a cidade um paradigma da Justiça, Curitiba era exemplo de civilidade e planejamento urbano.

Num Brasil diferente – para lembrar o nosso saudoso Wilson Martins –, tudo nesta Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais deve estar no seu devido lugar. Se não está, temos humildade para reconhecer, é por falha nossa. Nós, os curitibanos, somos tão ordeiros que fazemos fila até para pular poça d’água; somos tão metódicos na loucura que as caminhadas peripatéticas do Vampiro de Curitiba têm hora marcada; somos de tal maneira avançados que nossos arquitetos fizeram da galeria da Praça Osório a primeira linha do metrô de superfície do Brasil; somos tão organizados que até dois anos atrás Curitiba tinha nove urbanistas a cada dez habitantes e hoje contamos com oito juristas em cada dez cidadãos, sendo que, dos dois restantes, um é urbanista e o outro é juiz.

Dentro desse contexto – com a “Cidade Sorriso” deixando de ser uma referência urbana para se consagrar como uma referência jurídica –, no fim do ano devemos escolher o próximo prefeito. O prefeito da República de Curitiba, com atributos de chefe de Estado.

Contando com o apoio de expressivo eleitorado de irrenunciável paixão curitibana, o Partido do Pão com Banha (PDPCB) vai lançar a candidatura de Carlos Fernando Mazza a prefeito da República de Curitiba. Oriundo de boa cepa de Paranaguá, Mazzinha só não é uma unanimidade na cidade por suas origens no Alto da Glória. Irmão do jornalista Luiz Geraldo Mazza, o candidato Pão com Banha é o filho mais novo de uma generosa família italiana que, como se fosse um paradoxal fenômeno genético, chegou a ser presidente da Escola de Samba Não Agite com apenas 17 anos.

Sem desmerecer o juiz Sergio Moro e ignorar a corrupção, Mazzinha tem o espírito talhado para empunhar a bandeira da República de Curitiba, com seus melhores defeitos e piores qualidades: bem-humorado, espirituoso, generoso, agregador, vacinado do mal da inveja e, principalmente, avesso à intolerância, o candidato do Partido Pão com Banha tem como uma de suas propostas de governo erguer no Passeio Público, o parque do coração da cidade, o Vagão do Armistício da República de Curitiba. Um centro de ressocialização política. Ponto de encontro de antagonistas, espaço democrático para reunir em torno de uma mesma mesa prós e contras, pica-paus e maragatos, carnívoros e vegetarianos, sogras e genros, coxas e atleticanos, petistas e tucanos. Versão revista e ampliada da Boca Maldita, desprovida de rancores e ress

20 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Deputado da Bancada do Camburão ‘se cagou nas calças’, revela colunista da Gazeta do Povo

dante_camburaoO colunista Dante Mendonça, do jornal Gazeta do Povo, edição desta sexta (20), relata os momentos tensos vividos pelos deputados da base governista que, semana passada, foram “entulhados” dentro de um camburão da PM para votar o ‘pacote de maldades” do governador Beto Richa.

“… um mal-aventurado passageiro deixou vazar o chorume: Não posso dizer o nome, mas um dos nossos se borrou nas calças!!, disse um parlamentar ao colunista.

O vazamento de chorume (merda, em português claro) foi de medo dos manifestantes, que batiam na lataria e ameaçavam virar o camburão policial.

Dante Mendonça revela ainda que os deputados que integram a “Bancada do Camburão”, como ficaram conhecidos os passageiros daquela curta viagem, fizeram um “pacto malcheiroso”. Ou seja, os 34 deputados que estavam dentro do veículo se comprometeram nunca revelar o nome de quem teria o frouxo intestinal. Nem mesmo sob tortura.

“As mulheres gritavam com uma mão no nariz, outra no celular, enquanto os homens tentavam controlar a náusea”, conta o colunista da Gazeta do Povo.

Ao final do artigo, o colunista questiona com razão: “Quem seria o frouxo do camburão?”.

Leia a íntegra do artigo de Dante Mendonça: