13 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A ditadura faz mal à saúde: médico responde na Justiça por tortura no regime fardado

A ditadura faz mal à saúde: médico responde na Justiça por tortura no regime fardado

O médico general reformado do Exército Ricardo Agnese Fayad, de 77 anos, terá de responder na 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro por crimes de tortura cometidos na época da ditadura militar no Brasil. ... 

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16 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: Homofóbico e machista, deputado Bolsonaro é o porta-voz dos fascistas na Câmara

bolsonaro_enio.jpgEnio Verri* ... 

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5 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Volkswagem monitorou Lula durante a ditadura militar

via Brasil 247

A Volkswagen espionou ativistas sindicais brasileiros na década dos anos 1980 e passou informações sobre reivindicações salariais e outras discussões privadas à  ditadura militar do país, de acordo com documentos recentemente descobertos que foram vistos pela Reuters.

A montadora monitorou secretamente seus próprios trabalhadores, bem como dirigentes sindicais proeminentes da época. Um dos alvos da Volkswagen foi Luiz Inácio Lula da Silva, que viria a ser presidente do Brasil de 2003 a 2010 e continua sendo um dos políticos mais influentes na cena nacional.

Os documentos foram recentemente descobertos em arquivos do governo por pesquisadores que estão contribuindo com os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade (CNV), que investiga abusos ocorridos durante o regime militar de 1964 a 1985 a pedido da presidente Dilma Rousseff.

A Reuters informou no mês passado que a comissão encontrou indícios de que diversas empresas, incluindo a Volkswagen e outras montadoras estrangeiras, ajudaram os militares a identificar ativistas sindicais na década de 1980 para suprimir a agitação trabalhista.

Agora, de acordo com líderes da CNV, 20 páginas de documentos marcados como “confidencial” que a Volkswagen deu aos militares em 1983 e 1984 fornecem a prova ainda mais clara de que algumas empresas foram mais longe, ao recolher de sua própria inteligência informações sobre atividades sindicais para então compartilhar esse material com autoridades.

Nos documentos, a Volkswagen forneceu dados extensos de mais de uma dezena de reuniões sindicais na Grande São Paulo. A empresa retransmitia planos de trabalhadores sobre greves, bem como suas demandas por melhores salários e condições de trabalho.

A empresa divulgou alguns nomes de trabalhadores da Volkswagen que participaram de eventos de sindicato e, em pelo menos dois casos, forneceu a marca e a placa de veículos presentes em atos sindicais.

A Volkswagen também relatou a exibição de um filme com temática socialista na sede de um sindicato; o conteúdo de folhetos distribuídos do lado de fora de sua fábrica e os nomes daqueles que distribuíram os panfletos; e um incidente em que “vários funcionários viciados foram surpreendidos fumando maconha”.

Tais informações foram tipicamente usadas pela polícia para monitorar, constranger e deter sindicalistas na esperança de desencorajar agitações trabalhistas futuras, disse Sebastião Neto, membro da CNV. Ele citou o material que a comissão reuniu a partir do depoimento de trabalhadores que sofreram esse tipo de tratamento.

“Os documentos mostram com clareza excepcional como as empresas esperavam que o governo as ajudasse a resolver problemas com seus trabalhadores”, disse Neto, que está supervisionando a investigação da CNV sobre as relações entre as empresas e os militares.

As empresas podem enfrentar processos cíveis ou demandas de reparação caso sejam consideradas culpadas por terem contribuído para violações de direitos humanos de seus trabalhadores durante a ditadura, segundo afirmam alguns promotores.

Outros duvidam que a prova obtida até agora seja suficiente para levar adiante um processo judicial. Eles dizem que o Leia mais

2 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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“Substituíram a ditadura militar pela ditadura midiática!, diz Kucinsky

da Agência Brasil
paiva_persio_bernardo.jpg“Substituíram a ditadura militar pela ditadura midiática, a dominação pelo consenso”, disse hoje o jornalista e escritor Bernardo Kucinsky, sob aplausos da plateia que participou da segunda mesa da Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) neste sábado (2).

A irmã e o cunhado de Kucinsky foram presos e mortos pela ditadura e seus corpos continuam desaparecidos. Segundo ele, a Comissão Nacional da Verdade não terá resultados concretos, pois os poderosos que apoiaram o golpe de 64 continuam no poder.

“E as Forças Armadas não se reciclaram, não condenaram as atrocidades cometidas no passado. A tentativa de desinformar e a guerra psicológica continua em alguns setores militares, continua, ainda que diminuto”, declarou. Leia mais

29 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Militares pedem saída da imprensa e ficam calados na Comissão da Verdade

via Agência Brasil

Três militares que foram convocados na manhã de hoje (29) para prestar depoimento na Comissão Nacional da Verdade (CNV) pediram que a imprensa se retirasse da sala de audiência pública e, ainda assim, não responderam à s perguntas dos membros do colegiado. Nesta semana, estão previstos depoimentos de 20 militares convocados e de um convidado no Arquivo Nacional, para tratar de 11 temas como o atentado à  bomba no Riocentro, a Casa da Morte de Petrópolis e a morte do deputado Rubens Paiva.

Na manhã desta terça-feira, seriam ouvidos o general reformado Nilton de Albuquerque Cerqueira e os capitães Jacy e Jurandyr Ochsendorf, todos defendidos pelo advogado Rodrigo Roca, que orientou seus clientes a ficarem em silêncio. “A questão não é colaborar, nem se defender. à‰ evitar que erros históricos se repitam e acabem virando uma verdade”, disse o advogado, afirmando que a comissão foi induzida a um “erro histórico” ao divulgar uma foto do acidente em que morreu a estilista Zuzu Angel, na qual aparece o coronel Freddie Perdigão. A imagem foi entregue à  CNV pelo ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) Claudio Guerra.

“Com esse engano, causou-se um transtorno muito grande, acredito eu, para os parentes e para os companheiros de farda [do coronel Perdigão]. Quem declarou isso a Vossa Excelência, ou se enganou, ou te enganou, que é pior ainda”, disse o advogado ao coordenador da CNV, Pedro Dallari.

Dallari classificou a justificativa de incoerente: “Se há erro, o erro só pode ser corrigido com depoimentos, com elementos e com documentos. Não com silêncio. A declaração de que [o convocado ou convidado] não vai se manifestar sobre um assunto não ajuda na investigação”, disse Dallari. Ele ressaltou que a foto do acidente foi recebida de uma testemunha de grande credibilidade, que participou ativamente dos eventos. “Não podemos aceitar que haja contestação das informações por quem se nega a prestar depoimento, porque aí seria uma inversão da própria lógica do processo de investigação.”

Apesar de lamentar, o coordenador da comissão, no entanto, minimizou: “à‰ claro que, para a CNV, seria muito importan Leia mais

25 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Coronel que admitiu torturas na ditadura é assassinado no Rio; assista

da Agência Brasil, via 247

Coronel reformado do Exército, Paulo Malhães, de 76 anos, foi encontrado morto nesta manhã em seu sítio na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; segundo a polícia, três homens invadiram a casa, amarraram a mulher e o caseiro, e procuraram armas; durante a ação, o militar foi morto; em depoimento à  Comissão Nacional da Verdade no mês passado, Malhães admitiu ter torturado, matado e ocultado cadáveres durante a ditadura militar; assista ao vídeo.

Coronel reformado do Exército, Paulo Malhães, de 76 anos, foi encontrado morto nesta manhã em seu sítio na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; segundo a polícia, três homens invadiram a casa, amarraram a mulher e o caseiro, e procuraram armas; durante a ação, o militar foi morto; em depoimento à  Comissão Nacional da Verdade no mês passado, Malhães admitiu ter torturado, matado e ocultado cadáveres durante a ditadura militar; assista ao vídeo.

O coronel reformado do Exército, Paulo Malhães, de 76 anos, foi encontrado morto hoje pela manhã (25) em seu sítio na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. De acordo com a polícia, três homens invadiram a casa, amarraram a mulher e o caseiro, e procuraram armas. Durante a ação dos criminosos, o militar foi morto. O corpo do coronel Malhães está no Instituto Médico-Legal de Nova Iguaçu, onde será determinada a causa da morte. ... 

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