14 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Copa no Brasil injeta R$ 30 bi na economia; velha mídia perde mais essa

do Brasil 247
A Copa do Mundo no Brasil terminou ontem com sucesso nos gramados e fora de campo com uma estimativa de R$ 30 bilhões que devem ser injetados na economia, segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) para o governo. Resultado equivale a cerca de 0,6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

A projeção foi feita a partir de um estudo sobre o impacto econômico da Copa das Confederações, realizada em junho de 2013 nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. De acordo com a pesquisa, o torneio do ano passado adicionou R$ 9,7 bilhões ao PIB brasileiro.

Entre as entidades consultadas pela pesquisa, o banco Itaú prevê que o torneio deve incrementar o PIB entre 1% e 1,5% –efeito que começou em 2011, com o início das obras, que geraram emprego e renda no país. A estimativa é baseada no que ocorreu em outros países que sediaram o evento desde 1982.

A Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 também deve gerar cerca de 1 milhão de empregos no país, o que equivalente a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais criados ao longo do governo da presidenta Dilma Rousseff. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vicente Neto, trata-se de um número extremamente significativo que nós estamos comemorando neste momento. à‰ um legado humano extraordinário!, disse.

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11 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Maradona elogia Copa do Mundo: Brasil ganhou como país!

via Brasil 247

Celebridade esportiva mais controvertida do mundo, sem rivais nas escolhas políticas, dramas pessoais e capacidade de criar casos, o ex-jogador Diego Maradona é o torcedor número 1 da Argentina no Brasil. Ele está saboreando a ida da seleção de seu país, após 24 anos, a uma final de Copa do Mundo, além de estar se divertindo com a derrota da Seleção Brasileira, por 7 a 1, frente a da Alemanha. Estaria, em tese, numa situação para tripudiar do Brasil, mas sua opinião sobre o Mundial no País é bem diferente: – O Brasil perdeu em campo, mas ganhou como país, resumiu ele, na quinta-feira 10, no programa De Zurda (de esquerda), que faz para a emissora!  Telesur, da Venezuela.

Maradona indicou que a campanha de descrédito da capacidade de o Brasil organizar o Mundial, iniciada internamente, nas páginas da mídia tradicional, o deixou assustado, assim como a outros turistas: – O que se pintava é que seria um caos. Parecia que teríamos de comprar uma arma ao desembarcar por aqui, comparou. “Mas não foi nada disso”.

O ex-jogador circulou por diferentes cidades, sendo visto em jogos da Seleção da Argentina e de outras equipes. Ele não deixou de ser vaiado, algumas vezes, pelo público, em ofensas que faziam referência à  sua dependência química, enfrentada com um forte tratamento em Cuba. Por outro lado, foi saudado pelo cânticos de “Maradona é melhor que Pelé” entoados por milhares de argentinos que tomaram o País para acompanhar sua Seleção. Certamente a maior torcida estrangeira presente na Copa, os argentinos realizaram uma ‘invasão’ alegre e pacífica, premiada com a disputa da final da Copa.

Pelé, por outro lado, saiu da cena da Copa desde a terça-feira 8. Aquele deve ter sido talvez o dia mais triste da vida do “rei do futebol”. Naquela manhã, Edinho, seu filho, foi preso, em Santos, condenado a 33 anos de reclusão por lavagem de dinheiro e associação ao tráfico de drogas. à€ tarde, a equipe nacional sofreu a maior derrota de toda a sua história. O rei vinha acompanhando pessoalmente todos os jogos do Brasil no Mundial, mas agora está recolhido. Ele precisará ser forte para superar a tragédia familiar.

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9 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Folha erra 100% em tese para a Copa

via Brasil 247No partido editorial adotado para a cobertura da Copa do Mundo no Brasil, o jornal Folha de S. Paulo, repleto de estatísticas, conseguiu um feito e tanto: errou 100%. No dia 12 de junho, quando o Mundial começou em São Paulo, a manchete do diário de maior circulação do País dizia: Copa começa hoje com seleção em alta e organização em xeque. O que se viu, a partir dali, foi exatamente o contrário da previsão embutida na chamada principal. Quem estava mesmo sob suspeita era o time convocado e escalado pelo técnico Felipão, apesar dos elogios em cascata dos colunistas da própria Folha.

Ao inverso do tom do noticiário de assuntos nacionais, em complemento, não ocorreu o colapso de infraestrutura projetado pela publicação. O quadro de manifestações marcadas pelo vandalismo foi ultrapassado pelo fatos ainda mais forte criados pela esmagadora maioria da população: festas, confraternizações, imensas reuniões pacíficas. A franca hospitalidade popular com os estrangeiros, traço que parecia riscado, a julgar pela escalação dos fatos na régua editorial da Folha, foi o que mais se viu. Não havia o xeque armado pelo jornal, em articulação com outros representantes da mídia familiar.

Nesta quarta-feira 9, após a humilhante goleada sofrida contra a Alemanha, a Seleção de Felipão, até então tratada com todo o zelo possível pelo jornal, foi, como não poderia ser diferente, desconstruídas em todo o noticiário esportivo. Mas até a véspera, a Folha era mais um veículo a praticar o ufanismo de sempre no noticiário esportivo, combinado com a má vontade frente aos assuntos considerados ‘mais sérios’.

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6 de julho de 2014
por Esmael Morais
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#CopaDasCopas é premiada com semifinal épica. Golaço de Dilma?

do Brasil 247
Nem nos melhores sonhos seria possível imaginar um final de Copa do Mundo tão épico quanto o que se desenha na próxima semana. Estarão em campo, na terça-feira, no Mineirão, e no dia seguinte, no Itaquerão, as quatro grandes superpotências do futebol mundial: Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda. Um prêmio justo à quela que, fora de campo, já foi classificada, por torcedores e jornalistas especializados do mundo inteiro, como a #copadascopas.

No primeiro confronto, o Brasil do gigante David Luiz, que será o capitão na ausência de Thiago Silva, pega a Alemanha do surpreendente goleiro Neuer, que, muitas vezes, joga avançado e faz o papel de último zagueiro, ajudando os alemães a encurralar os adversários. Será uma reprise da final da Copa do Mundo de 2002, na Coréia e no Japão, quando o Brasil se sagrou pentacampeão.

Na quarta-feira, Holanda e Argentina repetem a final de 1978, quando nossos vizinhos conquistaram seu primeiro título mundial, jogando em casa. Os holandeses passaram com dificuldades contra uma Costa Rica que levou a decisão para os pênaltis, mas o resultado foi justo. Num mundial de sonhos, como o que o Brasil realiza, a Costa Rica, com todo o respeito que merece, seria uma intrusa na festa final.

Ao todo, estarão em campo dez títulos mundiais: os cinco do Brasil, três da Alemanha e dois da Argentina. Isso sem contar as três finais já disputadas pela Holanda. Com essas quatro equipes em campo, qualquer resultado será normal. Finais entre Brasil e Holanda ou Brasil e Argentina, assim como Alemanha e Holanda ou Alemanha e Argentin serão absolutamente normais.

Qualquer uma delas teria grande significado. Se Argentina e Alemanha se enfrentarem, será um tira-teima das duas finais já disputadas entre as duas equipes, em 1986, vencida pelos argentinos, e 1990, quando os alemães levaram o título. Caso a Holanda dispute contra a Alemanha, poderá usar seus craques Robben, Snejder e Van Persie para vingar a derrota da laranja mecânica, de Cruyff, em 1974. Uma disputa entre holandeses e brasileiros seria também a oportunidade perfeita, do ponto de vista holandês, para pagar três derrotas em mundiais. Essa sina amarga só seria compensada por uma eventual vitória contra o Brasil, em pleno Maracanã, o palco sagrado do futebol.

No entanto, a final dos sonhos seria mesmo entre Brasil e Argentina, que transformaria o Maracanã no palco da maior batalha de todos os tempos. Se o Brasil chega à s semifinais desfalcado de Neymar, a Argentina também perdeu um dos seus: o atacante Di Maria. E se eles têm Messi, o Brasil tem David Luiz.

O Brasil, que re Leia mais